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dc.contributor.authorSantana, Claudio Magalhães
dc.date.accessioned2023-11-29T23:23:37Z
dc.date.available2023-11-29T23:23:37Z
dc.date.issued2023
dc.identifier.urihttp://dspace.unila.edu.br/123456789/7776
dc.descriptionArtigo apresentado como trabalho de conclusão do curso de Especialização em Relações Internacionais Contemporâneas.pt_BR
dc.description.abstractApós o fim da guerra fria e a ascensão estadunidense, o mundo experimentou pela primeira vez a hegemonia total dos EUA em um período que ficou conhecido nas Relações Internacionais como unipolar. Este mundo unipolar foi também o responsável por gestar a ascensão de diversos países emergentes no século XXI que tornariam o mundo multipolar novamente. Entre esses países está também um dos maiores players da atualidade: a China. A segunda década do século XXI é marcada pela apresentação da robustez industrial chinesa e a influência dela no mercado internacional através da forte demanda de bens do gigante asiático. Este cenário de disputa entre as duas maiores potências globais logo se refletiu em sanções e disputas por maior participação de mercado. Um dos setores mais afetados pela guerra comercial entre EUA e China foi o de semicondutores
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsopenAccess
dc.subjectSemicondutores, Realismo, Brasil, China, EUApt_BR
dc.titleO mundo realista, a crise comercial EUA-China e a batalha dos semicondutores: O Brasil sob gigantespt_BR
dc.typebachelorThesispt_BR


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