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    Entre fronteras y semillas latinoamericanas en el cine e audio-visual
    (EDUNILA, 2026-05-06) Marques, Camila (org.); Rebelatto, Fran (org.); Pereira, Kira (org.)
    O livro “Entre fronteiras y semillas latino-americanas” marca a primeira década do curso de Cinema e Audiovisual da UNILA, reunindo textos elaborados por egressos, egressas e docentes. A obra propõe reflexões a partir de diversas perspectivas históricas, teóricas e estéticas, abordando o fazer cinematográfico em nosso continente. Entre os temas explorados por autores de diferentes nacionalidades latino-americanas, destacam-se: a relação das imagens com a construção da memória e com os processos históricos das lutas de nossos povos; os modos de produção e circulação das imagens; e os processos de criação a partir de abordagens plurais. Este livro é um convite para conhecer os caminhos reflexivos traçados no curso, que possibilitam uma formação ampla, diversa e comprometida com o projeto de integração internacionalista da UNILA.
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    Relatos da nossa casa: estudos da biodiversidade em uma universidade latino-americana e caribenha
    (EDUNILA, 2026-05-06) Faria, Luiz R. R. (org.); Souza, Nathália Corrêa Chagas de (org.); Feitosa, Weber Beringui (org.)
    O presente volume reúne uma coletânea de sete Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC) desenvolvidos no âmbito da graduação em Ciências Biológicas – Ecologia e Biodiversidade da Universidade Federal da Integração Latino-Americana, UNILA. Mesmo a partir desse recorte, é possível observar um panorama representativo da pluralidade de temas, abordagens, grupos biológicos e contextos geográficos investigados pelos discentes. De forma complementar, os estudos trazem contribuições significativas para o conhecimento da biodiversidade na América Latina e no Caribe — o que se mostra premente ante a urgência do Antropoceno e do Capitaloceno. Os trabalhos apresentam questionamentos situados na problemática atual do uso dos biomas latino-americanos, abordando suas diversidades, prioridades de conservação e estratégias de manejo.
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    Potência transformadora e sustentabilidade na engenharia de energia
    (EDUNILA, 2026-05-06) Luchese, Claudia Leites (org.); Lenz, João Manoel (org.)
    O curso de Engenharia de Energia da Universidade Federal da Inte-gração Latino-Americana, UNILA foi instituído pela Portaria UNILA nº 11/2010 e obteve nota 4 na mais recente avaliação do MEC, realizada em 2017. O ingresso ocorre anualmente por meio do SiSU, com seleção baseada no desempenho dos candidatos no ENEM. Até o momento, 84 bacharéis em Engenharia de Energia foram formados pela UNILA e atuam em diferentes países e áreas profissionais, incluindo a indústria, o desenvolvimento de projetos em energia solar, eólica, biogás e hidrogênio, bem como a operação, análise e comissionamento de sistemas e usinas no setor elétrico (geração, transmissão e distribuição). Esta obra, inspirada no Edital Semillas, tem como objetivo evidenciar a natureza multidisciplinar da formação do engenheiro de energia, reunindo Trabalhos de Conclusão de Curso em celebração aos 10 anos do curso.
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    Encruzilhadas da fronteira: 7 ensaios sobre o Ciclo Comum de Estudos da UNILA
    (EDUNILA, 2026-05-06) Prado, Fernando Correa (org.); Gimenez, Heloisa M. (org.); Carvalhal, Tatiana Pereira (org.)
    Este livro reúne sete ensaios acerca do Ciclo Comum de Estudos da UNILA, escritos no marco dos dez anos dessa experiência político-pedagógica. Abordando de forma transversal temas como o ensino de português e espanhol como línguas adicionais, o trabalho de campo na fronteira, o olhar das margens na arte fotográfica, as dinâmicas pedagógicas de integração e a abordagem de fundamentos da América Latina em cursos específicos, a presente coletânea pretende estimular reflexões necessárias na atual conjuntura. Tudo isso sob o horizonte da integração latino-americana e caribenha, seguindo a vocação desta universidade que construímos há mais de uma década.
