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Navegando por Autor "Dias, Gabriella Souza"

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    A Práxis Insurgente de Porecatu (1940-1951): um estudo da questão agrária na formação do estado dependente brasileiro
    (2026-01-23) Dias, Gabriella Souza
    A presente dissertação teve por objetivo estudar a Guerrilha de Porecatu (1940-1951) a partir da contradição gerada pela interiorização de formas capitalistas dependentes no campo. A análise foi desenvolvida com base na recuperação do aporte conceitual dos/as teóricos/as marxistas da dependência, que repensam a reprodução ampliada do capital a partir de sua expressão fenomênica na periferia global da Divisão Internacional do Trabalho. A hipótese trabalhada é a de que a práxis da Guerrilha de Porecatu, organização política de resistência no campo, se constituiu como um movimento popular emergente da dialética entre a expansão do capitalismo dependente, a estrutura fundiária desigual e as contradições de classe no norte do Paraná. Para isso, conjecturou-se a célula mínima do movimento dos posseiros como uma práxis insurgente, conduzindo a abstrações que situam o objeto como historicamente determinado: acumulação originária, valor, desenvolvimento desigual e combinado, renda da terra, dependência e questão agrária. Com esses condicionantes, resgatam-se elementos mais concretos relacionados ao objeto, analisando-se as contradições do campo paranaense na reprodução ampliada do capital, sua formação social, a forma como se configurou a (re)ocupação e as relações jurídicas dependentes que asseguraram a propriedade privada da terra. Em oposição a essas formas cerceadoras e impositivas do capital, a Guerrilha de Porecatu é apresentada como uma práxis insurgente, uma organização popular de revanche. Resumen La presente disertación tuvo como objetivo estudiar la Guerrilla de Porecatu (1940-1951) a partir de la contradicción generada por la interiorización de formas capitalistas dependientes en el campo. El análisis se desarrolló con base en la recuperación del aporte conceptual de los/as teóricos/as marxistas de la dependencia, quienes replantean la reproducción ampliada del capital a partir de su expresión fenoménica en la periferia global de la División Internacional del Trabajo. La hipótesis trabajada es que la praxis de la Guerrilla de Porecatu, organización política de resistencia en el campo, se constituyó como un movimiento popular emergente de la dialéctica entre la expansión del capitalismo dependiente, la estructura agraria desigual y las contradicciones de clase en el norte de Paraná. Para ello, se conjeturó la célula mínima del movimiento de los/as ocupantes de tierras como una praxis insurgente, conduciendo a abstracciones que sitúan el objeto como históricamente determinado: acumulación originaria, valor, desarrollo desigual y combinado, renta de la tierra, dependencia y cuestión agraria. Con estos condicionantes, se rescatan elementos más concretos relacionados con el objeto, analizando las contradicciones del campo paranaense en la reproducción ampliada del capital, su formación social, la manera en que se configuró la (re)ocupación y las relaciones jurídicas dependientes que aseguraron la propiedad privada de la tierra. En oposición a estas formas restrictivas e impositivas del capital, la Guerrilla de Porecatu se presenta como una praxis insurgente, una organización popular de revancha.
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