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REPRESENTACIÓN DE LOS ESPACIOS MEMORATIVOS EN EL CARIBE COLOMBIANO: ANÁLISIS DE VER LO QUE VEO (2017) Y LOS CRISTALES DE LA SAL (2019)
(2026-07-09) Yaruro, Angie; Orientação
El Caribe colombiano es uno de los principales destinos turísticos del país, pero también es una zona marginada política, cultural y socialmente dentro del imaginario nacional. Esta región, dividida en la zona caribeña y la insular, suele representarse como un lugar con playas paradisíacas, mezcla de culturas, gran concentración de manifestaciones culturales y el centro de diversos patrimonios culturales. Sin embargo, detrás de esta imagen se ocultan dos comunidades cuya memoria ha sido silenciada y que resisten a la esclavitud económica y política del mercado turístico, así como la explotación y el despojo de sus tierras (Bendek, 2022). Así mismo, considerando que la distancia entre estas dos regiones es de aproximadamente 720 km, los residentes de la región insular, han recibido más influencia de las culturas antillanas que de Colombia, enfrentando no sólo una barrera geográfica, sino también cultural. Por consiguiente, teniendo en cuenta la importancia de recuperar la memoria de las regiones caribeña e insular, la estrecha relación que tienen estas comunidades con el espacio y la posibilidad de que los espacios puedan convertirse en sujetos portadores de recuerdos y dotados de una memoria que supera la de los seres humanos (Assmann, 2016), este proyecto pretende llevar a cabo una recuperación comparativa a través de la representación de los espacios memorativos en las obras Ver lo que veo (2017), del escritor cartagenero Roberto Burgos Cantor, y Los cristales de la sal (2019), de la escritora sanandresana Cristina Bendek. Esta investigación, enmarcada en los estudios de literatura comparada y de carácter cualitativo, con énfasis en la revisión bibliográfica, se basa en los trabajos de William Ospina (2013), Márcio Seligmann-Silva (2022), Benedict Anderson (1993), Gaston Bachelard (2000), Josefina Ludmer (2010), Paul Ricoeur (2004), Aleida Assmann (2016), Luis Alberto Brandão (2013) y Maurice Halbwachs (2013); y, se dividirá en tres capítulos: (1) Desarrollo del imaginario nacional y exclusión de la región caribeña e insular; (2) evolución de la novela y estudio del espacio en Colombia, y (3) análisis y rescate comparativo de las dos obras. Entre los resultados obtenidos, cabe destacar la marginalización geográfica sufrida por dichas comunidades, el uso de espacios naturales y arquitectónicos como reactivadores de la memoria colectiva e individual, la influencia de los autores en la representación de los espacios y el contraste entre la organización geográfica oficial y la llevada a cabo por las protagonistas.
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Perspectivas e desafios no processo de legalização de cubanos no Brasil
(2026-07-09) Hernández Santos, Miriam Isabel
Esta pesquisa analisa criticamente os desafios da legalização migratória e do reconhecimento do refúgio de cubanos no Brasil, considerando as dimensões jurídicas, institucionais e políticas que atravessam os fluxos migratórios contemporâneos. O estudo parte das teorias das migrações internacionais, com ênfase na Teoria das Redes Migratórias, utilizada como principal referencial teórico para compreender como os vínculos sociais, familiares e transnacionais influenciam os deslocamentos, os processos de regularização documental e as estratégias de inserção social dos migrantes cubanos em território brasileiro. A pesquisa adota abordagem qualitativa, baseada em revisão bibliográfica, análise documental da legislação migratória e do regime internacional de proteção aos refugiados, além da interpretação de dados estatísticos oficiais do Observatório das Migrações Internacionais (OBMigra), da Lei nº 13.445/2017, da Lei nº 9.474/1997 e de relatórios relacionados ao Comitê Nacional para os Refugiados (CONARE). Os resultados demonstram que, embora o Brasil possua um arcabouço jurídico considerado avançado em matéria de direitos humanos e proteção internacional, persistem obstáculos institucionais e diplomáticos que dificultam o reconhecimento do refúgio para cidadãos cubanos. A pesquisa identifica elevada taxa de arquivamento e extinção de processos, longos períodos de espera e forte dependência das redes migratórias como mecanismo de acesso à informação, proteção social e regularização documental. Constatou-se ainda que muitos migrantes utilizam a solicitação de refúgio como estratégia temporária de permanência regular até conseguirem autorização de residência por outros meios, especialmente vínculos familiares e trabalho. O estudo conclui que as relações diplomáticas entre Brasil e Cuba influenciam indiretamente os processos de reconhecimento do refúgio, evidenciando tensões entre soberania estatal, proteção internacional e direitos humanos. Resumen Esta investigación analiza críticamente los desafíos de la legalización migratoria y del reconocimiento del refugio de cubanos en Brasil, considerando