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Submissões Recentes
INFLUENCIA CULTURAL DE LA YERBA MATE EN LA UNILA: MBA’ÉICHA KA’A OMYATY ARANDU UNILA-PE
(2026-01-18) Martinez Iglesia, Bruno Adán; Orientação
La yerba mate (Ilex paraguariensis) además de ser una planta medicinal de gran importancia y nativa de Paraguay, Argentina y Uruguay, ha sido reconocida como Patrimonio Cultural del Mercosur, y su uso en la preparación de bebidas como el tereré de Paraguay fue declarado como Patrimonio Inmaterial por la UNESCO en el año de 2020. Sin embargo, en el año 2011 tanto en Paraguay y Mato Grosso do Sul de Brasil ya habían reconocido su importancia, razón por la cual habían otorgado un documento reconociendo su valor, declarando al tereré como patrimonio inmaterial. A partir de estos reconocimientos, el presente Trabajo de Conclusión de Curso tiene como objetivo analizar la influencia cultural del consumo de yerba mate, enfocándose particularmente dentro de la Universidad Federal de la Integración Latinoamericana (UNILA), institución que reúne estudiantes de diversos países de América Latina. A través de encuestas aplicadas a los alumnos, se busca comprender cómo el uso de la yerba mate proveniente de una práctica ancestral, ha prevalecido fuertemente en sus experiencias cotidianas, sus usos medicinales, su significado simbólico y su valor como expresión identitaria en un entorno multicultural.
EDUCAR PARA DESARMAR: FORMAÇÃO DE SERVIDORES PÚBLICOS E O DESARMAMENTO SIMBÓLICO NO ATENDIMENTO À POPULAÇÃO LGBTQIA+
(2026-01-21) Sleiman, Zion.; Orientação
Este trabalho de conclusão de curso analisa uma formação realizada com servidores
públicos do município de Foz do Iguaçu sobre atendimento à população LGBTQIA+,
tomando essa experiência como campo empírico para compreender como
preconceitos se estruturam, se reproduzem e podem ser transformados no contexto
institucional. A pesquisa evidencia que o desarmamento simbólico, entendido como
o processo de desconstrução de percepções normativas e violências naturalizadas,
ocorre tanto pela transmissão de conhecimento quanto pelo encontro com corpos
dissidentes que tensionam regimes hegemônicos de inteligibilidade. A metodologia
adotada é de abordagem qualitativa, com caráter descritivo e analítico, baseada em
observação participante durante as formações, aplicação de questionários de
feedback, além da análise de relatos espontâneos e narrativas produzidas pelos
participantes. A presença do facilitador, homem trans árabe muçulmano, constituiu
dispositivo pedagógico central e elemento metodológico relevante, produzindo
deslocamentos afetivos e cognitivos que potencializaram o aprendizado. Os dados
coletados por meio de observações, questionários e narrativas dos participantes
revelam que a formação gerou abertura, empatia, desejo de continuidade e
reconhecimento da necessidade de atualização institucional. Ao mesmo tempo,
expôs limites estruturais como ausência de protocolos, falta de padronização
administrativa, fragilidades no uso do nome social e inexistência de diretrizes claras
para o acolhimento de pessoas LGBTQIA+. A partir desses achados, o trabalho
propõe a institucionalização de um programa permanente de formação baseado em
metodologias humanizadas, materiais de apoio, revisão de fluxos internos,
implementação de protocolos e criação de mecanismos contínuos de avaliação.
Conclui-se que a formação não apenas transformou percepções individuais, mas
também revelou caminhos estratégicos para qualificação da gestão pública,
evidenciando que políticas inclusivas dependem tanto de mudanças subjetivas
quanto de intervenções estruturais. O estudo reforça a importância da educação em
direitos humanos como instrumento de fortalecimento ético do Estado e apresenta
um modelo replicável de capacitação para outras administrações públicas do país.
Palavras-chave: atendimento público; população LGBTQIA +; desarmamento
simbólico; servidores públicos.
