CIES - Anais e Artigos do evento
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Item Professor na internacionalização: cenário pedagógico em (des)construção(2019) Pazello, Elisabeth; Lindstron, JacquelineA partir de uma análise pormenorizada da tessitura do processo de internacionalização na Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), câmpus Curitiba, identificou-se o surgimento do cenário pedagógico do professor na internacionalização como um lócus de enunciação em construção e carente de investigação. Nesta razão, este trabalho pretende analisar esse cenário em seus elementos constituintes sob a ótica da literatura da área com o objetivo de auxiliar o entendimento a partir do delineamento da peculiaridade desses elementos. Notadamente, o surgimento do professor na internacionalização é inerente à era internacionalizada do Ensino Superior. Desse modo, não surpreendentemente, a reflexão acerca desse cenário pedagógico enreda elementos linguísticos, pedagógicos e sociais emergentes da trilogia de contato ‘internacionalização-contexto-sujeito’ configurada na pesquisa.Item Anais do Congresso de Internacionalização da Educação Superior: cadernos de resumos(2019-09) UNILA, Universidade Federal da Integração Latino-Americana; UNL, Universidad Nacional del Litoral; UNA, Universidad Nacional de Asunción; UDeLaR, Universidad de la RepúblicaO CONGRESSO DE INTERNACIONALIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR – CIES 2019 é um evento in- ternacional, que reúne professores, pesquisadores e estudantes de graduação e pós-graduação para divulgar a produção científica no campo da Internacionalização do Ensino Superior e fortalecer a cooperação internacional entre diferentes instituições de ensino e grupos de pesquisa no âmbito do MERCOSUL.Item O Curso de Espanhol-Português para Intercâmbio na UNILA: recepção linguístico-cultural para o ensino superior(2019-09-04) Carvalho, Simone da Costa; Jobeth, Katherin; Herasme, EmelynA Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA) é uma instituição brasileira com uma proposta educacional bilíngue português-espanhol que recebe estudantes de diversos países da América Latina e Caribe. Na UNILA, os estudantes se deparam com uma série de questões envolvendo a pluralidade linguística na instituição: precisam aprender a utilizar a língua adicional para transitar por uma série de práticas sociais envolvendo o uso das línguas na vida acadêmica, seja no âmbito administrativo, seja com relação às disciplinas ministradas ou às avaliações ao longo do período letivo. Percebe-se, nesse sentido, uma dificuldade inicial de inserção de muitos estudantes no contexto acadêmico, pelo fato de vários possuírem pouco conhecimento prévio da língua adicional, especialmente no caso dos participantes provindos de países cuja língua oficial majoritária é o espanhol. Além disso, a maioria desses participantes deixa seus países e comunidades para viver em contexto de imersão na cidade de Foz do Iguaçu, estado do Paraná, o que lhes demanda aprender a “viver em português” desde o momento em que chegam ao Brasil.Item O impacto da mobilidade administrativa para a internacionalização universitária(2019-09-04) Baumgratz, Deise; Yatim, LeilaA internacionalização da educação encontra na Europa um cenário mais consolidado, se comparada ao Brasil. Se por um lado na Europa o Programa Erasmus, remete aos anos 1970, por outro, no Brasil, as primeiras discussões sobre internacionalização da educação passam a ganhar espaço nas instituições de ensino, a partir do programa Ciência sem Fronteiras, iniciado em 2011. Uma das facetas da internacionalização da educação é a mobilidade de estudantes, professores e técnicos administrativos em educação. Nesse sentido, este estudo objetiva avaliar o impacto da mobilidade técnica administrativa para a internacionalização universitária, por meio da realização e análise de entrevistas semiestruturadas, com técnicos que já participaram de mobilidade acadêmica da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA), desde 2016, para construir um dossiê com as experiências dos entrevistados.Item Da internacionalização pela mobilidade à internacionalização em casa – a utilização da experiência estudantil em sala de aula(2019-09-04) Baranzeli, Caroline; Woicolesco, Vanessa; Morosini, Marília CostaA Internacionalização da Educação Superior tornou-se tema recorrente