Fernandes Gonçalves da Silva, Davy2026-01-292026-01-292026-01-29https://dspace.unila.edu.br/handle/123456789/9645Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Instituto Latino-Americano de Tecnologia, Infraestrutura e Território da Universidade Federal da Integração Latino-Americana, como requisito parcial à obtenção do título de Bacharel em Geografia.Este trabalho analisa o processo de urbanização e o crescimento dos condomínios horizontais fechados em Foz do Iguaçu, no Paraná. O estudo mostra como esse fenômeno reflete mudanças sociais, econômicas e espaciais na cidade. Em Foz do Iguaçu, o número de condomínios fechados cresceu a partir dos anos 2000, com a flexibilização das leis municipais e o aumento da procura por locais mais seguros para morar. Hoje, o município conta com 57 condomínios horizontais, somando cerca de três mil residências, segundo dados da Secretaria Municipal de Planejamento. O estudo mostra que esse crescimento tem impactos diretos na cidade, como o bloqueio de vias públicas, a diminuição de espaços de convivência e o aumento do uso de veículos particulares. Apesar de oferecerem vantagens, como segurança e infraestrutura, os condomínios também reforçam a separação social e a fragmentação urbana. Por fim, o trabalho defende que as políticas públicas de planejamento urbano precisam estabelecer limites para novas construções, proteger as áreas públicas e incentivar uma maior integração entre os espaços privados e coletivos. Assim, conclui-se que a urbanização de Foz do Iguaçu reflete as contradições do desenvolvimento urbano brasileiro: ao mesmo tempo em que promove o crescimento e a modernização, também cria barreiras físicas e sociais que dificultam a construção de uma cidade mais justa e igualitária. Resumen Este artículo analiza el proceso de urbanización y el crecimiento de las comunidades cerradas horizontales en Foz do Iguaçu, Paraná. El estudio muestra cómo este fenómeno refleja los cambios sociales, económicos y espaciales en la ciudad. En Foz do Iguaçu, el número de barrios cerrados ha crecido desde la década de 2000, con la relajación de las leyes municipales y el aumento de la demanda de lugares más seguros para vivir. Hoy, el municipio cuenta con 57 condominios horizontales, que suman unas tres mil residencias, según datos de la Secretaría de Planificación Municipal. El estudio muestra que este crecimiento tiene impactos directos en la ciudad, como el bloqueo de la vía pública, la reducción de espacios habitables y el aumento del uso del vehículo privado. A pesar de ofrecer ventajas, como seguridad e infraestructura, los condominios también refuerzan la separación social y la fragmentación urbana. Finalmente, el trabajo argumenta que las políticas públicas de planificación urbana deben establecer límites para las nuevas construcciones, proteger los espacios públicos y fomentar una mayor integración entre los espacios privados y colectivos. Así, se concluye que la urbanización de Foz do Iguaçu refleja las contradicciones del desarrollo urbano brasileño: al mismo tiempo que promueve el crecimiento y la modernización, también crea barreras físicas y sociales que dificultan la construcción de una ciudad más justa y igualitaria.viopenAccesscidadesurbanizaçãocondomínios fechadosFoz do Iguaçu (PR)A urbanização e a expansão dos condomínios horizontais fechados em Foz do Iguaçu - PR