Política do pranto: luto, dor, memória, justiça e insurgência feminina em La Llorona (2019), antígonas e mães de maio
(2026-01-21) Lima, Daiane Soares de
O presente artigo analisa as narrativas La Llorona (2019), de Jayro Bustamante, Antígona, de Sófocles, e Antígona González, de Sara Uribe, articulando-as às práticas de memória e resistência do Movimento Mães de Maio, liderado por Débora Maria da Silva. O objetivo é compreender como essas obras e experiências mobilizam relações entre gênero, poder, luto e justiça, evidenciando formas de enfrentamento à violência patriarcal, colonial e estatal. Embora situadas em contextos distintos, todas convergem pela centralidade da dor feminina e pela recusa em aceitar o apagamento dos mortos, insistindo na força ética de nomear, lembrar e reivindicar sua dignidade. Em La Llorona (2019), a figura de Alma reinterpreta o mito da mulher que chora para denunciar o genocídio maia-ixil; em Sófocles e em Sara Uribe, as Antígonas desafiam o poder soberano ao exigir que os mortos sejam reconhecidos e honrados. No Brasil, as Mães de Maio transformam o luto pelas mortes de jovens negros e periféricos, vítimas da violência policial, em mobilização política e construção de memória coletiva. Assim, essas narrativas e experiências revelam que a maternidade funcionam como forças de resistência que desestabilizam discursos oficiais e reconstroem sentidos de justiça diante da necropolítica estatal.
Resumen
El presente artículo analiza las narrativas La Llorona (2019), de Jayro Bustamante, Antígona, de Sófocles, y Antígona González, de Sara Uribe, articulándolas con las prácticas de memoria y resistencia del Movimiento Madres de Mayo, liderado por Débora Maria da Silva. El objetivo es comprender cómo estas obras y experiencias movilizan las relaciones entre género, poder, duelo y justicia, poniendo de manifiesto formas de hacer frente a la violencia patriarcal, colonial y estatal. Aunque situadas en contextos distintos, todas convergen en la centralidad del dolor femenino y en la negativa a aceptar el borrado de los muertos, insistiendo en la fuerza ética de nombrar, recordar y reivindicar su dignidad. En La Llorona (2019), la figura de Alma reinterpreta el mito de la mujer que llora para denunciar el genocidio maya-ixil; en Sófocles y en Sara Uribe, las Antígonas desafían el poder soberano al exigir que los muertos sean reconocidos y honrados. En Brasil, las Madres de Mayo transforman el duelo por la muerte de jóvenes negros y periféricos, víctimas de la violencia policial, en movilización política y construcción de memoria colectiva. Así, estas narrativas y experiencias revelan que la maternidad funciona como una fuerza de resistencia que desestabiliza los discursos oficiales y reconstruye los sentidos de la justicia frente a la necropolítica estatal.
Entre honra, castigo e reconstrução: vivências das mulheres paraguaias na Guerra Guasú e no pós-conflito
(2026-01-21) Lima, Daiane Soares de
O presente artigo analisa as experiências femininas durante e após a Guerra Guasú (1864–1870), compreendendo como os papéis de cuidado, maternidade, luto e resistência foram profundamente moldados pela violência estatal e pelas estruturas coloniais que atravessaram o conflito. A partir da distinção entre residentas e destinadas, discute-se como o Estado paraguaio produziu categorias de controle moral e político sobre os corpos das mulheres, exaltando umas como símbolos de patriotismo e relegando outras à condição de inimigas internas sujeitas a punição, exílio e apagamento social. Com base em documentos da época, testemunhos e revisão historiográfica, investigam-se as diversas formas de atuação feminina. Argumenta-se que, diante da ampla devastação demográfica e territorial, a maternidade adquiriu caráter político central, articulando práticas de luto, preservação da memória e resistência frente à violência patriarcal e estatal.