dentro do campo de estudos da Educação nas últimas décadas (Morosini, 2018). Após a implementação de programas Federais, como Ciências sem Fronteiras, Doutorado Sanduíche no Exterior e CAPES-Print, iniciaram as reflexões e análises sobre o impacto e retorno da internacionalização pela mobilidade para as instituições de Educação Superior brasileiras. Segundo o Geocapes (2018), no ano de 2016, o Brasil enviou para o exterior 40.891 estudantes e recebeu apenas 19.855. Com o fim de políticas como Ciências sem Fronteiras (CsF) e reduções de recursos para mobilidade, é necessário ampliar as perspectivas de internacionalização buscando alternativas que alcancem um número maior de alunos e tragam benefícios para a sociedade como um todo. Assim, o presente trabalho tem por objetivo analisar de que forma os estudantes brasileiros, que realizaram mobilidade, contribuem no contexto local com as experiências adquiridas nas instituições estrangeiras.Item Diplomacia Educacional e Política Externa Brasileira contemporânea (2003-2018)(2019-09-04) Almeida, Felipe Cordeiro deO presente artigo tem como objetivo analisar as experiências de políticas nacionais brasileiras para a internacionalização da educação superior nos governos Luiz Inácio Lula da Silva (2003-10), Dilma Roussef (2011-16) e Michel Temer (2016-18) como instrumentos da Política Externa Brasileira. Essas experiências serão analisadas a partir do conceito de Diplomacia Educacional, verificando-se sua relevância para a política externa brasileira a exemplo do que ocorre em países como Estados Unidos e Canadá. Para tanto, recorreremos aos debates acerca da diplomacia educacional, da internacionalização da educação superior e da integração regional educacional. verificando-se a aplicabilidade dessas formulações à experiência brasileira no período. Destacaremos em nossa análise, dentre as iniciativas de diplomacia educacional brasileira, os programas desenvolvidos no âmbito do Mercosul, as universidades federais de missão institucional internacional, os programas governamentais de recepção de estudantes estrangeiros, de intercâmbio científico educacional, e de envio de estudantes brasileiros ao exterior. A partir disso, verificaremos também como essas iniciativas relacionam-se com diferentes aspectos da Política Externa Brasileira no período.Item Valoración cuantitativa del PROMOVES -Programa de Movilidad Estudiantil – de la Universidad Nacional de Quilmes(2019-09-04) Vázquez, Jiménez; Ángeles, AlejandraHacia fines del siglo XX la globalización, la mundialización de los problemas y la emergencia de la “sociedad del conocimiento” crearon nuevas exigencias para las instituciones de educación superior. En pocas palabras, la necesidad de formar ciudadanos y recursos humanos preparados para vivir en un mundo global. Como explica Julio Theiler (2009, p. 10), “la educación superior ya no se puede concebir solamente a partir de situaciones y criterios nacionales. (…) La creciente mundialidad de los problemas, caracterizada por la extrema complejidad de las situaciones, hace que la cooperación interuniversitaria interese a todos.”Item Laboratorio de Vidrio como espacio integral e intercultural para estudiantes internacionales de grado(2019-09-04) Amorín, BeatrizEste artículo tiene como objetivo, relatar la experiencia que se desarrolló entre 2014 y 2018 en el Laboratorio de vidrio del Área Tecnológica de la Escuela Universitaria Centro de Diseño (EUCD) de la Facultad de Arquitectura Diseño y Urbanismo del Uruguay (FADU). De este modo presentar la relevancia académica de las trayectorias estudiantiles internacionales, las competencias sociales y culturales que los estudiantes despliegan al elegir el espacio de diseño en vidrio. El laboratorio con esa relatoría expone el proceso de internacionalización de la educación superior universitaria como el proceso de integrar la dimensión, intercultural entre los objetivos, donde las integralidad de funciones, enseñanza, extensión e investigación, son un factor esencial para la mejora de la calidad de la educación superior, hacia una sociedad del conocimiento que propicie un modelo de desarrollo innovador y sustentable. Fernández (2016) afirma que Knight (2008) promueve desde hace unos años nuevas forma de pensar la internacionalización, manifiesta que exige más que interacción cultural entre grupos locales y extranjeros, supone cambios en