A literatura latino-americana e o luto ditatorial: a ruína familiar em três romances

dc.contributor.authorCardoso, Maria Clara de Sousa
dc.date.accessioned2026-02-13T14:17:30Z
dc.date.available2026-02-13T14:17:30Z
dc.date.issued2026-02-13
dc.descriptionDissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Literatura Comparada da Universidade Federal da Integração Latino-Americana, como requisito parcial à obtenção do título de Mestre em Literatura Comparada.
dc.description.abstractNa busca por compreender algumas representações contemporâneas sobre o luto ditatorial no Cone Sul americano, esta pesquisa estabelece uma leitura comparada de três romances publicados no interstício das duas primeiras décadas dos anos 2000, sendo eles K. - relato de uma busca (2011), de Bernardo Kucinski, Mulheres que mordem (2015), de Beatriz Leal e Jamais o fogo nunca (2007), de Diamela Eltit. O trabalho investigativo se projeta sobre a representação, nessas obras, de questões atreladas à memória, à ausência e ao trauma enquanto quadros do esfacelamento familiar desencadeado pelas ditaduras civil-militares no Brasil, Argentina e Chile. Como fundamentação teórico-crítica para a análise, a pesquisa se apoia em trabalhos de autores como Freud (2011), Cathy Caruth (2000), Pilar Calveiro (2013), Agamben (2002) dentre outros. Resumen En un intento por comprender algunas representaciones contemporáneas del duelo dictatorial en el Cono Sur de América, esta investigación establece una lectura comparativa de tres novelas publicadas en las dos primeras décadas de la década de 2000, a saber, K. - relato de uma busca (2011), de Bernardo Kucinski, Mulheres que mordem (2015), de Beatriz Leal y Jamais o fogo nunca (2007), de Diamela Eltit. El proyecto de investigación se centra en la representación, en estas obras, de cuestiones vinculadas a la memoria, la ausencia y el trauma como marcos de la ruptura familiar desencadenada por las dictaduras cívico-militares en Brasil, Argentina y Chile. Como fundamento teórico-crítico para el análisis, la investigación se apoya en el trabajo de autores como Freud (2011), Cathy Caruth (2000), Pilar Calveiro (2013), Agamben (2002) y otros.
dc.identifier.urihttps://dspace.unila.edu.br/handle/123456789/9683
dc.language.isovi
dc.rightsopenAccess
dc.subjectluto
dc.subjectmemória
dc.subjectliteratura latino-americana
dc.subjectditadura - América latina
dc.titleA literatura latino-americana e o luto ditatorial: a ruína familiar em três romances
dcterms.abstractTo understand some contemporary representations of dictatorial mourning in the South American Cone, this research establishes a comparative reading of three novels published in the first two decades of the 2000s, namely K. - relato de uma busca (2011) by Bernardo Kucinski, Mulheres que mordem (2015) by Beatriz Leal and Jamais o fogo nunca (2007) by Diamela Eltit. The research focuses on the representation, in these works, of issues linked to memory, absence and trauma as frames of the family breakdown triggered by the civil-military dictatorships in Brazil, Argentina and Chile. As a theoretical-critical foundation for the analysis, the research draws on the work of authors such as Freud (2011), Cathy Caruth (2000), Pilar Calveiro (2013), Agamben (2002) and others.

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