A MERCANTILIZAÇÃO DO CORPO FEMININO NO INSTAGRAM:

dc.contributor.advisorOrientação
dc.contributor.authorToebe, Ana Luiza
dc.date.accessioned2026-01-10T01:55:05Z
dc.date.available2026-01-10T01:55:05Z
dc.date.issued2026-01-09
dc.descriptionTrabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Instituto Latino-Americano de Economia Sociedade e Política da Universidade Federal da Integração Latino-Americana, como requisito parcial à obtenção do título de Bacharel em Serviço Social.
dc.description.abstractO presente trabalho, desenvolvido sob a perspectiva do Serviço Social, tem como objetivo geral analisar como o fenômeno da exploração, objetificação e mercantilização do corpo feminino acontece na dinâmica rede social Instagram, contribuindo para a disseminação de padrões de beleza socialmente determinados. Para isso, o estudo segue três objetivos específicos: realiza um resgate histórico da representação do corpo feminino na sociedade e a definição de padrões de beleza; investiga como a rede social funciona enquanto espaço de reprodução e ampliação da mercantilização; e discute o movimento ciberfeminismo como um horizonte para o enfrentamento da reprodução e ampliação dessa mercantilização no ambiente virtual. A abordagem metodológica adotada para a pesquisa caracteriza-se como exploratória e qualitativa, bem como se utilizou a pesquisa bibliográfica e documental para o levantamento de dados e a fundamentação teórica. Além disso, o estudo se orienta pelo método do materialismo histórico-dialético, permitindo compreender o fenômeno em sua historicidade, totalidade e contradições, relacionando a mercantilização dos corpos às determinações estruturais do modo de produção capitalista. As investigações apontam que a dinâmica do Instagram não é feita de maneira neutra, sendo um espaço que reforça padrões estéticos, como a juventude e magreza, transformando o corpo feminino em um produto a ser consumido e gerando um ambiente de constante autoavaliação e comparação. Essa dinâmica acaba por capitalizar a insatisfação feminina, que serve aos interesses do mercado altamente lucrativo da beleza. Por fim, o trabalho aponta o ciberfeminismo como um movimento essencial para o enfrentamento das opressões de gênero no ciberespaço, oferecendo horizontes para a luta por um projeto social livre de explorações e desigualdades.
dc.identifier.urihttps://dspace.unila.edu.br/handle/123456789/9574
dc.rightsopenAccess
dc.subjectInstagram
dc.subjectcorpo feminino
dc.subjectmercantilização
dc.subjectciberfeminismo
dc.titleA MERCANTILIZAÇÃO DO CORPO FEMININO NO INSTAGRAM:
dc.title.alternativeEXPLORANDO AS CONEXÕES ENTRE A CONSTRUÇÃO DE IDENTIDADE, CONSUMO E PADRÕES DE BELEZA.

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