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Submissões Recentes
OBRA AUDIOVISUAL “JARDIM DE ESPELHOS”
(2026-01-12) Azevedo Cancio, Danilo; Sosa Reyes, Karen Jazmin; Rossi, Luana; Blanco Martínez, Ricardo; Orientação
O presente trabalho propõe o desenvolvimento conceitual, estético e técnico do curta-metragem Jardim de Espelhos. A obra articula a estética sacro-profana como linguagem poética para tensionar moralidades religiosas, sobretudo no que diz respeito à repressão dos desejos e da diversidade sexual. A pesquisa teórica parte da teoria do cinema de poesia, o pensamento queer e a construção imagética de um universo próprio. Na segunda parte, o projeto se desdobra na elaboração prática do curta e demais escolhas criativas que atravessam a realização, incluindo visão das áreas de direção, direção de fotografia, montagem e produção.
Quando Elas Recebem Flores? Roteiro de série documentário ficcional
(2026-01-12) Lima, Aurora Augusto
“Quando Elas Recebem Flores?” é um roteiro de série documental que incorpora elementos ficcionais para expandir a experiência sensível do público. A obra trata dos afetos entre pessoas trans e travestis, entendendo afeto não apenas como relação amorosa. Mas como tudo aquilo que atravessa e transforma os corpos retratados. O projeto propõe um respiro diante das violências cotidianas, ao mesmo tempo em que evidencia problemáticas contemporâneas da comunidade T. Mais do que a denúncia, a série celebra corpos que criam, resistem e se reinventam, convidando o público a refletir sobre as conquistas já alcançadas e os passos ainda por vir em um futuro incerto, mas pleno de beleza, força e imaginação. O projeto se estrutura a partir dos biomas brasileiros e o processo de migração, em diálogo com três personagens trans que vivem e atuam nesses territórios. A escolha por esse recorte não é apenas geográfica, mas simbólica: a natureza e a cultura se entrelaçam, revelando modos de existir e resistir que emergem da relação entre corpo e ambiente. As narrativas são costuradas por uma linguagem que evidencia o próprio fazer cinematográfico, lembrando o público de que se trata de cinema e de escolhas de recorte. O projeto reconhece que nenhuma obra representa a totalidade de uma população. Por isso, utiliza a metalinguagem e a ficcionalização como estratégias. O desenvolvimento do roteiro baseia-se em pesquisa de campo e entrevistas com as personagens, articulando registros documentais e encenações poéticas para construir a narrativa. Em vez de reduzir personagens a estigmas, “Quando Elas Recebem Flores?” celebra suas memórias, vivências, redes de afeto e de criação cultural, como as comunidades trans e a cena ballroom que pulsam em diferentes regiões do Brasil. Com ritmo poético e pulsação coletiva, a série se constrói como gesto político e sensível, reafirmando a potência da arte audiovisual enquanto ferramenta de celebração e transformação. Mais do que documentar, propõe imaginar futuros, ocupações e conquistas, ao mesmo tempo em que registra corpos trans e travestis em sua vitalidade, complexidade e criatividade. Portanto, a série é um convite para pensar os atravessamentos do presente, ressignificar a memória e ampliar os horizontes do que pode ser visto e sonhado no audiovisual brasileiro.
Resumen
“¿Cuándo Ellas Reciben Flores?” Es un guión de serie documental que incorpora elementos ficcionales para expandir la experiencia sensible del público. La obra aborda los afectos entre personas trans y travestis, entendiendo el afecto no solo como relación amorosa, sino como todo aquello que atraviesa y transforma los cuerpos retratados. El proyecto propone un respiro ante las violencias cotidianas, al mismo tiempo que evidencia problemáticas contemporáneas de la comunidad T. Más que una denuncia, la serie celebra cuerpos que crean, resisten y se reinventan, invitando al público a reflexionar sobre las conquistas ya alcanzadas y los pasos que aún están por venir en un futuro incierto, pero lleno de belleza, fuerza e imaginación. El proyecto se estructura a partir de los biomas brasileños y del proceso de migración, en diálogo con tres personajes trans que viven y actúan en esos territorios. La elección de este recorte no es solo geográfica, sino simbólica: la naturaleza y la cultura se entrelazan, revelando modos de existir y resistir que emergen de la relación entre cuerpo y ambiente. Las narrativas son hiladas mediante un lenguaje que evidencia el propio hacer cinematográfico, recordándole al público que se trata de cine y de decisiones de enfoque. El proyecto reconoce que ninguna obra representa la totalidad de una población; por eso utiliza la metalingüística y la ficcionalización como estrategias. El desarrollo del guión se basa en investigación de campo y en entrevistas con las protagonistas, articulando registros documentales y puestas en escena poéticas para construir la narrativa. En lugar de reducir a las personas a estigmas, “¿Cuándo Ellas Reciben Flores?” celebra sus memorias, vivencias, redes de afecto y de creación cultural, como las comunidades trans y la escena ballroom que laten en distintas regiones de Brasil. Con un ritmo poético y una pulsación colectiva, la serie se construye como un gesto político y sensible, reafirmando la potencia del arte audiovisual como herramienta de celebración y transformación. Más que documentar, propone imaginar futuros, ocupaciones y conquistas, al mismo tiempo que registra cuerpos trans y travestis en su vitalidad, complejidad y creatividad. Por lo tanto, la serie es una invitación a pensar los atravesamientos del presente, resignificar la memoria y ampliar los horizontes de lo que puede ser visto y soñado en el audiovisual brasileño.
