Mapas em libras: a leitura cartográfica por estudantes surdos e os desafios da inclusão no ensino de geografia
| dc.contributor.author | Nascimento, Glenda Maria do | |
| dc.date.accessioned | 2026-02-23T15:40:42Z | |
| dc.date.available | 2026-02-23T15:40:42Z | |
| dc.date.issued | 2026-02-23 | |
| dc.description | Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Instituto Latino-Americano de Tecnologia, Infraestrutura e Território da Universidade Federal da Integração Latino-Americana, como requisito parcial à obtenção do título de licenciado em Geografia - Licenciatura. | |
| dc.description.abstract | A inclusão de estudantes surdos no ensino regular é um direito legal, mas sua efetivação depende de práticas pedagógicas que considerem a comunicação visual e a aprendizagem mediada pela Libras (Língua Brasileira de Sinais). Na Geografia, o uso do mapa é crucial para a construção do pensamento geográfico e raciocínio espacial, contudo, os mapas tradicionais são elaborados na lógica ouvintista e não contemplam a experiência linguística dos surdos. Este trabalho tem como objetivo compreender as possibilidades e desafios da leitura de mapas para estudantes surdos no contexto da Geografia, partindo da premissa de que a produção acadêmica sobre cartografia inclusiva na área ainda é restrita. A pesquisa, de abordagem qualitativa e exploratória, incluiu um levantamento bibliográfico (CAPES 2009–2023) que identificou 31 trabalhos, revelando a escassez de estudos específicos em Cartografia e Geografia. A falta de formação em Libras por parte dos professores é uma barreira central, resultando em uma exclusão velada onde a autonomia do aluno é comprometida pela dependência do Tradutor e Intérprete de Libras (TILS). Propõese, então, a Cartografia Escolar e Inclusiva (CEI), que utiliza a Libras, a Visografia (escrita de sinais) e a Datilologia nos elementos cartográficos, garantindo que a comunicação seja pautada no visual-espacial, essencial para o desenvolvimento do pensamento geográfico do aluno surdo. Resumen La inclusión de estudiantes sordos en la educación regular es un derecho legal, pero su efectivación depende de prácticas pedagógicas que consideren la comunicación visual y el aprendizaje mediado por la Lengua de Señas Brasileña (Libras). En el campo de la Geografía, el uso del mapa es fundamental para la construcción del pensamiento geográfico u del razonamiento espacial; sin embargo, los mapas tradicionales se elaboran desde una lógica oyentista y no contemplan la experiencia lingüística de las personas sordas. El objetivo de este trabajo es analizar las posibilidades y los desafíos de la lectura de mapas para estudiantes sordos en el contexto de la Geografía, partiendo de la premisa de que la producción académica sobre cartografía inclusiva en el área sigue siendo limitada. La investigación, de enfoque cualitativo y exploratorio, incluyó un levantamiento bibliográfico (CAPES 2009–2023) que identificó 31 trabajos, evidenciando la escasez de estudios específicos en Cartografía y Geografía. La falta de formación en Libras por parte de los docentes constituye un obstáculo principal, generando una exclusión velada en la que la autonomía del alumno se ve comprometida por la dependencia del Traductor e Intérprete de Libras (TILS). Se propone, por tanto, la Cartografía Escolar e Inclusiva (CEI), que incorpora la Libras, la Visografía (escritura de señas) y la Dactilología en los elementos cartográficos, garantizando que la comunicación responda a lo visualespacial, aspecto esencial para el desarrollo del pensamiento geográfico del estudiante sordo. | |
| dc.identifier.uri | https://dspace.unila.edu.br/handle/123456789/9698 | |
| dc.rights | openAccess | |
| dc.subject | estudantes surdos | |
| dc.subject | Língua brasileira de sinais | |
| dc.subject | cartografia inclusiva | |
| dc.subject | leitura de mapas | |
| dc.title | Mapas em libras: a leitura cartográfica por estudantes surdos e os desafios da inclusão no ensino de geografia | |
| dcterms.abstract | The inclusion of deaf students in mainstream education is a legal right; however, its effective implementation depends on pedagogical practices that take visual communication and learning mediated through Libras (Brazilian Sign Language) into account. In Geography, the use of maps is crucial for the construction of geographical thinking and spatial reasoning; nevertheless, traditional maps are produced within a hearing-centered logic and do not accommodate the linguistic experiences of deaf individuals. This study aims to understand the possibilities and challenges of map reading for deaf students in the context of Geography, based on the premise that academic production on inclusive cartography in this field remains limited. The research adopts a qualitative and exploratory approach and includes a bibliographic review (CAPES, 2009–2023), which identified 31 studies, revealing a scarcity of research specifically focused on Cartography and Geography. The lack of teacher training in Libras represents a central barrier, resulting in a form of hidden exclusion in which students’ autonomy is compromised by their dependence on the Brazilian Sign Language Translator and Interpreter (TILS). In response, this paper proposes Inclusive School Cartography (ISC), which incorporates Libras, Visography (sign writing), and Fingerspelling into cartographic elements, ensuring that communication is grounded in the visual-spatial modality, which is essential for the development of geographical thinking in deaf students. |
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