OrientaçãoMarc Arthur Bien Aimé2026-02-072026-02-072026-02-06https://dspace.unila.edu.br/handle/123456789/9663Esse artigo analisa a crise multidimensional do Haiti através da lente crítica dos direitos humanos, explorando a interseção entre a fragilidade estatal, o fenômeno da gangsterização e o fracasso das políticas de desarmamento. Justifica-se que a violência endêmica e a violação sistemática dos direitos fundamentais são consequências de estruturas históricas de opressão, como o colonialismo, a dívida da independência e intervenções internacionais fracassadas. A pesquisa, de caráter bibliográfico, evidencia como as gangues armadas ocupam o vazio de soberania, desafiando o monopólio estatal da força e instaurando um regime de terror que priva a população de direitos fundamentais. Conclui-se que soluções sustentáveis exigem uma abordagem que transcenda intervenções securitistas, incorporando justiça social, reparação histórica e uma perspectiva decolonial de direitos humanos.ptopenAccessHaitiGangsterizaçãoDesarmamentoDireitos HumanosTeoria DecolonialFragilidade Estatal.DESARMAMENTO, DIREITOS HUMANOS E A FRAGILIDADE DO ESTADO NACIONAL: O CASO DO HAITI E A GANGSTERIZAÇÃO