Navegando por Autor "Orth, Jaqueline Tomasini"
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Item Avaliação da Formação de Hidróxido de Níquel para a Recuperação de Baterias Secundárias(2022) Orth, Jaqueline Tomasini; OrientadorA geração de energia sustentável aumenta a cada ano, e consequentemente, torna-se necessário o armazenamento dessa energia para ser utilizada posteriormente. Neste sentido, as baterias secundárias que convertem energias envolvidas nos processos químicos em energia elétrica surgem como uma opção viável para o armazenamento de energia. Dentre as baterias secundárias, as baterias de Ni-Cd, Ni-Zn e baterias de Ni-MH, utilizam o níquel como material catódico, e despertam uma grande preocupação em relação à recuperação deste metal. Nesse contexto, o presente estudo tem como objetivo a investigação eletroquímica sobre a formação das diversas fases de níquel presentes nesses sistemas, ou seja, α/β – hidróxido de níquel, verificando a sua estabilidade e eficiência, para que seja possível reaproveitar as baterias descartadas. Para este estudo, o níquel foi preparado a partir da redução do cloreto de níquel com uma solução de borohidreto de sódio e pó de níquel comercial foram usados para comparação com o níquel retirado de baterias descarregadas que foram descartadas. As amostras sintetizadas foram caracterizadas por difração de raios X, microscopia eletrônica de varredura, espectroscopia no infravermelho por transformada de Fourier e os estudos eletroquímicos pela técnica de voltametria cíclica e cronoamperometria. Os resultados de caracterização física mostraram a formação de partículas com estrutura cristalina de níquel metálico e a investigação eletroquímica evidenciou a formação de diferentes espécies de níquel na região de potencial de oxidação a 0,45 V. Após os estudos iniciais, foi adicionado carbono ao níquel, este material foi aplicado para a reação de oxidação de metanol. Com estas avaliações será possível entender melhor o comportamento do níquel e de suas fases, e com a aplicação do níquel para a reação de oxidação de metanol que poderá ser considerado início de novos estudos como uma opção para reaproveitamento do níquel.Item TECNOLOGIA PARA ENVASAMENTO E TRANSPORTE DE BIOGÁS IN NATURA(2026-03-31) Orth, Jaqueline Tomasini; OrientadorO Brasil, por sua vasta extensão territorial e diversidade, tem a agropecuária como uma de suas principais atividades econômicas. Com o passar dos anos, as atividades agropecuárias se expandiram de maneira significativa, sobretudo a suinocultura e a avicultura. Esse crescimento, porém, trouxe consigo novas preocupações, como a destinação correta dos resíduos e carcaças geradas pelas atividades. Deste modo, alternativas sustentáveis começaram a ser estudadas e implementadas, muitas empresas e produtores rurais adotaram e vem adotando o sistema de biodigestores e produção de biogás, desenvolvendo assim, processos de produção de fontes alternativas e renováveis de energia. No entanto, o biogás produzido nem sempre é utilizado de forma eficiente, pois o transporte até as refinarias e usinas de purificação requer gasodutos. Diante dessa dificuldade, grande parte dos produtores acaba realizando a queima do gás. Por conta disso, o objetivo principal deste trabalho foi estudar e desenvolver uma tecnologia em que seja possível envasar o biogás in natura de forma segura e estável para que seja transportado até as refinarias e usinas de purificação. O modelo de transporte foi inspirado nas cooperativas leiteiras que realizam a coleta e a logística do produto que foi produzido na propriedade rural. A tecnologia para envasamento foi construída por meio de materiais reutilizáveis e os testes iniciais foram realizados a campo, obtendo-se uma redução de temperatura de 35°C na saída do biodigestor para 25 °C no momento do envase e sua umidade relativa de 65 % para 35%, e sua pressão de envase na faixa de 4 a 6 bar. É importante ressaltar que mesmo com êxito nos testes iniciais, ainda há a necessidade de aprofundamento no estudo, principalmente na questão de segurança do processo de coleta e envase, pois o biogás in natura pode conter gases tóxicos e corrosivos em sua composição, o que o torna mais instável.