PACIENTES IDOSOS RECEBEM CUIDADOS PALIATIVOS DE MENOR QUALIDADE? - UMA REVISÃO INTEGRATIVA SOBRE MANEJO DA DOR E DA DISPNEIA

dc.contributor.advisorOrientação
dc.contributor.advisorTrabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Instituto Latino Americano de Ciências da Vida e da Natureza da Universidade Federal da Integração Latino Americana, como requisito parcial à obtenção do título de Bacharel em Médicina.
dc.contributor.authorVantroba, Giovanna Pinheiro
dc.date.accessioned2026-04-21T23:45:02Z
dc.date.available2026-04-21T23:45:02Z
dc.date.issued2026-04-21
dc.description.abstractContexto. O envelhecimento populacional e o aumento das doenças crônicas aumentam a demanda por cuidados paliativos, destacando a importância de se compreender possíveis desigualdades no acesso, na qualidade do cuidado e no manejo de sintomas. Objetivo. Analisar a probabilidade de pacientes com doenças graves e ameaçadoras à vida receberem cuidados paliativos de qualidade para o manejo da dor ou da dispneia em diferentes faixas etárias, identificando desigualdades, semelhanças e fatores associados. Metodologia. Trata-se de uma revisão integrativa de literatura, de abordagem qualitativa, descritiva e exploratória, conduzida conforme o PRISMA. A busca foi realizada nas bases PubMed e SciELO, os descritores foram cuidados paliativos, fatores etários e qualidade do cuidado. Após triagem de 453 referências, 20 artigos atenderam aos critérios de inclusão. Os dados foram extraídos, organizados e analisados de forma comparativa. Resultados. Os estudos evidenciam desigualdades etárias nos cuidados paliativos, com prejuízo predominante para pacientes idosos, que apresentam menor acesso a serviços especializados, menor qualidade do cuidado e possível subtratamento, incluindo menor uso de opioides, apesar de escores de dor semelhantes. Em contraste com pacientes mais jovens que apresentam maior carga sintomática e sofrimento multidimensional, além de integração mais tardia aos cuidados paliativos. Observou-se que o contexto assistencial modula essas desigualdades, sendo ambientes mais estruturados associados a maior equidade. Fatores relacionados ao próprio paciente idoso, como crenças sobre medicamentos e dificuldades de comunicação, também contribuem para as disparidades. Conclusão. As desigualdades etárias nos cuidados paliativos são multifatoriais, contextuais e potencialmente evitáveis, manifestando-se principalmente como suboferta e subtratamento em idosos e maior sofrimento em pacientes jovens. Quando intervenções são ofertadas de forma equitativa, sua efetividade é semelhante entre as faixas etárias, sugerindo que as disparidades decorrem sobretudo de falhas no acesso e na implementação do cuidado.
dc.identifier.urihttps://dspace.unila.edu.br/handle/123456789/9781
dc.rightsopenAccess
dc.subjectcuidados paliativos
dc.subjectqualidade do cuidado
dc.subjectfatores etários
dc.subjectdor
dc.titlePACIENTES IDOSOS RECEBEM CUIDADOS PALIATIVOS DE MENOR QUALIDADE? - UMA REVISÃO INTEGRATIVA SOBRE MANEJO DA DOR E DA DISPNEIA

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