planes de estudios, procesos de enseñanza-aprendizaje, actividades, de investigación y académicas.Item Impacto de la Internacionalización de la investigación en la gestión universitaria: la experiencia de una oficina de proyectos internacionales(2019-09-04) Cao, Aneris MarianaA partir del desarrollo sin precedentes en el ámbito de la comunicación, se vienen acrecentando de manera exponencial las posibilidades de trabajo en conjunto entre distintas instituciones del mundo. La internacionalización en el ámbito de la investigación es un ejemplo de esto, fundamentalmente en las instituciones de educación superior. Los estudios en la materia son principalmente sobre internacionalización universitaria y, en cierta medida, también dan cuenta de la cooperación internacional académica (Knight, 2004; Sebastián, 2002, 2011; Didou Aupetit & Jaramillo De Escobar, 2014). Sin embargo, uno de los problemas que se detectan en este ámbito, es la ausencia de lineamientos claros en la gestión de la internacionalización de la investigación en el interior de las IES. Al respecto, desde la Pontificia Universidad Católica de Valparaíso (PUCV), Chile, tuvo lugar el desarrollo de una oficina de proyectos internacionales (OPI) con el propósito de sistematizar las tareas concernientes a la cooperación internacional entre los científicos que integran la institución. A tales efectos, el objetivo del presente trabajo es describir la estructuración de dicha OPI. Concretamente, se pretende relatar una experiencia desde el nivel de gestión institucional universitaria, en materia de internacionalización de la investigación científica, ya que contribuye a la transversalidad de la internacionalización de la Educación Superior.Item Análise do indicador de desempenho da internacionalização em um ranking universitário: Estudo de uma universidade brasileira(2019-09-04) Radael, Weber Henrique; Carvalho, Jéssica Silva deA importância dos rankings de universidades, em âmbito nacional e internacional, para a legitimidade das mesmas no campo institucional tem questionado os pesquisadores e dirigentes das instituições para um olhar mais atento neste quesito. Assim, compreender o fenômeno da legitimidade e sua íntima dependência dos processos de interpretação e construção de significado, presentes na nova vertente da teoria institucional, é importante para este estudo.Item Programa de formação linguística e acadêmica para a internacionalização: PROINT(2019-09-04) Moraes Filho, Waldenor; Souza, Valeska; Córdula, MaíraA globalização da sociedade impacta cada vez mais as demandas por uma preparação acadêmica e profissional que inclua amplos conhecimentos internacionais, plurilinguismo, além de habilidades e atitudes interculturais. A formação acadêmica e profissional está relacionada ao desenvolvimento de pesquisas mais robustas, ao trabalho colaborativo, ao intercâmbio acadêmico produtivo, que requerem planejamento, compromisso institucional e parcerias internacionais efetivas. Complementarmente, estudantes podem estar preparados mais amplamente para vivenciarem experiências em outros países, assim como devem ser capacitados para recepcionar visitantes internacionais, prática que em se tornado um fato significativo para os ganhos institucionais.Item Ações com vistas à internacionalização: um estudo de caso(2019-09-04) Lima, Thereza Cristina de Souza; Ribeiro, Josiane; Lara, SidneyNesta era de mudanças significativas relacionadas a vários aspectos, sobretudo, à vida profissional dos estudantes, o contato entre diferentes culturas tem se tornado imprescindível. Tal aproximação realiza-se de diversas formas, entre as quais destaca-se a internacionalização das instituições de nível superior. As universidades, como fontes de pesquisa, criadoras e divulgadoras de conhecimento, reconheceram a relevância de projetos de internacionalização e aderiram ao programa de internacionalização, em consonância com a portaria no 8, de 2 de janeiro de 2018, assinada pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, que aprovou o Regulamento Geral para Projetos Internacionais. Este trabalho tem por objetivo descrever ações relacionadas ao processo de internacionalização, tomadas por uma instituição de ensino superior particular do Paraná, com oferta nas modalidades presencial e a distância, mais especificamente no que tange à mobilidade acadêmica de discentes, docentes e técnicos