Nogueira, Tiago da Costa2026-08-272026-08-272026-08-27https://dspace.unila.edu.br/handle/123456789/9993Dissertação de Mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal da Integração Latino-Americana como requisito parcial à obtenção do título de Mestre em História.Essa dissertação analisa o movimento sionista e o processo de formação do Estado de Israel, entre 1917 e 1948, considerando as dimensões políticas, sociais e ideológicas que moldaram esse percurso. A pesquisa parte da Declaração de Balfour de 1917 e do contexto do Mandato Britânico da Palestina, discutindo como as lideranças sionistas articularam projetos de Estado em diálogo e conflito com as potências coloniais. A investigação utiliza como fontes documentos oficiais, discursos políticos, dados demográficos e textos de intelectuais sionistas buscando compreender tanto os objetivos estratégicos do movimento como as resistências que enfrentou. A análise enfatiza a relação entre nacionalismo, colonialismo e identidade, situando o caso de Israel em perspectiva transnacional. Conclui-se que a criação de Israel foi resultado de múltiplas disputas e negociações: de um projeto político que combinou idealismo com práticas de exclusão e conflito. A Declaração de Balfour e o Mandato Britânico na Palestina foram catalisadores, mas a pesquisa mostra que o sionismo já era um movimento robusto. Sua articulação política, combinando idealismo e pragmatismo, permitiu a construção de instituições e a mobilização de apoio internacional, em um processo que teve impacto profundo e duradouro na região, moldando o cenário geopolítico do Oriente Médio. Resumen Esta tesis analiza el movimiento sionista y el proceso de formación del Estado de Israel entre 1917 y 1948, teniendo en cuenta las dimensiones políticas, sociales e ideológicas que moldearon este recorrido. La investigación parte de la Declaración Balfour y del contexto del Mandato Británico de Palestina, discutiendo cómo los líderes sionistas articularon proyectos de Estado en diálogo y conflicto con las potencias coloniales. La investigación utiliza como fuentes documentos oficiales, discursos políticos, datos demográficos y textos de intelectuales sionistas, buscando comprender tanto los objetivos estratégicos del movimiento como las resistencias a las que se enfrentó. El análisis enfatiza la relación entre nacionalismo, colonialismo e identidad, situando el caso de Israel en una perspectiva transnacional. Se concluye que la creación de Israel fue el resultado de múltiples disputas y negociaciones: de un proyecto político que combinó idealismo con prácticas de exclusión y conflicto. La Declaración Balfour y el Mandato Británico en Palestina fueron catalizadores, pero la investigación muestra que el sionismo ya era un movimiento sólido. Su articulación política, que combinaba idealismo y pragmatismo, permitió la construcción de instituciones y la movilización de apoyo internacional, en un proceso que tuvo un impacto profundo y duradero en la región, moldeando el escenario geopolítico de Oriente Medio.viopenAccessSionismogeopolíticaIsraelOriente MédioMovimento sionista e construção do estado de Israel (1917-1948)