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dc.contributor.authorOliveira, Kellython Alves de
dc.date.accessioned2017-03-09T14:51:49Z
dc.date.available2017-03-09T14:51:49Z
dc.date.issued2013-11-07
dc.identifier.urihttp://dspace.unila.edu.br/123456789/1441
dc.descriptionI Congresso Internacional América Latina e Interculturalidade: América Latina e Caribe: cenários linguístico-culturais contemporâneos, 07, 08 e 09 de novembro de 2013 - UNILApt_BR
dc.description.abstractFoi por necessidade de se proliferar à margem das grandes mídias que o Fanzine nasceu. E foi a partir da liberdade estética conquistada pelo modernismo de 1922 e os subsequentes movimentos da contracultura (passando pela literatura marginal e independente dos anos 70 e 90) que os folhetos anteriormente conhecidos como boletins foram se popularizando pela então Geração Mimeógrafo. Os autores ditos “marginais” adquiriram um caráter autônomo na produção, edição e impressão de suas obras, de forma artesanal ou mimeografada, sendo a venda feita de mão em mão pelos mesmos. Esta circulação independente no Brasil se inicia nos conturbados anos 60, realizando­se sem o patrocínio de editoras; o que representa, sem dúvida, uma das características principais, neste primeiro momento, do termo marginal, ou seja, à margem das grandes empresas editoriais. Apesar das revoluções tecnológicas, o movimento dos fanzines continua vivo e pulsante até os dias de hoje. Nos anos 70 foram uma forma do movimento Punk espalhar a sua ética do “do it yourself” e nos anos 80 em diante, enfim, atualmente converte­se num meio de escritores divulgarem os seus pensamentos, o que não seria possível pelos meios comuns de comunicação de massas. A literatura marginal e os zines conquistam cada vez mais o reconhecimento entre público consumidor e pesquisadores, e inseridos dentro desse contexto se configuram como um fenômeno sociológico e cultural complexo (completo). A presente pesquisa então – dado à total escassez de projetos que envolvam o complexo fanzinesco no estado do Mato Grosso do Sul – objetiva realizar um levantamento histórico e bibliográfico da produção de fanzines no Estado, priorizando as regiões de Dourados e entorno, bem como a capital Campo Grande. Posteriormente, em consecução dos resultados pesquisados, pretende­se analisar os diferentes textos por meio dos embasamentos teóricos da Semiótica.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsopenAccess
dc.subjectSemióticapt_BR
dc.subjectComunicação de massapt_BR
dc.subjectFanzinespt_BR
dc.titleA produção de fanzines no Mato Grosso do Sul: apontamentos semióticos em mídia tática mestiça impressapt_BR
dc.typeconferenceObjectpt_BR


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