A mercantilização do corpo feminino no Instagram: explorando as conexões entre a construção de identidade, consumo e padrões de beleza
(2026-01-10) Toebe, Ana Luiza
O presente trabalho, desenvolvido sob a perspectiva do Serviço Social, tem como objetivo geral analisar como o fenômeno da exploração, objetificação e mercantilização do corpo feminino acontece na dinâmica rede social Instagram, contribuindo para a disseminação de padrões de beleza socialmente determinados. Para isso, o estudo segue três objetivos específicos: realiza um resgate histórico da representação do corpo feminino na sociedade e a definição de padrões de beleza; investiga como a rede social funciona enquanto espaço de reprodução e ampliação da mercantilização; e discute o movimento ciberfeminismo como um horizonte para o enfrentamento da reprodução e ampliação dessa mercantilização no ambiente virtual. A abordagem metodológica adotada para a pesquisa caracteriza-se como exploratória e qualitativa, bem como se utilizou a pesquisa bibliográfica e documental para o levantamento de dados e a fundamentação teórica. Além disso, o estudo se orienta pelo método do materialismo histórico-dialético, permitindo compreender o fenômeno em sua historicidade, totalidade e contradições, relacionando a mercantilização dos corpos às determinações estruturais do modo de produção capitalista. As investigações apontam que a dinâmica do Instagram não é feita de maneira neutra, sendo um espaço que reforça padrões estéticos, como a juventude e magreza, transformando o corpo feminino em um produto a ser consumido e gerando um ambiente de constante autoavaliação e comparação. Essa dinâmica acaba por capitalizar a insatisfação feminina, que serve aos interesses do mercado altamente lucrativo da beleza. Por fim, o trabalho aponta o ciberfeminismo como um movimento essencial para o enfrentamento das opressões de gênero no ciberespaço, oferecendo horizontes para a luta por um projeto social livre de explorações e desigualdades.
Resumen
El presente trabajo, desarrollado desde la perspectiva del Servicio Social, tiene como objetivo general analizar cómo se produce el fenómeno de la explotación, la cosificación y la mercantilización del cuerpo femenino en la dinámica red social Instagram, contribuyendo a la difusión de patrones de belleza socialmente determinados. Para ello, el estudio persigue tres objetivos específicos: realizar un repaso histórico de la representación del cuerpo femenino en la sociedad y la definición de los patrones de belleza; investigar cómo la red social funciona como espacio de reproducción y ampliación de la mercantilización; y discutir el movimiento ciberfeminista como un horizonte para hacer frente a la reproducción y ampliación de esta mercantilización en el entorno virtual. El enfoque metodológico adoptado para la investigación se caracteriza por ser exploratorio y cualitativo, y se utilizó la investigación bibliográfica y documental para la recopilación de datos y la fundamentación teórica. Además, el estudio se orienta por el método del materialismo histórico-dialéctico, lo que permite comprender el fenómeno en su historicidad, totalidad y contradicciones, relacionando la mercantilización de los cuerpos con las determinaciones estructurales del modo de producción capitalista. Las investigaciones apuntan a que la dinámica de Instagram no es neutra, sino que es un espacio que refuerza patrones estéticos, como la juventud y la delgadez, transformando el cuerpo femenino en un producto de consumo y generando un ambiente de constante autoevaluación y comparación. Esta dinámica acaba capitalizando la insatisfacción femenina, lo que beneficia a los intereses del altamente lucrativo mercado de la belleza. Finalmente, el trabajo señala el ciberfeminismo como un movimiento esencial para hacer frente a las opresiones de género en el ciberespacio, ofreciendo horizontes para la lucha por un proyecto social libre de explotaciones y desigualdades.