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    Vozes da juventude nas relações internacionais: semeando saberes do Sul global
    (EDUNILA, 2026-05-06) Honório, Karen dos Santos (org.); Mesquita, Lucas Ribeiro (org.); Traspadini, Roberta Sperandi (org.)
    A obra reúne sínteses de trabalhos de conclusão do curso de Relações Internacionais e Integração da UNILA, selecionados no Edital Conjunto nº 13/2023 em celebração aos dez anos da universidade. Produzidos entre 2014 e 2024, os textos refletem a diversidade de nacionalidades, trajetó-rias e perspectivas dos jovens internacionalistas, valorizando enfoques críticos sobre gênero, raça, latino-americanismos e o Sul Global. Os capítulos abordam temas como a Teoria Marxista da Dependência, o papel de atores não estatais na ascensão chinesa, críticas feministas aos Direitos Humanos, hierarquias no sistema de tutela da ONU, impactos do pós-acordo de paz na Colômbia, a construção da haitianofobia na política externa dominicana e as barreiras não alfandegárias no MERCOSUL. A coletânea evidencia a potência transformadora de novas leituras das Relações Internacionais, fortalecendo perspectivas comprometidas com justiça, diversidade e integração regional.
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    Glossário de culturas alimentares da América do Sul
    (EDUNILA, 2026-05-06) Ciacchi, Andrea (org.); Ciacchi, Erika Marafon Rodrigues (org.); Araya, Juan Francisco Bacigalupo (org.); Orrillo, Yansy Aurora Delgado (org.)
    Este livro apresenta parte dos resultados do projeto de pesquisa “Culturas alimentares na América do Sul: memória, diversidade e soberania”, desenvolvido com apoio do CNPq. O principal objetivo da iniciativa foi explorar dimensões teóricas, políticas e metodológicas relacionadas à soberania e à segurança alimentar e nutricional, bem como às práticas que buscam promovê-las por meio da articulação entre saberes acadêmicos e conhecimentos populares. A obra oferece amplo panorama das práticas e dos saberes alimentares presentes na região sul-americana, registrados por meio de entrevistas com estudantes da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA). O núcleo central da publicação é composto por um Glossário, elaborado a partir dos relatos desses estudantes, que reúne preparações culinárias e ingredientes típicos ilustrados, comentados e contextualizados à luz de abordagens multidisciplinares históricas e sociais sobre a alimentação na América do Sul. Assim, o livro também constitui uma viagem entre as diversidades geográficas, ambientais e étnico-raciais sul-americanas.
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    Povos indígenas nas relações internacionais: trajetórias, resistência e possibilidades de um mundo outro
    (EDUNILA, 2026-02-23) Delgado, Ana Carolina Teixeira (org.)
    Pensar a política indígena consiste em tema não apenas importante como necessário às Relações Internacionais. Por um lado, os povos indígenas mostram-se cada vez mais presentes na cena internacional. Por outro lado, sua atuação não necessariamente se traduz em reconhecimento no dia-a-dia da política internacional. Mesmo no campo teórico, o reconhecimento destes povos tem sido apenas recentemente incorporado à disciplina, cuja própria noção de política e de seu exercício esteve centrada tradicionalmente no Estado-nação e nas organizações internacionais. Este livro busca interpelar estes entendimentos conservadores. Os capítulos que o constituem possuem como fio condutor a premissa de que os povos indígenas consistem em atores políticos por excelência, sua atuação imprime possibilidades da construção de um mundo Outro. Desse modo, as reflexões delineadas neste livro apontam para um questionamento sobre o sujeito político e para as fraturas constitutivas do internacional, expondo os limites e as possibilidades de mudanças na disciplina.