Resumen
El presente artículo analiza las experiencias femeninas durante y después de la Guerra del Paraguay (1864-1870), comprendiendo cómo los roles de cuidado, maternidad, duelo y resistencia fueron profundamente moldeados por la violencia estatal y las estructuras coloniales que atravesaron el conflicto. A partir de la distinción entre residentes y destinadas, se discute cómo el Estado paraguayo produjo categorías de control moral y político sobre los cuerpos de las mujeres, exaltando a unas como símbolos de patriotismo y relegando a otras a la condición de enemigas internas sujetas a castigo, exilio y borrado social. A partir de documentos de la época, testimonios y revisión historiográfica, se investigan las diversas formas de actuación femenina. Se argumenta que, ante la amplia devastación demográfica y territorial, la maternidad adquirió un carácter político central, articulando prácticas de duelo, preservación de la memoria y resistencia frente a la violencia patriarcal y estatal.
Conflictos socioambientales y acción colectiva en Santander, Colombia (2016-2024): movilizaciones populares por la defensa de la vida, el agua y el territorio
(2026-01-21) Diaz Caceres, Aura Maria
A presente pesquisa realiza de uma análise das conflitividades socioambientais desencadeadas nos territórios de Mogotes, São Vicente e o Carmen de Chucurí em Santander-Colômbia, por causa da presença de projetos extrativistas e neoextrativismo de tipo mineiro e hidroenergéticos. Propõe-se analisar as respostas das comunidades por meio da ação coletiva e da mobilização popular de diversos atores em defesa dos bens comuns e a rejeição a este tipo de projetos. A fim de contribuir para a produção de conhecimento a partir da interpretação e intervenção na realidade e em compromisso com as comunidades e as lutas emancipadoras dos povos, a metodologia proposta para realizar uma análise a partir do território-região é o uso de técnicas qualitativas tais como: entrevista semi-estruturada, observação participativa e pesquisa ação participativa (IAP). A hipótese proposta é que o surgimento dos movimentos populares “Pela defesa da vida, a água e o território”, aglutina atores regionais e locais nas comunidades que se caracterizam pelo princípio de autonomia e demandas históricas pela soberania do território. Através de quadros de ação coletiva e mobilização popular, conseguem visualizar os conflitos socioambientais e desencadear laços de solidariedade. Espera-se que esta proposta de investigação permita pensar a questão da relação da depredação da natureza como bem econômico, a partir da capitalização e mercantilização dos bens comuns, assim como realizar a análise e a transnacionalização dos conflitos no meio do exercício de pensar e repensar as relações de poder e de domínio que se impuseram historicamente aos povos latino-americanos e suas diversas formas de persistência e resistência.
Resumen
La presente investigación realiza un análisis de las conflictividades socioambientales desatadas en los territorios de Mogotes, San Vicente y el Carmen de Chucurí en Santander-Colombia, a causa de la presencia de proyectos extractivistas y neoextractivistas de tipo minero e hidroenergéticos. Se propone analizar las respuestas desde las comunidades por medio de la acción colectiva y la movilización popular de diversos actores en defensa de los bienes comunes y el rechazo a este tipo de proyectos. Con el fin de aportar en la producción de conocimiento desde la interpretación y la intervención en la realidad y en compromiso con las comunidades y las luchas emancipadoras de los pueblos, la metodología propuesta para realizar un análisis desde el territorio-región es el uso de las técnicas cualitativas tales como: entrevista semiestructurada, observación participante e Investigación Acción Participativa (IAP). La hipótesis propuesta es que el surgimiento de los movimientos populares “Por la defensa de la vida, el agua y el territorio”, aglutina actores regionales y locales en las comunidades que se caracterizan por el principio de autonomía y demandas históricas por la soberanía del territorio. Mediante marcos de la acción colectiva y la movilización popular, logran visibilizar las conflictividades socioambientales y desencadenar lazos de solidaridad. Se espera que esta propuesta de investigación permita pensar la cuestión de la relación de la depredación de la naturaleza como bien económico, a partir de la capitalización y mercantilización de los bienes comunes, así como realizar el análisis y la transnacionalización de los conflictos en medio del ejercicio de pensar y repensar las relaciones de poder y de dominio que se han impuesto históricamente a los pueblos latinoamericanos y sus diversas formas de persistencia y resistencia.