TCC - Serviço Social
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ILAESP - Centro de Economia e Sociedade - Bacharelado em Serviço Social
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Navegando TCC - Serviço Social por Assunto "acolhimento"
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Item Autonomia ou abandono? Apontamentos e reflexões sobre os limites da proteção social de jovens pós-acolhimento em Foz do Iguaçu(2026-08-03) Barbosa Martinez, Maria AlejandraEste Trabalho de Conclusão de Curso e um estudo sobre a Política de Acolhimento Institucional e os limites enfrentados por adolescentes e jovens no processo de desacolhimento por maioridade, com enfoque na realidade de Foz do Iguaçu-PR. A pesquisa teve como objetivo estudar a política de acolhimento institucional, apresentar seu contexto histórico no Brasil, descrever sua organização e limites no município e identificar desafios das políticas públicas e do Serviço Social na proteção social dos jovens egressos dos serviços de acolhimento. Adotou-se uma abordagem qualitativa, fundamentada em revisão bibliográfica e análise documental de legislações, documentos oficiais, produções acadêmicas e relatórios institucionais. Os resultados demonstraram que o acolhimento institucional é resultado de um processo histórico marcado por práticas de controle social, sendo ressignificado a partir do Estatuto da Criança e do Adolescente como medida excepcional e provisória de proteção. Verificou-se que a política integra a Proteção Social Especial de Alta Complexidade e desempenha papel fundamental na garantia de direitos de crianças e adolescentes em situação de violação de direitos. Contudo, identificaram-se fragilidades no processo de desacolhimento institucional por maioridade, especialmente quanto ao acesso à moradia, trabalho, educação, fortalecimento de vínculos familiares e continuidade da proteção social. Conclui-se que a garantia de direitos não deve se encerrar com o desligamento institucional, sendo necessário fortalecer a rede de proteção social e ampliar políticas públicas voltadas aos jovens egressos, favorecendo sua autonomia, inclusão social e exercício da cidadania. Resumen Este trabajo de conclusion de curso es un estudio sobre la política de acogimiento institucional y los limites que enfrentan los adolescentes y Jóvenes adultos durante el proceso de egreso del sistema al alcanzar la mayoría de edad, centrándose en la realidad de Foz do Iguaçu, Paraná. La investigación tuvo como objetivo examinar la política de acogimiento institucional, presenter su contexto histórico en Brasil, describir su organización e limites en el municipio e identificar desafíos relacionados con las políticas públicas y la práctica del Trabajo Social en la protección social de los jóvenes que egresan de estos servicios. Se adoptó un enfoque cualitativo, basado en una revision bibliográfica y en el análisis documental de legislación, documentos oficiales, trabajos académicos e informes institucionales. Los resultados demostraron que el acogimiento institucional es producto de un proceso histórico marcado por prácticas de control social, habiendo sido redefinido por el Estatuto del Niño y del Adolescente como una medida de protección excepcional y provisional. Se constató que la política forma parte del sistema de Protección Social Especial de Alta Complejidad y desempeña un papel fundamental en la garantía de los derechos de niños y adolescents cuyos derechos han sido vulnerados. No obstante, se identificaron debilidades en el proceso de egreso del acogimiento institucional al alcanzar la mayoría de edad, particularmente en lo relativo al acceso a vivienda, empleo y educación, asícomo al fortalecimiento de los vínculos familiares y a la continuidad de la protección social. El studio concluye que la garantía de derechos no debe finalizar con elegreso del acogimiento institucional; por el contrario, es necesario fortalecer la red de protección social y ampliar las políticas públicas dirigidas a los jóvenes que salen del sistema, fomentando así su autonomía, inclusión social y ejercicio de la ciudadanía.Item Moradia subsidiada para jovens de 18 a 21 anos: apontamentos e reflexões dos serviços de república no estado do Paraná(2026-07-19) Sandoval, Olga BeatrizA trajetória das políticas de acolhimento institucional no Brasil reflete importantes transformações na proteção social destinada a crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade. A consolidação da Doutrina da Proteção Integral, a partir da Constituição Federal de 1988 e do Estatuto da Criança e do Adolescente (1990), representou uma ruptura com a antiga lógica tutelar, reconhecendo