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    Santos Dumont Yguasúpe: “añetehápe ahaise pete ̃ı arandukaYguasu rehegua
    (EDUNILA, 2026-02-04) Silva, Micael Alvino da
    Santos Dumont-pe oikoha rupi Ysaingo rehe, Micael Alvino da Silva ñandegueraha su’ary XIX década paha gotyo ha su’ary XX ñepyr˜umby gotyo omohesakãvo ñandéve mba’épa ojehúra’e ko arapýpe ha mbohapy tetãrembe’y ojojuhuhápe, Alberto Santos Dumont ombohuparõguare Yguasu, 1916-pe. Ohai resakã porãniko ha’e, ko aranduka oñepeh˜e’ã tembiechapy’imimíme ha ivorekuéra ojoapypaite ohóvo ha upéichape, pete˜ıte˜ıva, ohechauka ñande aviador herakuãguasuetéva rapykuere, akóinte ombojokupytývo Naipi yvy rehe. Oñepyr˜u João Gomes distrito tujaitégui, opytáva Minas Gerais ruguápe, ha ohasakuévo París, Niágara Ysaingo, Chile ha Argentina rupi, oñepepir˜u omoñe’˜etavakuérape tojesarekomi ohóvo mba’éichaparaka’e aviasiõ rapykuere ko arapýpe. Upéramopako avei Brasil ndoporohekojopyvéima ojapohaguéicha oúvo aremi guivéma ha ojevýma república-pe, oñemohesakãma avei tetã vesinokuéra ndive moõ guivépa ha moõ pevépa ojepyso tetã korapy, upéramo Yguasu Kolónia Milíko ojevýma Vílla Yguasu municipio-pe.
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    Nuestro norte sigue siendo el sur: apontamentos para arquiteturas-outras
    (EDUNILA, 2026-02-04) Moassab, Andréia (org); Veríssimo, Céline (org)
    As tecituras desse livro remontam ao “I Encontro Internacional do Grupo de Estudos Multidisciplinares em Arquiteturas e Urbanismos do Sul – MALOCA”, realizado em 1917, em Foz do Iguaçu. De lá pra cá, o mundo atravessou uma pandemia avassaladora e observa, atávico, o avanço da extrema direita. As desigualdades socioespaciais, a violência contra pessoas negras, indígenas e mulheres, a partir do interior da casa, nas ruas e na floresta, nunca foi tão politicamente aceita, assim como, a violência contra a natureza nunca foi tão destruidora. Nesse contexto, é cada vez mais determinante a dimensão espacial na luta anticapitalista, antipatriarcal e antirracista, de modo que os textos aqui reunidos estão impregnados desta história recente, ainda que nem sempre de forma explícita. Este livro defende as arquiteturas-outras, que apelam à pluriversalidade latino-americana, com vistas à almejada transformação da sociedade e à consolidação de uma outra relação com a natureza, com humanos e humanas e com não-humanos. Nessa direção, há que se valorizar as tecnologias construtivas, formas de viver, de sentipensar e de ensinar/aprender não normatizadas, cujo saber-fazer é intergeracional e cuja produção está fora dos auspícios da ciência moderna-capitalista. Organizado em quatro partes: I - Descolonizando o saber; II - Espaços e arquiteturas de resistência negra; III - Cartografias das ausências: ferramentas para mapear o (in)existente; e, IV - Tecnologias como práticas sociais em disputa, as reflexões deste livro percorrem, ainda, um vasto território, desde as fronteiras entre Venezuela e Colômbia, passando pelo interior da Bolívia, da Colômbia e de várias regiões do Brasil. Cada autor e autora, das mais diversas origens, nacionalidades e formação, a sua maneira, costura suas reflexões nessa teia de Anansi.
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    A marcha: formação da Coluna Prestes em Foz do Iguaçu
    (EDUNILA, 2025) Moassab, Andréia; Medina, Hernan; Ochoa, Cláudia; Freitez, Oswaldo
    A Coluna Prestes nasceu do agrupamento de revolucionários e revolucionárias paulistas e gaúchos no Paraná, onde o Brasil encontra o Paraguai e a Argentina, na cidade de Foz do Iguaçu. Naquele tempo, Foz do Iguaçu era um município gigantesco, que abarcava, praticamente, todo o oeste do Paraná; a população local no núcleo-sede não chegava a mil habitantes e a mata cerrada isolava o município do restante do estado, exceto pelas embarcações ao longo do caudaloso rio Paraná. A pequena Helô, neta de Clécio, lembra das histórias de seu avô, que era criança quando seu pai se juntou à Revolução, na busca de um futuro melhor para seu filho. Mesclando ficção a uma densa pesquisa documental e iconográfica, realizada no âmbito de um projeto de extensão da Universidade Federal da Integração Latino-Americana, este livro em quadrinhos marca o centenário de uma das mais importantes marchas militares da história. Helô e seus primos escutam atentos o que aconteceu com os trabalhadores e trabalhadoras da terra das Cataratas, entre os meses de outubro de 1924 a abril de 1925.
