Martins, Gabriel do Valle2026-08-122026-08-122026-08-12https://dspace.unila.edu.br/handle/123456789/9976Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Instituto Latino-Americano de Economia, Sociedade e Política da Universidade Federal da Integração Latino- Americana, como requisito parcial à obtenção do título de Bacharel em Ciências Econômicas – Economia, Integração e Desenvolvimento.Este trabalho investiga se choques nos preços reais de petróleo, carvão e café produzem efeitos distintos sobre a economia colombiana. Estimam-se três modelos de autorregressão vetorial estrutural (SVAR) bayesianos para o período 2000T1–2025T4, um para cada commodity, com identificação recursiva e priori de Minnesota, tendo como variáveis domésticas o saldo da balança comercial de bens, o PIB real, a taxa de câmbio real efetiva e a incerteza (World Uncertainty Index). A partir das funções impulso-resposta e da decomposição da variância do erro de previsão, encontra-se um padrão qualitativo comum: os choques de preço afetam mais o câmbio real e o produto do que a balança comercial e a incerteza. Em doze trimestres, o choque de preço explica cerca de 18% a 23% da variância do PIB real e de 17% a 30% do câmbio real, sendo o carvão a commodity que mais movimenta o câmbio — compatível com o canal de apreciação da hipótese de doença holandesa. Resumen Este trabajo investiga si los choques en los precios reales del petróleo, el carbón y el café producen efectos distintos sobre la economía colombiana. Se estiman tres modelos de autorregresión vectorial estructural (SVAR) bayesianos para el período 2000T1–2025T4, uno por cada commodity, con identificación recursiva y priori de Minnesota, teniendo como variables domésticas el saldo de la balanza comercial de bienes, el PIB real, el tipo de cambio real efectivo y la incertidumbre (World Uncertainty Index). A partir de las funciones impulso-respuesta y de la descomposición de la varianza del error de predicción, se encuentra un patrón cualitativo común: los choques de precio afectan más al tipo de cambio real y al producto que a la balanza comercial y a la incertidumbre. En doce trimestres, el choque de precio explica cerca del 18% al 23% de la varianza del PIB real y del 17% al 30% de la del tipo de cambio real, siendo el carbón la commodity que más mueve el tipo de cambio — compatible con el canal de apreciación de la hipótesis de enfermedad holandesa.viopenAccessColômbiamercadoriaspreçosdoença holandesaChoques de preços de commodities e a economia colombiana: uma análise SVAR bayesiana para petróleo, carvão e café (2000–2025)