administrativos. Trata-se de um estudo de caso, pois se abordam ações de uma única instituição, com propósito exploratório e descritivo, uma vez que se almeja relatar e discutir ações referentes à internacionalização. Embora o processo que envolve a internacionalização de uma instituição superior seja abrangente, englobando outros aspectos, optou-se pela mobilidade acadêmica por se tratar ainda de ações incipientes, mas ressalta-se que várias outras ações também estão sendo implementadas para que a internacionalização realmente se efetive na instituição em questão. Como primeiro resultado, sancionou-se a Resolução 339/2018 do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão da instituição em questão (CEPE), que oficializou a criação do Grupo de Trabalho de Internacionalização, com o objetivo principal de possibilitar a seus docentes, discentes e técnicos administrativos oportunidades e condições de aprofundamento e/ou aperfeiçoamento de seus conhecimentos científicos, tecnológicos e profissionais. Entre as diversas ações tomadas, pode-se citar como exemplo o programa de intercâmbio entre a universidade em pauta e a Universidade de Salamanca, ofertado aos alunos do Mestrado em Educação e Novas Tecnologias dessa instituição. De acordo com esse programa, o mestrando deve apresentar um projeto à universidade receptora, o qual, após aceito, possibilita a realização de pesquisa conjunta, com durabilidade de até 90 dias. Para que tal intercâmbio se efetive, oferta-se ao mestrando uma bolsa de estudos no valor de €1800 (mil e oitocentos euros), além de traslado, passagem área internacional (ida e volta) e seguro viagem. Tal programa é realizado, por meio de edital público específico e processo seletivo, duas vezes ao ano. É de valia observar que, referente à mobilidade supracitada, dois mestrandos brasileiros, em 2018, já passaram pela experiência, a qual avaliaram como extremamente gratificante e de grande valor pessoal e profissional. Ainda dentro do processo de mobilidade com ajuda de curso.Item Projeto PONCHO: Internacionalização de Universidades periféricas da América Latina através da integração sustentável e implementação inclusiva de uma Assessoria de Relações Internacionais(2019-09-04) Esperandio, Isabela BeraldiO projeto PONCHO, aprovado no âmbito do programa Erasmus+ para capacity building em 2015, visou promover a internacionalização das Universidades periféricas da América Latina, através da implementação das suas capacidades técnicas, acadêmicas e institucionais, a nível nacional, regional e internacional. O consórcio PONCHO foi composto por 4 universidades europeias de 4 países europeus diferentes (Espanha, França, Portugal e Polônia) e 21 universidades de 7 países da América Latina (Argentina, Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador, Paraguai, Peru e Uruguai). A especificidade e aspectos inovadores do projeto PONCHO foram que ele foi composto principalmente por Universidades pequenas, localizadas geograficamente em áreas periféricas e com pouca ou nenhuma experiência em projetos da União Europeia e de capacity building. Especial enfoque foi dado às Universidades de áreas periféricas da região, cuja posição geográfica ou volume total de alunos ainda não lhes permitiu desenvolver seu processo de internacionalização, da mesma forma que as universidades de capitais ou as principais universidades da região. O consórcio PONCHO foi então composto principalmente por Universidades sem experiência em projetos de capacity building e dispostas a aumentar sua internacionalização a nível institucional e acadêmico, e não apenas através de programas de mobilidade. O projeto PONCHO foi, portanto, uma oportunidade para treinar a equipe técnica das Assessorias nas diferentes fases do processo de internacionalização através da plataforma PONCHO, do uso de TICs e de mídias sociais, e das atividades projetadas para desenvolver marketing internacional. Assim, os parceiros universitários estariam prontos para atuar no mesmo nível que as universidades latino-americanas mais experientes. Como atividade final do projeto, foi promovida a Semana Internacional do PONCHO, composta por um acampamento estudantil e uma feira, realizados em maio de 2019 no Paraguai. Os impactos do projeto no processo de internacionalização de uma das universidades brasileiras participantes, a Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre, serão