Micronúcleo como estratégia de biomonitoramento de pacientes do programa HIPERDIA
| dc.contributor.author | Hanel, Isadora Candido | |
| dc.date.accessioned | 2026-01-13T00:40:47Z | |
| dc.date.available | 2026-01-13T00:40:47Z | |
| dc.date.issued | 2026-01-13 | |
| dc.description.abstract | O Diabetes Mellitus tipo 2 (DMII) e a Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) são doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs) intimamente associadas a processos inflamatórios e de estresse oxidativo, que podem gerar danos genéticos. A análise desses danos por meio da avaliação frequência de micronúcleos (MN) tem se mostrado uma ferramenta útil para o biomonitoramento. Neste contexto, este estudo teve como objetivo avaliar a frequência de MN na mucosa oral e em eritrócitos de indivíduos cadastrados no programa HIPERDIA, em Unidades Básicas de Saúde de Foz do Iguaçu/PR, a fim de identificar o melhor biomarcador de genotoxicidade entre os tipos celulares analisados. Foram incluídos 96 participantes com idade ≥ 35 anos, distribuídos em seis grupos: controle, DMII, pré-diabetes, HAS, DMII+HAS e préDMII+HAS. As lâminas foram preparadas e analisadas segundo critérios citogenéticos padronizados. Análises estatísticas foram conduzidas e revelaram que não houve diferença significativa entre os sexos, mas observou-se associação positiva entre DMII e aumento da frequência de MN, principalmente nas células da mucosa oral, reforçando o papel dessa doença na instabilidade genômica. A DMII mostrou-se o principal fator de genotoxicidade, potencializado pela coexistência de HAS. Concluise que o teste de MN em mucosa oral é um método simples, acessível e sensível para o biomonitoramento de pacientes com DCNTs, com potencial aplicação na Atenção Primária à Saúde e em estratégias do SUS voltadas à prevenção de complicações metabólicas e genéticas. Resumen La diabetes mellitus tipo 2 (DM2) y la hipertensión arterial sistémica (HAS) son enfermedades crónicas no transmisibles (ECNT) estrechamente relacionadas con procesos inflamatorios y de estrés oxidativo, que pueden generar daños genéticos. El análisis de estos daños mediante la evaluación de la frecuencia de micronúcleos (MN) ha demostrado ser una herramienta útil para el biomonitoreo. En este contexto, el objetivo de este estudio fue evaluar la frecuencia de MN en la mucosa oral y en los eritrocitos de individuos inscritos en el programa HIPERDIA, en Unidades Básicas de Salud de Foz do Iguaçu/PR, con el fin de identificar el mejor biomarcador de genotoxicidad entre los tipos celulares analizados. Se incluyeron 96 participantes con edad ≥ 35 años, distribuidos en seis grupos: control, DMII, prediabetes, HTA, DMII+HTA y pre-DMII+HTA. Las láminas se prepararon y analizaron según criterios citogenéticos estandarizados. Se realizaron análisis estadísticos que revelaron que no hubo diferencias significativas entre los sexos, pero se observó una asociación positiva entre la DMII y el aumento de la frecuencia de MN, principalmente en las células de la mucosa oral, lo que refuerza el papel de esta enfermedad en la inestabilidad genómica. La DMII se mostró como el principal factor de genotoxicidad, potenciado por la coexistencia de HAS. Se concluye que la prueba de MN en la mucosa oral es un método sencillo, accesible y sensible para el biomonitoreo de pacientes con DCNT, con potencial aplicación en la Atención Primaria de Salud y en estrategias del Sistema Único de Salud (SUS) orientadas a la prevención de complicaciones metabólicas y genéticas. | |
| dc.identifier.uri | https://dspace.unila.edu.br/handle/123456789/9580 | |
| dc.rights | openAccess | |
| dc.subject | diabetes | |
| dc.subject | hipertensão arterial | |
| dc.subject | Foz do Iguaçu (PR) | |
| dc.subject | genética | |
| dc.title | Micronúcleo como estratégia de biomonitoramento de pacientes do programa HIPERDIA | |
| dcterms.abstract | Type 2 diabetes mellitus (T2DM) and systemic arterial hypertension (SAH) are chronic noncommunicable diseases (NCDs) closely associated with inflammatory and oxidative stress processes, which can cause genetic damage. The analysis of this damage through the evaluation of micronuclei (MN) frequency has proven to be a useful tool for biomonitoring. In this context, this study aimed to evaluate the frequency of MN in the oral mucosa and erythrocytes of individuals registered in the HIPERDIA program at Basic Health Units in Foz do Iguaçu/PR, in order to identify the best biomarker of genotoxicity among the cell types analyzed. Ninety-six participants aged ≥ 35 years were included, distributed into six groups: control, T2DM, prediabetes, SAH, T2DM+SAH, and pre-T2DM+SAH. The slides were prepared and analyzed according to standardized cytogenetic criteria. Statistical analyses were conducted and revealed that there was no significant difference between the sexes, but a positive association was observed between T2DM and increased MN frequency, mainly in oral mucosa cells, reinforcing the role of this disease in genomic instability. DMII proved to be the main factor of genotoxicity, potentiated by the coexistence of HAS. It is concluded that the MN test in oral mucosa is a simple, accessible, and sensitive method for biomonitoring patients with NCDs, with potential application in Primary Health Care and in SUS strategies aimed at preventing metabolic and genetic complications. |
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