Silva, Daniele do Nascimento2025-03-202025-03-202025https://dspace.unila.edu.br/handle/123456789/8936O presente artigo visa compreender como a trajetória de vida da presidenciável Francia Márquez afeta a sua prática política. Para tanto, inicialmente é traçado um panorama da participação feminina na política na América Latina e Caribe, para entender o contexto da região. O método de pesquisa foi história de vida, analisando sua trajetória e discurso pós vitória eleitoral. O voto universal é um dos pilares da democracia, mas a inclusão das mulheres na política tem sido uma luta longa e difícil. O voto feminino na América foi conquistado de forma gradual, resultado de muitas batalhas. Até o início do século XX, o direito ao voto era exclusivo para homens, principalmente brancos e ricos. A participação feminina na política, especialmente de mulheres negras, indígenas e trans, ainda enfrenta muitos desafios. Além de serem sub-representadas em espaços decisórios, essas mulheres lidam com discriminação, racismo, moralismo e crenças culturais que limitam sua atuação. A igualdade de gênero na política é essencial para uma democracia genuína. Um parlamento sensível às questões de gênero pode promover uma sociedade mais justa e equitativa. O estudo constatou que há na América Latina e no Caribe há uma gradativa presença de mulheres negras na política. Francia Márquez, a primeira vice-presidente negra da Colômbia, tem uma prática política atravessada pela amefricanidade, atuando na luta contra o capitalismo, o patriarcado e a opressão de grupos minoritários, das comunidades tradicionais racializadas, buscando a emancipação plena das mulheres e da terra. Resumen Este artículo tiene como objetivo comprender cómo la trayectoria de vida de la candidata presidencial Francia Márquez afecta su práctica política. Para ello, se esboza inicialmente un panorama de la participación femenina en la política en América Latina y el Caribe, para comprender el contexto de la región. El método de investigación fue la historia de vida, analizando su trayectoria y discurso luego del triunfo electoral. El sufragio universal es uno de los pilares de la democracia, pero la inclusión de las mujeres en la política ha sido una lucha larga y difícil. El sufragio femenino en Estados Unidos se logró de forma paulatina, resultado de muchas batallas. Hasta principios del siglo XX, el derecho al voto era exclusivo de los hombres, principalmente blancos y ricos. La participación femenina en la política, especialmente las mujeres negras, indígenas y trans, todavía enfrenta muchos desafíos. Además de estar subrepresentadas en los espacios de toma de decisiones, estas mujeres enfrentan discriminación, racismo, moralismo y creencias culturales que limitan sus acciones. La igualdad de género en la política es esencial para una democracia genuina. Un parlamento sensible al género puede promover una sociedad más justa y equitativa. El estudio encontró que en América Latina y el Caribe hay una presencia paulatina de mujeres negras en la política. Francia Márquez, la primera vicepresidenta negra de Colombia, tiene una práctica política permeada por el americanismo, trabajando en la lucha contra el capitalismo, el patriarcado y la opresión de grupos minoritarios, comunidades racializadas tradicionales, buscando la emancipación plena de las mujeres y de la tierra.vimulheresparticipação políticavoto femininoigualdade de gêneroFrancia Elena Marquéz Mina: uma análise das novas perspectivas política para a América Latina e CaribeArticle