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    Rondas Campesinas en el Peru: reflexiones desde la provincia de Huancabamba
    (EDUNILA, 2025-08-20) Velasco, Hilder Alberca
    Rondas Campesinas en el Perú: reflexiones desde la Provincia de Huancabamba oferece uma análise provocativa e singular das Rondas Campesinas na região andina, indígena e camponesa de Piura, com foco em sua formação social, ideológica, cultural e política. O autor explora a construção do pensamento indígena em relação às práticas nativas, destacando como essas comunidades, especialmente em Huancabamba, foram e continuam sendo atores-chave na resistência e na recuperação de seus territórios e conhecimentos locais. Por meio de uma abordagem interdisciplinar que abrange sociologia, antropologia social, geografia e filosofia, o trabalho examina as interações entre as Rondas Campesinas e as ideologias dominantes, propondo uma reflexão crítica sobre a história social, política e cultural das comunidades andinas. Este estudo, além de ampliar o conhecimento sobre as Rondas Campesinas, desafia as interpretações convencionais da identidade andina e indígena diante da colonialidade/modernidade e das lutas por território na América Latina. Por fim, o livro não se apresenta como um texto regionalista, mas sim como um diálogo para o Sul e para aqueles que defendem seus territórios e formas culturais contra a opressão dominante. Resumen Rondas Campesinas en el Perú: reflexiones desde la Provincia de Huancabamba ofrece un análisis provocador y singular sobre las Rondas Campesinas en la región andina, indígena y campesina de Piura, centrándose en su formación social, ideológica, identidad cultural y política. El autor explora la construcción del pensamiento indígena en relación con las prácticas autóctonas, destacando cómo estas comunidades, especialmente en Huancabamba, han sido y siguen siendo actores clave en la resistencia y reivindicación de sus territorios y saberes locales. A través de un enfoque interdisciplinario que abarca la sociología, la antropología social, la geografía y la filosofía, el trabajo examina las interacciones entre las Rondas Campesinas y las ideologías dominantes, proponiendo una reflexión crítica sobre la historia social, política y cultural de las comunidades andinas. Este estudio, además de ampliar el conocimiento sobre las Rondas Campesinas, desafía las interpretaciones convencionales sobre la identidad andina e indígena frente a la colonialidad/modernidad y las luchas por el territorio en América Latina. Finalmente, el libro no se presenta como un texto regionalista, sino como un diálogo para el Sur y para quienes defienden sus territorios y formas culturales frente a la opresión dominante.
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    Um projeto panlusitano no Atlântico Sul: as relações luso-afro-brasileiras nos anos de 1930
    (EDUNILA, 2025-06-06) Assunção, Marcello Felisberto Morais de
    As relações luso-afro-brasileiras foram construídas ao longo dos anos 1930’s a partir de diversas tensões e em um contexto de fortes disputas pela noção de raça, mestiçagem e nação. Os intelectuais do Boletim da Sociedade Luso-Africana do Rio de Janeiro, objeto deste trabalho, foram uma espécie de mediadores dos debates atlânticos, nas suas diversas margens, aos quais os diversos modernismo viam constituindo, em especial a recolocação da figura do mestiço e do legado africano como vetor positivo para as chamadas nacionalidades panlusitanas (sejam elas ex-colônias, colônias e a própria metrópole lusitana). Esta concepção de raça e do próprio colonialismo esboçada por esses intelectuais lusitanos republicanos exilados no Brasil (em diálogo com figuras como Gilberto Freyre, Arthur Ramos, Édison Carneiro no Brasil e os cabo-verdianos da Claridade) era algo sui generis diante da hegemonia do social-darwinismo da gestão colonial centralista do estado império luso-africano português. De uma certa forma estes intelectuais antecipam, à nível intelectual, os pressupostos reformistas da gestão colonial e do ideário luso-tropical que será central para o colonialismo do pós-guerra. Entretanto, essa heterodoxia destes intelectuais antisalazaristas e em prol do discurso da mestiçagem não era deslocada de um ideário racista no âmbito culturalista (a “evolução para a civilização”) que essa vertente reformista do colonialismo português exilada representava. Essa história cheia de tensões e contradições é uma amostra da imensa riqueza das trocas intelectuais que estavam sendo esboçadas por todo Atlântico, não só aquelas que se colocavam à maneira oficial entre os Estados, mas também nas margens do Atlântico.
