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Navegando por Autor "Martins, Maria Eduarda Souza"

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    Enegrecer o feminismo e feminilizar o antirracismo: qual o lugar da mulher negra brasileira na luta antirracista?
    (2024) Martins, Maria Eduarda Souza; Orientação
    A presente pesquisa se propõe a debater o lugar da mulher negra no interior do Movimento Negro Brasileiro, uma vez que enquanto sujeito político não é contemplada, integralmente, nem no movimento feminista hegemônico nem no movimento antirracista. Para tal, serão debatidas as teorias raciais presentes no Brasil durante os séculos XIX e XX, responsáveis por legitimar a dominação da população negra diaspórica no país, e adiante, será apresentado o Movimento Negro Unificado como um espaço de resistência contemporâneo. Em seguida, será abordado o Feminismo Negro Brasileiro como uma plataforma para as mulheres negras se inserirem, formalmente, na luta contra o racismo através de suas próprias agendas. Nesse sentido, será aplicado o conceito de Interseccionalidade como ferramenta analítica para compreender o lugar da mulher racializada na sociedade. Por último, será analisado o protagonismo das mulheres negras na Conferência de Durban, em 2001, como uma forma de desafiar a lógica a racista da sociedade brasileira. Portanto, o trabalho visa dar centralidade à existência da mulher negra brasileira, uma vez que como agente político tem sido sistematicamente invisibilizada.
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    O ativismo de mulheres negras e o pensamento femininista afro latino-americano na política internacional: análise da atuação internacional de Geledés (2015-2024)
    (2026-05-12) Martins, Maria Eduarda Souza
    A presente pesquisa analisa a atuação das ativistas negras brasileiras, vinculadas ao Geledés - Instituto da Mulher Negra, para discorrer sobre a proposição da construção de um pensamento feminista afro latino-americano em Política Internacional durante a Década Internacional Afrodescendente (2015-2024). Para tal, este trabalho se debruça sobre os estudos de raça e gênero na Política Internacional para compreender como o imbricamento entre essas duas categorias analíticas são responsáveis por designar as mulheres afro latino-americanas uma posição de subalternidade e incapacidade de ação política. A partir da apresentação do Feminismo Afro Latino Americano enquanto uma teoria da Política Internacional busco demonstrar como a construção do conhecimento a partir de uma lógica coletiva, circular e pautada nas experiências das mulheres afrodescendentes é possível vislumbrar uma outra forma de se interpretar as Relações Internacionais e seus desdobramentos. Ao ter a Década Internacional Afrodescendente como marco temporal, busco evidenciar como se dá a relação entre as ativistas negras brasileiras, o Estado brasileiro e a condução da política internacional. Para essa análise foram utilizados documentos referentes à participação de Geledés durante a COP29 em comparação com o Plano Juventude Negra Viva desenvolvido pelo governo do Brasil. Assim, me proponho a analisar as diferenças e semelhanças entre as recomendações feitas por Geledés e nas ações de internalização das medidas recomendadas, demonstrando como a articulação dessas mulheres na arena internacional incorpora e traduz a perspectiva de imbricamento de raça e gênero, em especial, na agenda de meio ambiente e valorização dos territórios. Resumen La presente investigación analiza la labor de las activistas negras brasileñas vinculadas al Geledés - Instituto de la Mujer Negra, con el fin de reflexionar sobre la propuesta de construir un pensamiento feminista afrolatinoamericano en el ámbito de la política internacional durante la Década Internacional de los Afrodescendientes (2015-2024). Para ello, este trabajo se centra en los estudios de raza y género en la política internacional con el fin de comprender cómo la imbricación entre estas dos categorías analíticas es responsable de asignar a las mujeres afrodescendientes latinoamericanas una posición de subalternidad y de incapacidad para la acción política. A partir de la presentación del feminismo afrolatinoamericano como una teoría de la política internacional, pretendo demostrar cómo la construcción del conocimiento a partir de una lógica colectiva, circular y basada en las experiencias de las mujeres afrodescendientes permite vislumbrar otra forma de interpretar las relaciones internacionales y sus ramificaciones. Tomando como marco temporal la Década Internacional de los Afrodescendientes, pretendo poner de manifiesto cómo se da la relación entre las activistas negras brasileñas, el Estado brasileño y la conducción de la política internacional. Para este análisis se utilizaron documentos relativos a la participación de Geledés durante la COP29, en comparación con el Plan Juventud Negra Viva desarrollado por el Gobierno de Brasil. Así, me propongo analizar las diferencias y similitudes entre las recomendaciones formuladas por Geledés y las acciones de internalización de las medidas recomendadas, demostrando cómo la articulación de estas mujeres en la arena internacional incorpora y traduce la perspectiva de la imbricación de raza y género, en especial, en la agenda medioambiental y la valorización de los territorios.
  • Universidade Federal da Integração Latino-Americana - UNILA
  • Avenida Tarquínio Joslin dos Santos, 1000 - Polo Universitário
  • CEP: 85870-650 | Foz do Iguaçu - Paraná

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