Logo do repositório
  • Português do Brasil
  • Español
  • English
  • Entrar
    Novo usuário? Clique aqui para cadastrar. Esqueceu sua senha?
Logo do repositório
  • Comunidades e Coleções
  • Tudo no DSpace
  • Português do Brasil
  • Español
  • English
  • Entrar
    Novo usuário? Clique aqui para cadastrar. Esqueceu sua senha?
  1. Início
  2. Pesquisar por Autor

Navegando por Autor "Torres, Sara"

Agora exibindo 1 - 3 de 3
Resultados por página
Opções de Ordenação
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    Item
    Análise comparativa entre um teste sorológico comercial ELISA-VETLISA/BIOCLIN(RK39) e um ensaio baseado em glutamina sintetase para diagnóstico da leishmaniose visceral canina
    (2026-07-21) Torres, Sara
    A leishmaniose visceral canina (LVC) é uma zoonose de grande relevância em saúde pública, amplamente distribuída em áreas endêmicas, cujo diagnóstico é desafiado pela diversidade de manifestações clínicas, pela complexidade da resposta imune dos cães infectados e pelas limitações associadas aos métodos diagnósticos disponíveis. A identificação precisa de animais infectados é fundamental para o manejo clínico e para as estratégias de vigilância e controle da doença. Este estudo realizou uma análise comparativa entre dois testes sorológicos utilizados no diagnóstico da LVC: o teste comercial ELISA-Vetlisa/BIOCLIN (rK39) e um ensaio experimental baseado na enzima glutamina sintetase (GS) de Leishmania infantum. Foram analisadas amostras séricas de cães provenientes de um laboratório parceiro, obtidas de animais submetidos à investigação diagnóstica para leishmaniose visceral canina e acompanhadas de informações clínicas compatíveis com a doença, incluindo perda de peso, alterações cutâneas, linfadenomegalia e manifestações oftalmológicas. No fluxo diagnóstico adotado, as amostras foram inicialmente avaliadas pelo teste imunocromatográfico rápido DPP® leishmaniose visceral canina (bio-manguinhos/fiocruz) como triagem sorológica. Posteriormente, as amostras foram analisadas pelo teste comercial ELISA-Vetlisa/BIOCLIN (rK39) e pelo ensaio experimental ELISA-GS. A detecção molecular por PCR foi realizada como método de referência para a identificação do DNA parasitário. O estudo avaliou o desempenho diagnóstico dos métodos por meio da análise de sensibilidade, especificidade, valores preditivos e curva ROC, considerando a complexidade da resposta imune e as limitações próprias das abordagens sorológicas e moleculares. A metodologia incluiu a padronização do ELISA-GS, a análise das absorbâncias, a identificação de concordâncias e discordâncias entre os métodos e a avaliação do impacto do rendimento e da qualidade da proteína recombinante expressa, fatores críticos para o desempenho de ensaios imunodiagnósticos baseados em antígenos recombinantes. Os resultados demonstraram que o teste comercial ELISA-Vetlisa/BIOCLIN (rK39) apresentou alta sensibilidade diagnóstica (100%) e especificidade de 90,3%, evidenciando elevada capacidade de detecção de anticorpos em amostras classificadas como positivas pela PCR. A presença de amostras soropositivas com PCR não detectável sugere persistência de anticorpos após exposição prévia ao parasita, variabilidade clínica entre os animais infectados e limitações da PCR quando aplicada a amostras com baixa carga parasitária, especialmente em sangue periférico. O ensaio ELISA-GS apresentou sensibilidade de 83,3% e especificidade de 100%, com ocorrência de dois falsos negativos e ausência de falsos positivos, indicando elevada capacidade de exclusão de animais não infectados, porém menor eficiência na detecção de todos os casos positivos quando comparado ao teste comercial. A análise das curvas ROC evidenciou maior capacidade discriminatória do teste comercial em relação ao ensaio experimental. A glutamina sintetase apresentou desempenho moderado como alvo para diagnóstico sorológico, possivelmente devido à sua natureza predominantemente intracelular e à limitada imunogenicidade humoral detectável. Os resultados reforçam a importância da