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    Guías alimentarias: diálogos latinoamericanos
    (EDUNILA, 2025) Ciacchi, Érika Marafon Rodrigues; Bacigalupo Araya, Juan Francisco; Suárez Solana, María del Carmen; Ciacchi, Andrea; Caballero-Córdoba, Glenys Mabel; Caballero Gutiérrez, Lidia Sofia; Lang, Regina Maria Ferreira; Arboleda Montoya, Luz Marina; Goetschel Gómez, María Lorena; Pérez-Lizaur, Ana Bertha
    Os guias alimentares de base alimentar, as suas mensagens e recomendações, são publicados a nível nacional em quase todos os países, o seu objectivo é promover o desenvolvimento de políticas e programas alimentares e nutricionais e orientar a população na selecção e consumo de alimentos saudáveis ​​e seguros, fortalecendo a valorização das culturas e práticas culinárias tradicionais e a utilização preferencial de produtos frescos para gerar impactos ambientais positivos. O livro aborda, a partir de uma rede de pesquisadores latino-americanos, aspectos relevantes da discussão teórica, sociológica, histórica, política e metodológica dos guias alimentares na América Latina, explorando suas contribuições culturais, ancoradas na comunicação, na educação e na promoção da saúde para a soberania e segurança alimentar e nutricional. Estruturado em sete capítulos, o trabalho abrange a formação da rede, a descrição dos guias e diretrizes alimentares por país, o cenário das publicações científicas sobre o tema, as ações de política alimentar e nutricional, a importância do contexto cultural na elaboração desses materiais, os modelos educativos para contextualizar a alimentação e a nutrição numa perspectiva histórica e epistemológica e, por fim, traz a percepção dos profissionais da área pedagógica sobre a utilização do guia em experiências educativas em saúde. Dessa forma, Guias Alimentares: Diálogos Latino-Americanos é uma oportunidade de intercâmbio que ilumina a abertura de novas reflexões entre aqueles que aspiram ingressar ou se fortalecer no campo da alimentação sob múltiplas perspectivas, vendo a singularidade de cada tema na pluralidade de seu contexto. Resumen Las guías alimentarias basadas en alimentos, sus mensajes y recomendaciones, son publicadas a nivel nacional en casi todos los países, tienen como objetivo promover el desarrollo de políticas y programas de alimentación y nutrición y orientar la población en la selección y consumo de alimentos sanos e inocuos, fortaleciendo la valoración de las culturas y prácticas culinarias tradicionales y el uso preferencial de productos frescos para generar impactos ambientales positivos. El libro aborda, desde una red de investigadores latinoamericanos, aspectos relevantes de la discusión teórica, sociológica, histórica, política y metodológica de las guías alimentarias en América Latina, explorando sus aportes culturales, anclados en la comunicación, la educación y la promoción de la salud para la soberanía y seguridad alimentaria y nutricional. Estructurado en siete capítulos la obra abarca la formación de la red, la descripción de guías y pautas dietéticas por país, el escenario de las publicaciones científicas sobre este tema, las acciones de política alimentaria y nutricional, la importancia del contexto cultural en la preparación de estos materiales, los modelos educativos para contextualizar la alimentación y la nutrición en una perspectiva histórica y epistemológica y, finalmente, trae la percepción de profesionales del campo pedagógico sobre el uso de la guía en experiencias educativas en salud. De esta manera, Guías Alimentarias: diálogos latinoamericanos es una oportunidad de intercambio que arroja luz sobre la apertura de nuevas reflexiones entre quienes aspiran a adentrarse o fortalecerse en el campo de la alimentación desde múltiples perspectivas, viendo la singularidad de cada tema en la pluralidad de su contexto.