apresentados.Item Ação complementar em prol da internacionalização das IES: o ensino de Português como língua estrangeira em contexto universitário(2019-09-04) Oliveira, Dener Martins deA crescente expansão da língua portuguesa no mundo está atrelada à relevância econômica e geopolítica desempenhada pelo Brasil no decorrer das últimas décadas. Dessa forma, o Brasil conquistou não só espaço comercial e cultural, como também atraiu o interesse de universidades estrangeiras, o que potencializou acordos e convênios entre Instituições de Ensino Superior (IES) brasileiras e estrangeiras, e permitiu que pudessem organizar suas estratégias internas em prol da internacionalização, o que passa por ofertar cursos de PFOL (Português para Falantes de Outras Línguas). Entretanto, há lacunas no tocante à oferta desses cursos, além da produção de Materiais Didáticos (MD).Item Práticas de competências interculturais como estratégia institucional na educação superior brasileira: aproximações e distanciamentos(2019-09-04) Clemente, Fabiana Aparecida Santos; Morosini, Marilia CostaCompetências interculturais na educação superior brasileira torna-se um construto cada vez mais basilar. Enquanto estratégia institucional para instituições de Educação Superior Brasileira, ainda é um cenário axiomático. Aliado a isso, o conceito ainda é polissêmico (DEARDORFF, 2009) e com uma carência de didáticas que venham desenvolver a temática no ambiente da Educação Superi- or.Item Estratégias de internacionalização de um centro universitário do norte do Paraná(2019-09-04) Silva, Thiago Oliveira; Lima, Luís Felipe Bertucci; Casado, Johny Henrique Magalhães; Radael, Weber Henrique; Verdu, Fabiane CortezO processo de internacionalização abrange o desenvolvimento de experiências e atuações em mercados internacionais. Nesse âmbito, o processo de internacionalização da educação e das Instituições de Ensino Superior – IES compreende a cooperação internacional visando fomentar a mobilidade acadêmica, como também instituir os primeiros passos nas relações internacionais. Nas reflexões de Knight e De Wit (2004) (3), encontra-se a definição de internacionalização acadêmica como um rol de atividades com o intuito de ofertar uma experiência educacional em um ambiente que integra uma perspectiva global. Neste mesmo contexto, Ferrari (2015) (2) define internacionalização como uma maneira de interconectar o conhecimento, ultrapassando assim fronteiras e permitindo o acesso ao conhecimento internacional.Item O Programa Institucional de Internacionalização CAPES/PRINT do Brasil(2019-09-04) Prado, Jussara PereiraO Programa Institucional de Internacionalização - PrInT começou a ser idealizado na Diretoria de Relações Internacionais da Capes em 2017 com os seguintes objetivos: Incentivar a internacionalização de Instituições de Ensino Superior e Instituições de Pesquisa no Brasil; Fomentar a construção, a implementação e a consolidação de planos estratégicos de internacionalização; Transformar as instituições participantes em ambientes internacionais; Ampliar as ações de apoio à internacionalização na pós-graduação das instituições contempladas; Promover a mobilidade de docentes e discentes vinculados a programas de pós-graduação; Conferir maior visibilidade internacional à pesquisa científica realizada no Brasil. Promover a participação de Instituições brasileiras em redes de pesquisas internacionais com vistas a aprimorar a qualidade da produção acadêmica vinculadas à pós-graduação; Incrementar o impacto da produção acadêmica e científica realizada no âmbito dos programas de pós-graduação (PPG). As instituições participantes deveriam cumprir os seguintes requisitos: Ter ao menos 4 Programas de Pós-Graduação avaliados com, no mínimo, nota 4 na última Avaliação Quadrienal de 2017, dentre os quais deverá haver, pelo menos, 2 Programas de Pós- Graduação com nível de doutorado. Possuir Plano Institucional de Internacionalização com vigência que abranja o período do projeto proposto. Indicar os seus temas prioritários para as ações de internacionalização a serem desenvolvidas de acordo com as competências e as áreas prioritárias definidas pela instituição proponente.Item Componentes curriculares e a formação pedagógica em curso de Geografia, grau licenciatura: o caso da UNILA no Brasil e de universidades na Argentina.