las dimensiones jurídicas, institucionales y políticas que atraviesan los flujos migratorios contemporáneos. El estudio parte de las teorías de las migraciones internacionales, con énfasis en la Teoría de las Redes Migratorias, utilizada como principal marco teórico para comprender cómo los vínculos sociales, familiares y transnacionales influyen en los desplazamientos, en los procesos de regularización documental y en las estrategias de inserción social de los migrantes cubanos en territorio brasileño. La investigación adopta un enfoque cualitativo, basado en revisión bibliográfica, análisis documental de la legislación migratoria y del régimen internacional de protección a los refugiados, además de la interpretación de datos estadísticos oficiales del Observatorio de las Migraciones Internacionales (OBMigra), de la Ley nº 13.445/2017, de la Ley nº 9.474/1997 y de informes relacionados con el Comité Nacional para los Refugiados (CONARE). Los resultados demuestran que, aunque Brasil posee un marco jurídico considerado avanzado en materia de derechos humanos y protección internacional, persisten obstáculos institucionales y diplomáticos que dificultan el reconocimiento del refugio para ciudadanos cubanos. La investigación identifica altas tasas de archivo y extinción de procesos, largos períodos de espera y fuerte dependencia de las redes migratorias como mecanismo de acceso a información, protección social y regularización documental. También se constató que muchos migrantes utilizan la solicitud de refugio como estrategia temporal de permanencia regular hasta obtener autorización de residencia por otros medios, especialmente vínculos familiares y trabajo. El estudio concluye que las relaciones diplomáticas entre Brasil y Cuba influyen indirectamente en los procesos de reconocimiento del refugio, evidenciando tensiones entre soberanía estatal, protección internacional y derechos humanos.
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Sedimentando a nova ordem mundial: a Belt And Road Initiative e o papel da América Latina na ascensão hegemônica da China
(2026-07-09) Miguel Caselato, Joab
O presente trabalho analisa o processo de reconfiguração do sistema internacional contemporâneo a partir da ascensão econômica da República Popular da China e de sua projeção geoeconômica sobre a América Latina e o Caribe. O contexto global hodierno indica um processo de transição hegemônica estrutural, na qual a Iniciativa do Cinturão e Rota (Belt and Road Initiative) emerge como o principal instrumento institucional de Beijing para converter suas capacidades produtivas e financeiras em liderança sistêmica. Diante desse cenário de disputa global, a pesquisa tem como objetivo geral investigar de que modo a Iniciativa do Cinturão e Rota e os demais mecanismos de inserção chinesa na região latino-americana contribuem para a sedimentação de um novo bloco histórico contra-hegemônico. Para atingir esse propósito, o estudo examina as dimensões materiais e superestruturais desse fenômeno, articulando os ciclos sistêmicos de acumulação de Giovanni Arrighi com a teoria das forças sociais e dos blocos históricos postulada por Robert Cox e fundamentada no pensamento gramsciano. A metodologia empregada adota uma abordagem qualitativa e histórico-estrutural, alicerçada em pesquisa bibliográfica e documental que utiliza dados atualizados de organismos internacionais e plataformas de monitoramento financeiro para mapear os fluxos de comércio e investimento. Adicionalmente, o trabalho aplica o método de estudo comparado para compreender as especificidades das relações bilaterais e a atuação decisiva das forças sociais internas nos vinte e três países signatários do memorando da iniciativa no subcontinente. Os resultados alcançados demonstram que a China constrói ativamente as bases de um bloco histórico regional por meio de uma estratégia multidimensional e pragmática na qual, na dimensão material e infraestrutural, a atuação asiática consolida-se via financiamento de megaprojetos logísticos, portuários e energéticos, pela assinatura estratégica de Tratados de Livre Comércio e pela institucionalização do multilateralismo sinocêntrico através do Fórum China-CELAC, enquanto, na dimensão superestrutural, Beijing garante o consentimento mediante o emprego de ferramentas de aquiescência ideológica, da diplomacia cultural, de parcerias acadêmicas e da capilaridade da paradiplomacia urbana. Contudo, os achados revelam que essa inserção reproduz e aprofunda as assimetrias históricas inerentes à relação centro-periferia, visto que a região mantém o seu papel histórico de fornecedora primário-exportadora de recursos naturais e importadora de manufaturas de alto valor agregado. Observa-se, por fim, que o bloco histórico sinocêntrico na América Latina ainda se encontra em estágio incompleto de formação e apresenta heterogeneidades internas, enfrentando resistências de setores industriais ameaçados, tensões com populações locais afetadas por práticas neoextrativistas e a pressão geopolítica dos Estados Unidos. Conclui-se, portanto, que