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    Utopías y praxis en la filosofía latinoamericana
    (EDUNILA, 2024) Obando Moran, Johnny Octavio; Mejías Herrera, Maria Luz; Nakayama, Patricia; Campos, Rogério Gimenes
    Esta coleção apresenta uma reflexão sobre utopias e práxis na América Latina, considerando o panorama internacional de crise econômica e social. Em tempos de recessão, a periferia do capitalismo é gravemente afetada pela fome, pela miséria e pela violência, mais do que o seu centro. Isto certamente motiva o debate sobre o caráter revolucionário e crítico das utopias, através da reflexão sobre a práxis de importantes filósofos reunidos neste volume: Pablo Guadarrama González, com sua reflexão epistemológica sobre utopias concretas, Mauricio Beuchot, também de cunho epistemológico, apresenta um olhar filosófico sobre as utopias na América Latina baseado na sua reconhecida hermenêutica analógica; Yohanka León del Río apresenta a crítica de Hinkelammert à razão utópica, que pensa dialeticamente sobre a “irracionalidade do racional”; Patricia Nakayama convida-nos a refletir sobre uma “nova” forma de governo, a cosmodeliberação, de inspiração ameríndia como utopia crítica para as nossas democracias; Yamandú Acosta propõe uma nova alteridade na constituição e afirmação de um “nós utópico latino-americano”, baseado na transmodernidade latino-americana; María Luz Mejías Herrera, com a questão decolonial, relacionando-os com os temas da filosofia intercultural; e por fim, Mario Mejía Huamán, apresenta uma reflexão sobre o que chama de últimas utopias andinas, estudo do filósofo José Tamayo Herrera. Resumen Esta colección presenta una reflexión sobre las utopías y la praxis en América Latina, considerando el panorama internacional de crisis económica y social. En tiempos de recesión, la periferia del capitalismo se ve gravemente afectada por el hambre, la miseria y la violencia, más que su centro. Esto ciertamente motiva el debate sobre el carácter revolucionario y crítico de las utopías, a través de la reflexión sobre la praxis de importantes filósofos y filósofas recogidos en este volumen: Pablo Guadarrama González, con su reflexión epistemológica sobre las utopías concretas, Mauricio Beuchot, también de carácter epistemológico, presenta una mirada filosófica sobre las utopías en América Latina a partir de su reconocida hermenéutica analógica; Yohanka León del Río, presenta la crítica de Hinkelammert a la razón utópica, que piensa dialécticamente la “irracionalidad de lo racional”; Patricia Nakayama nos invita a reflexionar sobre una “nueva” forma de gobierno, la cosmodeliberación, de inspiración amerindia como una utopía crítica para nuestras democracias; Yamandú Acosta propone una nueva alteridad en la constitución y afirmación de un “nosotros utópico latinoamericano”, basado en la transmodernidad latinoamericana; María Luz Mejías Herrera, con la cuestión decolonial, relacionándolos con los temas de la filosofía intercultural; y finalmente, Mario Mejía Huamán, presenta una reflexión sobre lo que él llama las últimas utopías andinas, un estudio del filósofo José Tamayo Herrera.
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    A muñeca rota e o colar de estilhaços: experiências surrealistas em Murilo Mendes e Julio Cortázar
    (EDUNILA, 2024) Pessôa, Bárbara Piñeiro
    Nos últimos anos, o debate sobre o surrealismo na América Latina foi redescoberto pela crítica acadêmica, dando origem a polêmicas e a novos estudos que não deixam descansar este “vivísimo muerto”, tal como o chamou Julio Cortázar. Este livro toma o surrealismo como biblioteca possível e provocação sobre o próprio conceito de literatura. Na leitura crítico-criativa de artistas e nas escolhas estéticas que empreendem em seus livros-collage, Julio Cortázar e Murilo Mendes abrem uma rede de relações que surgem de seus usos vanguardistas, que ora se aproximam e ora divergem do movimento francês. A crítica literária aqui se lança a desarmar núcleos fundamentais da engrenagem surrealista para tentar situar o leitor em um observatório dinâmico de alguns percursos da vanguarda menos evidentes no Brasil e na Argentina. Ao longo das páginas, podemos acompanhar de perto um trabalho de estudo do campo de ressonâncias e diálogos que o surrealismo impulsiona. Ao interessado sobre os fenômenos das artes, esta análise lança um olhar sensível sobre a recuperação dos ideais da vanguarda e sua relevância na formação de projetos literários e o diálogo que estabelecem com seus contextos.