crianças e adolescentes como sujeitos de direitos. Entretanto, a transição para a vida adulta ainda constitui um momento de fragilidade para jovens egressos dos serviços de acolhimento institucional, especialmente diante da limitada oferta de políticas públicas voltadas ao pós-acolhimento. Diante desse cenário, questiona-se: como se configuram a oferta e a organização do Serviço de Acolhimento em República no Estado do Paraná a partir dos dados do Censo Suas 2024?. Nesse contexto, a presente pesquisa teve como objetivo analisar a oferta e a organização do Serviço de Acolhimento em República destinado à jovens egressos do acolhimento institucional no Estado do Paraná, a partir dos dados do Censo SUAS 2024. Trata-se de uma pesquisa de abordagem quali-quantitativa de caráter descritivo e analítico, desenvolvida por meio de revisão bibliográfica, pesquisa documental e análise de dados secundários provenientes do Censo SUAS 2024 e do CADSUAS. A fundamentação teórica apoia-se em autores que discutem a institucionalização da infância, a proteção social e as políticas de assistência social, destacando-se Rizzini e Rizzini (2004), Sposito (2003), Iamamoto (2008), Raichelis (2011), Netto (2012), Yazbek (2018), Bortoli (2015) e Severino (2019). Os resultados demonstram que o Paraná possui 12 unidades de acolhimento na modalidade República para Jovens, concentradas exclusivamente nos municípios de Curitiba e Londrina, revelando baixa capilaridade territorial dessa política pública. A pesquisa evidencia que, embora as Repúblicas para Jovens constituam importante estratégia de proteção social e promoção da autonomia, sua oferta ainda é insuficiente para atender às demandas dos jovens egressos do acolhimento institucional em todo o território paranaense. Conclui-se que o fortalecimento e a ampliação dessa modalidade de serviço representam elementos fundamentais para a consolidação das políticas de pós-acolhimento e para a garantia dos direitos sociais dessa população. Resumen La trayectoria de las políticas de acogimiento institucional en Brasil refleja importantes transformaciones en la protección social destinada a niños, niñas y adolescentes en situación de vulnerabilidad. La consolidación de la Doctrina de la Protección Integral, a partir de la Constitución Federal de 1988 y del Estatuto del Niño y del Adolescente (1990), representó una ruptura con la antigua lógica tutelar, reconociendo a los niños, niñas y adolescentes como sujetos de derechos. Sin embargo, la transición hacia la vida adulta sigue constituyendo un momento de fragilidad para los jóvenes egresados de los servicios de acogimiento institucional, especialmente debido a la limitada oferta de políticas públicas dirigidas al posacogimiento. Ante este escenario, se plantea la siguiente interrogante: ¿cómo se configuran la oferta y la organización del Servicio de Acogimiento en República en el Estado de Paraná a partir de los datos del Censo SUAS 2024? En este contexto, la presente investigación tuvo como objetivo analizar la oferta y la organización del Servicio de Acogimiento en República destinado a jóvenes egresados del acogimiento institucional en el Estado de Paraná, a partir de los datos del Censo SUAS 2024, identificando su distribución territorial, capacidad de atención y contribuciones a la protección social y a la construcción de la autonomía juvenil. Se trata de una investigación de enfoque cuali-cuantitativo, de carácter descriptivo y analítico, desarrollada mediante revisión bibliográfica, investigación documental y análisis de datos secundarios provenientes del Censo SUAS 2024 y del CADSUAS. El marco teórico se fundamenta en autores que abordan la institucionalización de la infancia, la protección social y las políticas de asistencia social, destacándose Rizzini y Rizzini (2004), Sposito (2003), Iamamoto (2008), Raichelis (2011), Netto (2012), Yazbek (2018), Bortoli (2015) y Severino (2019). Los resultados muestran que el Estado de Paraná cuenta con 12 unidades de acogimiento en la modalidad República para Jóvenes, concentradas exclusivamente en los municipios de Curitiba y Londrina, lo que revela una baja cobertura territorial de esta política pública. Se concluye que, aunque las Repúblicas para Jóvenes constituyen una importante estrategia de protección social y promoción de la autonomía, su oferta aún es insuficiente para atender las demandas de los jóvenes egresados del acogimiento institucional en todo el territorio paranaense. En este sentido, el fortalecimiento y la ampliación de esta modalidad de servicio resultan fundamentales para consolidar las políticas de posacogimiento y garantizar los derechos sociales de esta población.