As políticas públicas de saúde mental para a população migrante em zona de fronteiras do Brasil: Uma Revisão integrativa da literatura
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Data
2026-03-03
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Resumo
A saúde mental é um dos assuntos que vem atingido mais força nos últimos tempos,
despertando grande interesse tanto na sociedade quanto nas ciências da saúdeo transtornos
mentais eles podem afetar diversas áreas da vida tanto psicológicas como físicos chegando
a impactar a saúde das pessoas em níveis inimagináveis, razão pela qual este estudo tem
como objetivoidentificar lacunas na produção bibliográfica recente e analisar de que forma
as políticas existentes contribuem para a promoção da saúde mental da população migrante.
Este trabalho é uma revisão integrativa da literatura sobre as políticas públicas de saúde
mental orientada à população migrante no Brasil, com foco especial na zona Fronteira do
Brasil, esta investigação foi realizada nas bases de dados da Rede Virtual Saúde Biblioteca
(BVS),Latim americano e Caribe Literatura em Saúde Ciências (LILACS) e Public Medical
Literatura Analysis and Retrieval System Online(PubMed), baseado sobre o descritores “
Saúde Mental” ,“Políticas de Saúde” e “Migração”Inicialmente, 1572 foram encontrados,
das quais tem 376 que foi duplicado e foram expulsada, após aplicação dos critérios 4
estudos integraram a amostra final, o conteúdo dos artigos foi agrupado criando as
seguintes quatro categorias: direito a saúde e as políticas, determinantes sociais e desafios
fronteiriços, formação intercultural e práticas de cuidado em saúde mental e a relação entre
as políticas públicas e à realidade práticas do atendimento em saúde mental a população
migrante. De acordo com os resultados obtidos a partir das informações coletadas, mostram
que o Brasil possui uma estrutura legal sólido, baseada nos princípios do Sistema Único de
Saúde e também nas políticas específicas voltadas às populações migrantes e refugiadas. A
revisão também evidenciou que fatores como xenofobia, discriminação racial, barreiras
linguísticas, precarização laboral e fragilidade das redes de apoio intensificam o sofrimento
psíquico dos migrantes. O estudo destaca a necessidade de uma abordagem mais integrada
e humanizada para garantir o direito universal à saúde mental dos migrantes.
Abstract
Descrição
Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Instituto Latino Americano de Ciências da Vida e da Natureza da Universidade Federal da Integração Latino Americana, como requisito parcial à obtenção do título de Bacharel em Saúde Coletiva.
Palavras-chave
Saúde Mental, Políticas Públicas, população migrante, triplice fronteira