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    Por psicologia(s) em movimento com povos indígenas: experiências com os Kaiowá e Guarani.
    (EDUNILA, 2024) Faria, Lucas Luis de
    O livro Por psicologia(s) em movimento com povos indígenas nasce da relação de solidariedade e estudo do autor com os povos originários. Primeiro como participação solidária nas mobilizações políticas e comunitárias dos Kaiowá e Guarani do Mato Grosso do Sul, e posteriormente, articulado a um fazer acadêmico-ativista, levando a um processo de reflexão dialógica de suas narrativas desde as compreensões teóricas da psicologia social e dos estudos decoloniais. Compõe o campo de crítica política-epistêmica, a condição de opressão vivida pelos povos indígenas de toda a América Latina, conceituada como violência colonial, juntamente com a análise de seus efeitos psicossociais e as concepções de saúde indígena/indigenista, bem como os modos de organização e resistência/re-existência indígena. Ademais, esta obra retoma o processo histórico de organização dos movimentos indígenas brasileiros por meio da Aty Guasu, ou da Grande Assembleia e se coloca como um contraponto às omissões da profissão e campo de pesquisa frente às realidades dos povos originários, apontando caminhos possíveis para práxis comprometidas com os povos e suas organizações enquanto princípio e postura epistêmica-ética-política desta e de outras áreas do conhecimento. Finalmente, a ilustração da capa e de todo o interior do livro, resultam de uma articulação da EDUNILA com o colégio estadual indígena Teko Ñemoingo, na teko Ocoy, próximo a Foz do Iguaçu. O projeto gráfico, em sintonia com todo o debate proposto pelo autor oferece, por conseguinte, uma camada adicional de leitura, convidando o leitor e a leitora a conhecer um pouco mais do universo iconográfico indígena.
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    Vivienda social en Colombia: evaluando las condiciones mínimas de habitalidad.
    (EDUNILA, 2024) Torres Parra, Camilo Alberto; Saldeño Madero, Yelinca Nalena; Castiblanco Pietro, Juan José; Villegas Flores, Noé
    El derecho a la vivienda, a pesar de estar reconocido internacionalmente desde 1948, ha sido inmensamente ignorado. Datos de las Naciones Unidas indican que uno de cada 60 habitantes del planeta no tiene dónde vivir y, aproximadamente, una quinta parte de la población mundial vive en condiciones precarias. Estos índices son alarmantes y ponen de relieve la importante tarea de los y las profesionales de la construcción al atender a esta inmensa porción de la población mundial, ya sea a través de nuevas viviendas o mediante la calificación de espacios habitables. En este sentido, la nueva colección de Edunila, Habitar a América Latina, está a la altura de la urgencia de recolectar debates en torno al tema de la vivienda y las políticas habitacionales en el continente, en el que alrededor del 32% de la población vive en barrios precarios, resultado de una historia de dominación colonial, ligada a la fuerte concentración de tierras y regímenes esclavistas destinados a mantener las elites económicas. El libro Vivienda Social en Colombia, al abrir la colección, responde a esta tarea prioritaria, dando a conocer los resultados del trabajo realizado en barrios populares de Bogotá. Sin ignorar el conflicto armado y sus implicaciones para las ciudades colombianas, los autores y autoras reconocen los problemas de habitabilidad de la región y desarrollan una metodología para evaluar la calidad mínima de una vivienda, considerando factores como: seguridad, legalidad, habitabilidad y diseño estructural. Finalmente, es importante destacar la ilustración de portada, creada por la artista nicaragüense y académica de la carrera de arquitectura y urbanismo de la UNILA, Claudia Ochoa, quien quedó primera en el concurso realizado por la editorial en 2023. La iniciativa ayudó a consolidar a Edunila como un espacio de creación y formación en la institución. Con una propuesta gráfica creativa, invitamos a todos a apropiarse del debate sobre las condiciones mínimas de habitabilidad propuesto por Camilo Torres, Yelinca Saldeño, Juan Castiblanco y Noé Villegas.