a transição hegemônica em curso não promove uma ruptura sistêmica imediata com a ordem global preestabelecida, mas opera uma reconfiguração gradual das hierarquias do sistema-mundo contemporâneo. Resumen El presente trabajo analiza el proceso de reconfiguración del sistema internacional contemporáneo a partir del ascenso económico de la República Popular China y de su proyección geoeconómica sobre América Latina y el Caribe. El contexto global actual evidencia los principios de un proceso de transición hegemónica estructural, en la cual la Iniciativa de la Franja y la Ruta (Belt and Road Initiative) emerge como el principal instrumento institucional de Beijing para convertir sus capacidades productivas y financieras en liderazgo sistémico. Ante este escenario de disputa global, la investigación tiene como objetivo general investigar de qué modo la Iniciativa de la Franja y la Ruta y los demás mecanismos de inserción china en la región latinoamericana contribuyen a la sedimentación de un nuevo bloque histórico contrahegemónico. Para alcanzar este propósito, el estudio examina las dimensiones materiales y superestructurales de este fenómeno, articulando los ciclos sistémicos de acumulación de Giovanni Arrighi con la teoría de las fuerzas sociales y de los bloques históricos postulada por Robert Cox y fundamentada en el pensamiento gramsciano. La metodología empleada adopta un enfoque cualitativo e histórico-estructural, sustentada en investigación bibliográfica y documental que utiliza datos actualizados de organismos internacionales y plataformas de monitoreo financiero para mapear los flujos de comercio e inversión. Adicionalmente, el trabajo aplica el método de estudio comparado para comprender las especificidades de las relaciones bilaterales y la actuación decisiva de las fuerzas sociales internas en los veintitrés países signatarios del memorando de la iniciativa en el subcontinente. Los resultados alcanzados demuestran que China construye activamente las bases de un bloque histórico regional por medio de una estrategia multidimensional y pragmática en la cual, en la dimensión material e infraestructural, la actuación asiática se consolida vía financiamiento de megaproyectos logísticos, portuarios y energéticos, por la firma estratégica de Tratados de Libre Comercio y por la institucionalización del multilateralismo sinocéntrico a través del Foro China-CELAC, mientras que, en la dimensión superestructural, Beijing garantiza el consentimiento mediante el ejercicio de estrategias de asentimiento ideológico, de la diplomacia cultural, de alianzas académicas y de la capilaridad de la paradiplomacia urbana. Sin embargo, los hallazgos revelan que esta inserción reproduce y profundiza las asimetrías históricas inherentes a la relación centro-periferia, dado que la región mantiene su papel histórico de proveedora primario-exportadora de recursos naturales e importadora de manufacturas de alto valor agregado. Se observa, por último, que el bloque histórico sinocéntrico en América Latina aún se encuentra en una etapa incompleta de formación y presenta heterogeneidades internas, enfrentando resistencias de sectores industriales amenazados, tensiones con poblaciones locales afectadas por prácticas neoextractivistas y la presión geopolítica de los Estados Unidos. Se concluye, por lo tanto, que la transición hegemónica en curso no promueve una ruptura sistémica inmediata con el orden global preestablecido, sino que opera una reconfiguración gradual de las jerarquías del sistema-mundo contemporáneo.
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A emancipação das mulheres nas produções de Vladimir Lênin e Alexandra Kollontai durante o processo revolucionário russo de 1917
(2026-07-08) Crespin, Michelli Acosta
O presente trabalho analisará como o tema da emancipação das mulheres, mais especificamente das mulheres trabalhadoras, foi abordado por Vladimir Lênin e Alexandra Kollontai, duas importantes lideranças soviéticas. A fim de que o objetivo do estudo seja contemplado, as fontes a serem utilizadas serão excertos de falas e textos do líder bolchevique Vladimir Lênin e da também revolucionária Alexandra Kollontai. Assim, será possível refletir como cada autor e autora trata das temáticas do trabalho doméstico, ampliação dos direitos das mulheres, maternidade, aborto, divórcio, abandono paterno e pensão alimentícia, a fim de identificar possíveis divergências e congruências. Desta forma, o estudo irá explorar os anos revolucionários na Rússia, principalmente de 1917 até a década de 1920. A discussão se situará no contexto revolucionário e analisará a construção das ideias centrais. O estudo se torna relevante pois apresenta a importância de debates como a maternidade, trabalho doméstico, aborto e direitos das mulheres, e como estes temas ainda reverberam nos dias atuais envolvendo as lutas e através das teorias feministas. Apesar das mudanças históricas e conquistas políticas, grande parte destes problemas enfrentados diariamente pelas mulheres ainda permanece como desafio.