(2019-09-04) Rocha, Marcelo Augusto; Silva, Nathan Heringer C. da ; Menegol, Adriana; Veiga, Léia AparecidaAo tratar da discussão sobre currículo e componentes curriculares, é importante ter em mente que os mesmos são produzidos em um determinado tempo e espaço, refletindo assim desejos e ideias de grupos que compõem a sociedade para o qual o currículo escolar ou do ensino superior foi pensado, portanto não é neutro. Apple (1994, p. 59), reforça o caráter de não neutralidade do currículo ao afirmar que o mesmo é seletivo, é “[...] resultado da seleção de alguém, da visão de algum grupo acerca do que seja conhecimento legítimo. É produto de tensões, conflitos e concessões culturais, políticas e econômicas que organizam e desorganizam um povo”.Item Políticas neoliberais no ensino superior: um estudo dos impactos nos países do MERCOSUL(2019-09-04) Silva, Thiago Oliveira; Lima, Luís Felipe Bertucc; Casado, Johny Henrique Magalhãe; Radael, Weber Henrique; Verdu, Fabiane CortezO processo da globalização de capitais, mercadorias e serviços tem causado grandes impactos na forma como as interações sociais ocorrem. Destacam-se as mudanças nas relações de trabalho, na vida social e na vida educacional das pessoas. Como objeto de estudo desse artigo, serão expostas as principais mudanças existentes na educação superior dos países que compõem o MERCOSUL – Mercado Comum do Sul. Os países da América Latina parecem enfrentar um dilema composto por duas realidades que se complementam, a primeira está relacionada a suas estruturas econômicas, socioculturais e políticas, que acabam por inibir a integração nacional e o desenvolvimento autônomo das nações. A segunda está relacionada a modernização e o crescimento catalisado pela dominação externa desses países, que acabam por inibir a revolução nacional e uma real autonomia (FERNANDES, 1975). No começo do século XVI, o modelo universitário da Espanha foi implantado na América Latina, os primeiros países a receber as primeiras universidades foram Guatemala, México, Chile, Peru, Cuba, e Argentina. No contexto histórico, o Brasil ganharia sua primeira instituição somente em 1920. Dezenove universidades foram criadas até o final do século XVIII na América Latina, no século seguinte esse número saltou para mais de trinta, isso levou a situação onde quase todos os países latino-americanos já possuíam uma ou mais universidades, com exceção do Brasil. As universidades da América Latina surgiram com forte influência dos modelos europeus, no entanto, a crescente expansão do modelo universitário norte-americano, impôs a gradual redução da influência exercida por aquele modelo, e o gradativo aumento da influência deste. No século XIX, a América do Norte sofreu uma grande expansão no ensino superior, consequentemente, a Universidade na América Latina “não conseguiu fugir da influência norte-americana, que avançava como um rolo compressor sobre o continente” (ROSSATO, 2005, p.95). No Brasil, a primeira instituição de ensino superior foi a Escola de Cirurgia da Bahia, criada em 1808. “Depois vieram as faculdades de Direito de São Paulo e de Olinda, em 1827”, diz a historiadora Maria Lígia Coelho Prado, da USP. Já a primeira universidade a oferecer cursos variados foi a do Rio de Janeiro, fundada em 1920. Durante a presidência de Juan Domingo Perón (1946-1955), a Argentina implementou uma política de matrículas abertas em todas as universidades públicas. Todos os candidatos donos de diplomas do ensino secundário foram admitidos. Além disso, o ensino era oferecido sem a cobrança de taxas. Como resultado deste ensino aberto a todos, seguiu-se uma explosão no número de matrículas.Item Formación de investigadores en ciencias humanas y eduación: desafíos para el trabajo con estudiantes internacionales en los doctorados(2019-09-04) Aiello, MartínPor distintas razones, la formación de doctores ha tomado relevancia en la Región, en especial relevancia en el campo de las Ciencias Humanas en general y en la Educación en particular. Con excepción de Brasil, el campo de posgrados no había estado desarrollado en nuestros sistemas universitarios hasta avanzada la última década del siglo XX, e inicios del siglo XXI. Esto implicó un nuevo desafío para los sistemas universitarios: la formación de investigadores a partir de programas académicos de posgrados para suplir la falta de posgraduados y de investigaciones en dicho campo en las universidades.