interpretação integrada de métodos sorológicos e moleculares no diagnóstico da LVC e destacam a relevância do uso combinado de estratégias diagnósticas para aumentar a confiabilidade da detecção da infecção em cães provenientes de áreas endêmicas. Resumen La leishmaniasis visceral canina (LVC) es una zoonosis de gran relevancia para la salud pública, ampliamente distribuida en zonas endémicas, cuyo diagnóstico se ve dificultado por la diversidad de manifestaciones clínicas, la complejidad de la respuesta inmunitaria de los perros infectados y las limitaciones de los métodos diagnósticos disponibles. La identificación precisa de los animales infectados es fundamental para el manejo clínico y para las estrategias de vigilancia y control de la enfermedad. Este estudio realizó un análisis comparativo entre dos pruebas serológicas utilizadas en el diagnóstico de la LVC: la prueba comercial ELISA-Vetlisa/BIOCLIN (rK39) y un ensayo experimental basado en la enzima glutamina sintetasa (GS) de Leishmania infantum. Se analizaron muestras de suero de perros procedentes de un laboratorio colaborador; estas muestras se obtuvieron de animales sometidos a investigación diagnóstica de leishmaniasis visceral canina y presentaban información clínica compatible con la enfermedad, como pérdida de peso, alteraciones cutáneas, linfadenomegalia y manifestaciones oftalmológicas. En el flujo de trabajo diagnóstico adoptado, las muestras se evaluaron inicialmente mediante la prueba inmunocromatográfica rápida DPP® para leishmaniasis visceral canina (Bio-Manguinhos/Fiocruz) como prueba de cribado serológico. Posteriormente, las muestras se analizaron mediante la prueba ELISA-Vetlisa/BIOCLIN comercial (rK39) y el ensayo ELISA-GS experimental. La detección molecular por PCR se realizó como método de referencia para la identificación del ADN parasitario. El estudio evaluó el rendimiento diagnóstico de los métodos a través de la sensibilidad, la especificidad, los valores predictivos y el análisis de la curva ROC, considerando la complejidad de la respuesta inmune y las limitaciones inherentes de los enfoques serológicos y moleculares. La metodología incluyó la estandarización del ELISA-GS, el análisis de absorbancia, la identificación de concordancias y discordancias entre los métodos y la evaluación del impacto del rendimiento y la calidad de la proteína recombinante expresada, factores críticos para el rendimiento de los ensayos inmunodiagnósticos basados en antígenos recombinantes. Los resultados demostraron que la prueba comercial ELISA-Vetlisa/BIOCLIN (rK39) mostró una alta sensibilidad diagnóstica (100%) y una especificidad del 90,3%, lo que demuestra una alta capacidad para detectar anticuerpos en muestras clasificadas como positivas por PCR. La presencia de muestras seropositivas con PCR indetectable sugiere la persistencia de anticuerpos después de una exposición previa al parásito, variabilidad clínica entre animales infectados y limitaciones de la PCR cuando se aplica a muestras con baja carga parasitaria, especialmente en sangre periférica. El ensayo ELISA-GS mostró una sensibilidad del 83,3% y una especificidad del 100%, con dos falsos negativos y ningún falso positivo, lo que indica una alta capacidad para excluir animales no infectados, pero una menor eficiencia en la detección de todos los casos positivos en comparación con la prueba comercial. El análisis de la curva ROC mostró una mayor capacidad discriminatoria de la prueba comercial en comparación con el ensayo experimental. La glutamina sintetasa mostró un rendimiento moderado como objetivo para el diagnóstico serológico, posiblemente debido a su naturaleza predominantemente intracelular y a su limitada inmunogenicidad humoral detectable. Los resultados refuerzan la importancia de la interpretación integrada de los métodos serológicos y moleculares en el diagnóstico de la leishmaniasis visceral canina (LVC) y resaltan la relevancia del uso combinado de estrategias diagnósticas para aumentar la fiabilidad en la detección de la infección en perros de zonas endémicas.