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A proteção de refugiados LGBTQIA+ no regime internacional: uma análise crítica das políticas de proteção e inclusão
(2026) Matos, Gabriel Augusto da Silva
O presente trabalho analisa a proteção internacional de refugiados LGBTQIA+ no regime internacional de refúgio, examinando criticamente a incorporação da perseguição baseada em orientação sexual e identidade de gênero (OSIG) aos mecanismos internacionais de proteção. O objetivo é compreender como essa forma de perseguição foi progressivamente reconhecida por Estados, organizações internacionais e sistemas regionais de direitos humanos em um regime originalmente estruturado sem contemplar tais fundamentos, bem como identificar os limites e desafios que persistem para sua efetivação. Trata-se de pesquisa qualitativa e de natureza descritiva, baseada em revisão bibliográfica crítica, análise documental e estudo de caso centrado no Brasil e em países selecionados da América Latina. O marco analítico articula a teoria dos regimes internacionais de Stephen Krasner, a concepção multidimensional de Estado de Guillermo O'Donnell, a reflexão de Hannah Arendt sobre o direito a ter direitos e contribuições da teoria queer, do pensamento decolonial, do conceito de homonacionalismo e da perspectiva interseccional. A análise parte da Convenção Relativa ao Estatuto dos Refugiados de 1951 e do Protocolo de 1967, incorpora a ampliação regional promovida pela Declaração de Cartagena de 1984 e examina o papel do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR), dos sistemas global e interamericano de direitos humanos e de instrumentos como os Princípios de Yogyakarta na consolidação de parâmetros específicos de proteção. Os resultados demonstram que a perseguição por OSIG foi progressivamente reconhecida como fundamento legítimo para o reconhecimento da condição de refugiado, culminando na construção de mecanismos normativos e procedimentais especializados em âmbito internacional e nacional; no caso brasileiro, destacam-se a Lei nº 9.474/1997 e os procedimentos recentemente adotados para o reconhecimento de pessoas perseguidas por OSIG. A pesquisa evidencia, contudo, que tais avanços ocorreram predominantemente por meio da reinterpretação de normas e categorias já existentes, sobretudo da noção de pertencimento a determinado grupo social, sem alterar os princípios fundantes do regime internacional de refúgio. Conclui-se que a proteção de refugiados LGBTQIA+ representa um processo de expansão normativa dentro do regime, e não uma transformação estrutural deste, permanecendo condicionada à capacidade estatal de implementação, à vontade política e à atuação complementar de organizações internacionais e da sociedade civil diante das persistentes tensões entre soberania, direitos humanos e proteção internacional. Resumen El presente trabajo analiza la protección internacional de las personas refugiadas LGBTQIA+ en el régimen internacional de refugio, examinando críticamente la incorporación de la persecución basada en la orientación sexual y la identidad de género (OSIG) a los mecanismos internacionales de protección. El objetivo es comprender cómo esta forma de persecución fue reconocida progresivamente por los Estados, las organizaciones internacionales y los sistemas regionales de derechos humanos en un régimen originalmente estructurado sin contemplar tales fundamentos, así como identificar los límites y desafíos que persisten para su efectiva implementación. Se trata de una investigación cualitativa y de carácter descriptivo, basada en revisión bibliográfica crítica, análisis documental y estudio de caso centrado en Brasil y en países seleccionados de América Latina. El marco analítico articula la teoría de los regímenes internacionales de Stephen Krasner, la concepción multidimensional de Estado de Guillermo O'Donnell, la reflexión de Hannah Arendt sobre el derecho a tener derechos y aportes de la teoría queer, el pensamiento decolonial, el concepto de homonacionalismo y la perspectiva interseccional. El análisis parte de la Convención sobre el Estatuto de los Refugiados de 1951 y de su Protocolo de 1967, incorpora la ampliación regional promovida por la Declaración de Cartagena de 1984 y examina el papel desempeñado por el Alto Comisionado de las Naciones Unidas para los Refugiados (ACNUR), los sistemas global e interamericano de derechos humanos e instrumentos como los Principios de Yogyakarta en la consolidación de parámetros específicos de protección. Los resultados demuestran que la persecución por OSIG fue reconocida progresivamente como fundamento legítimo para el reconocimiento de la condición de refugiado, lo que condujo a la construcción de mecanismos normativos y procedimentales especializados en el ámbito internacional y nacional; en el caso brasileño, se destacan la Ley n.º 9.474/1997 y los procedimientos recientemente adoptados para el reconocimiento de personas perseguidas por OSIG. La investigación evidencia, sin embargo, que dichos avances se produjeron predominantemente mediante la reinterpretación de normas y categorías ya existentes, en particular la noción de pertenencia a determinado grupo social, sin alterar los principios fundantes del régimen internacional de refugio. Se concluye que la protección de las personas refugiadas LGBTQIA+ representa un proceso de expansión normativa dentro del régimen, y no una transformación estructural de este, y que permanece condicionada a la capacidad estatal de implementación, a la voluntad política y a la actuación complementaria de las organizaciones internacionales y de la sociedad civil ante las persistentes tensiones entre soberanía, derechos humanos y protección internacional.