Testando a hipótese da ingenuidade ecológica: reconhecimento do predador introduzido cichla kelberi pela presa nativa astyanax lacustris
| dc.contributor.author | Floriano, Marcus Vinicius Wenceslau de Souza | |
| dc.date.accessioned | 2026-01-23T13:09:28Z | |
| dc.date.available | 2026-01-23T13:09:28Z | |
| dc.date.issued | 2026-01-23 | |
| dc.description | Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Instituto Latino-Americano de Ciências da Vida e Natureza da Universidade Federal da Integração Latino-Americana, como requisito parcial à obtenção do título de Bacharel em Ciências Biológicas – Ecologia e Biodiversidade. | |
| dc.description.abstract | A hipótese da ingenuidade ecológica propõe que presas falham em reconhecer predadores exóticos quando não compartilham com eles uma história evolutiva, aumentando sua vulnerabilidade em ambientes invadidos. Este estudo investigou esse fenômeno em Astyanax lacustris (lambari) ao comparar duas populações contrastantes, uma exposta há quase quatro décadas ao predador introduzido Cichla kelberi e outra isolada em um riacho urbano sem histórico de invasão. Avaliamos respostas comportamentais frente a quatro estímulos: o predador nativo Hoplias mbigua, o predador exótico C. kelberi, o controle nativo Leporinus friderici (piau), doravante denominada de não predador nativo e o controle exótico Oreochromis niloticus (tilápia), doravante denominada de não predador exótico. Análises multivariadas revelaram que ambas as populações reconheceram e responderam adequadamente ao predador nativo, como previsto, mas também discriminam o predador exótico, contrariando a expectativa central de ingenuidade. Os achados sugerem que a neofobia pode atuar como mecanismo conservador que favorece a persistência de A. lacustris sob risco incerto, enquanto a discriminação fina entre predadores aponta para mecanismos basais de reconhecimento, generalização de pistas e reconhecimento de arquétipos. Em conjunto, os resultados mostram que, embora a população experiente apresente respostas mais intensas, ambas as populações reconhecem o predador exótico, rejeitando a ocorrência do primeiro nível de ingenuidade ecológica e revelando a alta plasticidade comportamental da espécie como potencial chave para sua resiliência em ambientes invadidos. | |
| dc.identifier.uri | https://dspace.unila.edu.br/handle/123456789/9627 | |
| dc.language.iso | vi | |
| dc.rights | openAccess | |
| dc.subject | Lambari (peixe) | |
| dc.subject | animais predadores | |
| dc.subject | resiliência | |
| dc.subject | ingenuidade | |
| dc.title | Testando a hipótese da ingenuidade ecológica: reconhecimento do predador introduzido cichla kelberi pela presa nativa astyanax lacustris |
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