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    Item
    Conhecendo o Aedes Aegypti e Aedes Albopictus, os mosquitos dos varios virus
    (SIEPE, 2019) Prada, Yury Lizeth Cardozo; Torres, Sara; Rojas, Cristian Antonio
    As enfermidades transmitidas pelos mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus, principalmente a dengue, ainda se apresentam como um desafio para a saúde pública. Outras doenças importantes como Chikungunya, Zika e Febre Amarela são causadas por vírus distintos, porém, dispersadas pelos mesmos mosquitos. As estratégias utilizadas pelos sistemas de saúde na identificação e combate a essas doenças ainda são insuficientes, já que é necessário trabalhar através do diagnóstico local e de estratégias de controle de vetor que possibilitem o protagonismo da sociedade na melhora da qualidade da saúde. Este projeto de extensão tem como objetivo implantar nas escolas públicas de Foz do Iguaçu, uma plataforma de conscientização infantil a partir de encontros semanais, onde por meio de didáticas lúdicas se abordam diversos aspectos da promoção da saúde e prevenção da doença. Um dos focos do trabalho aponta ao conhecimento do ciclo de vida do mosquito e sua relação com a problemática ambiental. Ao final dos encontros, as crianças compartilham dos conhecimentos adquiridos com os colegas de outras salas e da comunidade. Desta forma, consideramos que os estudantes participantes se convertem em cidadãos ativos no cuidado da saúde individual e coletiva
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    Item
    Ocorrência de Anticorpos Anti-Leishmania Infantum em Cães Atendidos em Clínicas Veterinárias Privadas da Cidade de Foz do Iguaçu - PR
    (2023) Torres, Sara
    Este trabalho verifica a ocorrência e as variáveis epidemiológicas associadas à infecção por Leishmania spp em amostras de cães provenientes de clínicas veterinárias privadas de Foz do Iguaçu - PR para o ano de 2021. Este estudo foi realizado a partir da observação do laudo de 190 animais tratados em Clínicas Privadas, com perfil epidemiológico previamente estabelecido, os quais 58 ou 30,52% destes cães, apresentaram diagnóstico positivo para LVC. Analisou-se a infecção dos animais por LVC através dos métodos sorológicos de diagnóstico ELISA e RIFI e o método PCR para confirmação do diagnóstico nos cães que testaram positivo para os dois primeiros testes. Dentre os laudos dos infectados, 17,3% correspondiam a fêmeas e 13,5% atestaram machos. Uma vez que o objetivo do trabalho está limitado à análise de soroprevalência, não foram realizados testes de identificação, tampouco sequenciamento das espécies de Leishmania encontradas nos grupos de animais positivos estudados. Também não foram consideradas características como idade, raça, cor, comprimento do pêlo etc, que, apesar de determinantes para a identificação dos fatores que potencializam a doença, não constavam em todos os laudos estudados. Além disso, breves considerações a respeito das possíveis variáveis ambientais que podem favorecer a infecção por LVC e consequentemente desenvolvimento de LVH, também foram pontuadas. Em suma, é pertinente observar que assim como constatados na literatura, esta revisão também aponta a LVC como endêmica para Foz do Iguaçu, bem como a região da tríplice fronteira e região sul como um todo.
  • Universidade Federal da Integração Latino-Americana - UNILA
  • Avenida Tarquínio Joslin dos Santos, 1000 - Polo Universitário
  • CEP: 85870-650 | Foz do Iguaçu - Paraná

DSpace software copyright © 2002-2026 LYRASIS

  • Configurações de Cookies
  • Enviar uma Sugestão