A influência da Massa Polar Atlântica na região oeste do Paraná de 1995 a 2025
| dc.contributor.advisor | Marcia Aparecida Procopio da Silva Scheer (orientadora) | |
| dc.contributor.author | Magnabosco, Mariane Dutra | |
| dc.date.accessioned | 2026-07-23T20:30:52Z | |
| dc.date.available | 2026-07-23T20:30:52Z | |
| dc.date.issued | 2026-07-23 | |
| dc.description | Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Instituto Latino-Americano de Tecnologia, Infraestrutura e Território da Universidade Federal da Integração Latino-Americana, como requisito parcial à obtenção do título de Bacharel em Geografia. | |
| dc.description.abstract | Esta pesquisa analisou a influência da Massa Polar Atlântica (MPA) na região oeste do Paraná entre os anos de 1995 a 2025, destacando sua relevância na intensificação de eventos climáticos extremos e as implicações socioeconômicas e ambientais. A MPA foi identificada como um dos principais agentes responsáveis por ondas de frio, geadas e precipitações intensas, com impactos diretos sobre a agricultura, infraestrutura urbana e saúde da população. A pesquisa se baseou em autores como Maack (1981), que descreveu o papel do relevo paranaense na penetração do ar frio; Mendonça (2007), ao abordar sistemas atmosféricos e pesquisadores como Aquino (2012) e Lindemann (2025), que reforçam a relação entre aquecimento global e a intensificação desses eventos climáticos. Também foram considerados os relatórios do Painel Intergovernamental sobre mudanças climáticas (IPCC). A metodologia envolveu a análise de fontes secundárias, como dados meteorológicos de três cidades representativas da mesorregião oeste (Foz do Iguaçu, Cascavel e Toledo), complementadas por registros jornalísticos, bancos de dados do governo do estado do Paraná e boletins da Defesa Civil e SIMEPAR. Os resultados mostraram que a MPA intensificou a frequência e a gravidade dos eventos extremos na região oeste do Paraná, com destaque para geadas fora de época que comprometeram culturas agrícolas, tempestades de granizo que afetaram tanto áreas urbanas quanto rurais, secas prolongadas que impactaram o abastecimento de água e ondas de frio que aumentaram a incidência de doenças respiratórias e afetaram populações vulneráveis. Conclui-se que tais fenômenos geram pressão econômica e social, exigindo estratégias de adaptação para além dos danos ambientais, e que aumente a resiliência dos agricultores e da população em geral. Resumen Esta investigación analizó la influencia de la Masa de Aire Polar del Atlántico (MPA) en la región occidental de Paraná entre 1995 y 2025, destacando su papel en la intensificación de eventos climáticos extremos y sus implicaciones socioeconómicas y ambientales. Se identificó a la MPA como uno de los principales factores desencadenantes de olas de frío, heladas y precipitaciones intensas, lo que repercute directamente en la agricultura, las infraestructuras urbanas y la salud pública. La investigación se basó en los trabajos de autores como Maack (1981), quien describió el papel de la topografía de Paraná en la penetración del aire frío; Mendonça (2007), al abordar los sistemas atmosféricos; e investigadores como Aquino (2012) y Lindemann (2025), que refuerzan el vínculo entre el calentamiento global y la intensificación de estos fenómenos extremos. También se tuvieron en cuenta los informes del Panel Intergubernamental sobre el Cambio Climático (IPCC). La metodología consistió en el análisis de fuentes secundarias, como datos meteorológicos de tres ciudades representativas de la mesorregión occidental (Foz do Iguaçu, Cascavel y Toledo), complementadas con noticias de prensa, bases de datos del Gobierno del estado de Paraná y boletines de Defensa Civil y del SIMEPAR. Los resultados demostraron que el MPA intensificó la frecuencia y la gravedad de los eventos extremos en el oeste de Paraná, destacando heladas fuera de temporada que comprometieron los cultivos agrícolas, las granizadas que afectaron tanto a las zonas urbanas como a las rurales, sequías prolongadas que impactaron al abastecimiento de agua y las olas de frío que aumentaron la incidencia de enfermedades respiratorias y afectaron a poblaciones vulnerables. El análisis concluye que estos fenómenos generan presión económica y social, lo que exige estrategias de adaptación que, más allá de abordar el daño medioambiental, mejoren la resiliencia de los agricultores y de la población en general. | |
| dc.identifier.uri | https://dspace.unila.edu.br/handle/123456789/9921 | |
| dc.language.iso | vi | |
| dc.rights | openAccess | |
| dc.subject | Massa Polar Atlântica | |
| dc.subject | oeste paranaense | |
| dc.subject | mudanças climáticas | |
| dc.subject | extremos climáticos | |
| dc.title | A influência da Massa Polar Atlântica na região oeste do Paraná de 1995 a 2025 | |
| dcterms.abstract | This study analyzed the influence of the Atlantic Polar Air Mass (MPA) on the western region of Paraná between 1995 and 2025, highlighting its role in intensifying extreme weather events and the associated socioeconomic and environmental implications. The MPA was identified as a primary driver of cold waves, fronts, and heavy precipitation, directly impacting agriculture, urban infrastructure, and public health. The research drew upon the work of authors such as Maack (1981), who described the role of Paraná's topography in cold air penetration; Mendonça (2007), regarding atmospheric systems; and researchers like Aquino (2012) and Lindemann (2025), who reinforce the link between global warming and the intensification of these extreme weather events. Reports from the Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC) were also taken into account. The methodology involved analyzing secondary sources, such meteorological data from three representative cities in the western mesoregion (Foz do Iguaçu, Cascavel, and Toledo), complemented by news reports, Paraná state government databases, and bulletins from Civil Defense and SIMEPAR. The results demonstrated that the MPA intensified the frequency and severity of extreme events in western Paraná, notably including unseasonal frosts that compromised crops, hailstorms affecting both urban and rural areas, prolonged droughts impacting water supplies, and cold waves that increased the incidence of respiratory diseases and affected vulnerable populations. The study concludes that these phenomena create economic and social pressure, requiring adaptation strategies that, beyond addressing environmental damage, enhance the resilience of farmers and the general population. |
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