Memórias femininas da Vila C: resistência, pertencimento e identidade na construção de Itaipu (1975–2000)
(2026-01-09) Nunes, Laura Maria Casuin
O presente artigo tem como objetivo as memórias das mulheres que viveram na Vila C durante a após a construção da usina Hidrelétrica de Itaipu (1975–2000) se vinculam com a narrativa histórica oficial, expondo tensões, resistências e a construção de uma identidade de pertencimento feminino. A Vila C foi um conjunto habitacional destinado aos operários e trabalhadores com menor nível educacional, diferentemente das vilas A e B, destinadas ao alto escalão. A pesquisa utilizou a metodologia da História Oral, essencial para resgatar a perspectiva das mulheres, um grupo historicamente marginalizado nas narrativas hegemônicas da obra. O referencial teórico foi fundamentado nos conceitos de Memória Coletiva e Quadros Sociais de Maurice Halbwachs, na noção de Memória Subterrânea e Resistência Social de Michael Pollak, e na abordagem de Elizabeth Jelin sobre a Memória como Categoria Social e Disputa por Sentido. Por meio das entrevistas de história de vida, observou-se que a Vila C se configurou como um palco de tensões sociais, refletidas no estigma de "pé sujo" imposto aos seus moradores pelos habitantes das Vilas A e B. Contudo, os depoimentos revelaram uma poderosa Memória Subterrânea, marcada pelo rigor das regras da Itaipu e, simultaneamente, pela solidariedade e partilha de alimentos, um hábito ligado à cultura rural trazida pelos migrantes. A coesão grupal, que Pollak chama de "Comunidade Afetiva", solidificou uma identidade positiva (Maria: "a minha cidade, Vila C, meu país"). Essa identidade foi crucial para enfrentar a crise e a ruptura de 1991/1992, quando a transição da administração da Vila C e as demissões em massa desestabilizaram os quadros sociais e forçaram uma reinterpretação da memória. Em conclusão, as memórias femininas não apenas complementam, mas ativamente tensionam a narrativa hegemônica de progresso, evidenciando a hierarquia, a discriminação e, sobretudo, a resiliência e a coesão de uma comunidade de pertencimento.
Resumen
El presente artículo tiene como objetivo analizar cómo las memorias de las mujeres que vivieron en Vila C durante y después de la construcción de la Central Hidroeléctrica de Itaipu (1975–2000) se articulan con la narrativa histórica oficial, exponiendo tensiones, resistencias y la construcción de una identidad de pertenencia femenina. Vila C fue el conjunto habitacional destinado a los operarios y trabajadores con menor nivel educativo, a diferencia de las Vilas A y B, destinadas al personal de alta dirección. La investigación utilizó la metodología de la Historia Oral, crucial para rescatar la perspectiva de las mujeres, un grupo históricamente marginado en las narrativas hegemónicas de la obra. El marco teórico se fundamentó en los conceptos de Memoria Colectiva y Marcos Sociales de Maurice Halbwachs , en la noción de Memoria Subterránea y Resistencia Social de Michael Pollak , y en el enfoque de Elizabeth Jelin sobre la Memoria como Categoría Social y Disputa por Sentido. A través de las entrevistas de historia de vida, se observó que Vila C se configuró como un escenario de tensiones sociales, reflejadas en el estigma de "pie sucio" impuesto a sus habitantes por los residentes de las Vilas A y B. No obstante, los testimonios revelaron una poderosa Memoria Subterránea, marcada tanto por el rigor de las reglas de Itaipu como, simultáneamente, por la solidaridad y el compartir de alimentos, un hábito vinculado a la cultura rural traída por los migrantes. La cohesión grupal, que Pollak denomina "Comunidad Afectiva" , consolidó una identidad positiva (María: "a minha cidade, Vila C, meu país" - "mi ciudad, Vila C, mi país"). Esta identidad fue crucial para enfrentar la crisis y la ruptura de 1991/1992, cuando la transición de la administración de Vila C y los despidos masivos desestabilizaron los Marcos Sociales y forzaron una reinterpretación de la memoria. En conclusión, las memorias femeninas no solo complementan, sino que activamente tensionan la narrativa hegemónica de progreso, al evidenciar la jerarquía, la discriminación y, sobre todo, la resiliencia y la cohesión de una comunidad de pertinência.
La teta asustada, filme donde refleja en las mujeres secuelas que produjo el conflicto armado en el Perú
(2026-01-09) Flores, Brandon Martin Quispe
Este projeto busca analisar o filme da cineasta Claudia Llosa, La teta asustada (2009), a partir do impacto que o conflito armado teve na sociedade peruana, especialmente nas mulheres. Por meio da história de Fausta, que sofre o trauma de ter sido concebida com violência durante a época do terrorismo, conheceremos a importância da canção andina como parte fundamental da tradição cultural, atuando como um meio de escape para confrontar e superar a dor, ao mesmo tempo em que serve como símbolo de resistência e resiliência diante das atrocidades. Através deste filme, veremos a representação da mulher andina no mundo fictício do cinema peruano. A obra utiliza esses elementos, juntamente com os simbolismos presentes, para explorar o vínculo entre o trauma pessoal e coletivo em uma sociedade marcada pela violência.
Resumen
Este proyecto trata de analizar la película de la cineasta Claudia Llosa, La teta asustada (2009) a partir del impacto que tuvo el conflicto armado en la sociedad peruana, especialmente en las mujeres. A través de la historia de Fausta quien sufre el trauma de haber sido concebida bajo violencia durante la época de terrorismo iremos conociendo el aporte que tiene la canción andina como parte fundamental de la tradición cultural como un medio de escape para confrontar y superar el dolor, mientras que al mismo tiempo sirve como símbolo de resistencia y resiliencia frente a las atrocidades. Mediante esta película veremos a representación que tiene la mujer andina en el mundo ficticio del cine peruano. La película utiliza estos elementos, junto con los simbolismos presentes, para explorar el vínculo entre el trauma personal y colectivo en una sociedad marcada por la violencia.