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    De lenguas, ideologías y prácticas: políticas linguísticas e gestão de línguas no Cone Sul.
    (EDUNILA, 2024) Ponte, Andrea Silva; Cáceres, Glenda Heller; Branco, Natieli Luiza; Mota, Sara dos Santos; Hipperdinger, Yolanda
    No livro De lenguas, ideologías y prácticas: políticas linguísticas e gestão de línguas no cone sul, as autoras e autores, oriundos de diversas instituições e regiões do Brasil e da Argentina, analisam o lugar da língua espanhola no Brasil e do lugar da língua portuguesa no Mercosul, com destaque para o Uruguai e a Argentina. Com o avanço do neoliberalismo na região e seu consequente alinhamento aos países do Norte Global, os autores e autoras, ao longo dos diversos capítulos, chamam a atenção para a desvalorização da integração regional e do intercâmbio entre estes vizinhos. Um dos capítulos questiona se “poderemos fazer frente à já potente penetração do inglês como língua de escolarização nos países da região”. Sob este viés cabe, igualmente, perguntarmo-nos se passaremos, um dia, “a pensar no espanhol e no português como recursos, mais que como línguas estrangeiras, externas, de fora, do outro?”. Com o apoio do Programa de Pós-graduação de Linguística - PROLING/PROEX/CAPES da UFPB, o livro se coloca, portanto, no seguinte debate: permaneceremos subalternos nas relações Norte-Sul ou conseguiremos “sulear-nos”?. Com estas indagações potentes, a obra reforça, na EDUNILA, o selo Ñande, termo guarani para “nós” ou “nosso”: aquilo que é próprio da comunidade acadêmica ou poderia ser entendido como o que é nosso, latino-americano. Ao mesmo tempo, a obra se insere na coleção América Latina Una y Distinta, que reúne os livros que tratam do continente, a partir das especificidades de dada área de conhecimento.
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    Mapeamento da distribuição geográfica de espécies na região neotropical: manual para aulas práticas.
    (EDUNILA, 2024) Löwenberg Neto, Peter; Kirsch, Christian Bergmann
    Como descrever a distribuição geográfica de espécies? Que técnicas podem ser usadas para obter a área de distribuição geográfica? Como transformar uma tabela com coordenadas de latitude e longitude em pontos de ocorrência num mapa? O livro “Mapeamento da distribuição geográfica de espécies na região neotropical”é fruto da experiência de uma década de sala de aula, mostrando que o ensino na graduação também produz conhecimento – lugar comumente atribuído à pós-graduação. Peter Löwenberg Neto e Christian Bergmann Kirsch, com base na disciplina “Fundamentos da Biogeografia”, ministrada no curso de Ciências da Natureza da Universidade Federal de Integração Latino-Americana (UNILA), organizaram um material voltado para aulas práticas, com o intuito de facilitar a compreensão da distribuição das espécies no território com o uso de ferramentas do Sistema de Informação Geográfica (SIG).
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    Santos Dumont at the Falls: "I do intend to write a book about Iguassu".
    (EDUNILA, 2023) Alvino da Silva, Micael
    In "Santos Dumont at the Falls", Micael Alvino da Silva transports readers back to the final decades of the 19th century and the beginning of the 20th century. He provides insights into the global context and the tri-national border region when Alberto Santos Dumont visited Iguassu Falls in 1916. The book, with an engaging writing style, comprises concise essays interweaving chapters that intricately showcase every facet of the renowned aviator's journey, consistently drawing connections with the land of Naipi. Santos Dumont's extraordinary visit to the Falls is now immortalized in this book. This work fulfills the aviator's desire to write about Iguassu—a wish he could not fulfill during his lifetime. Nearly a century after his passing, EDUNILA in partnership with 100 Fronteiras Institute and supported by Itaipu Binacional and Fundo Iguaçu, takes great pleasure in presenting this narrative to the public.