Toebe, Ana Luiza2026-01-102026-01-102026-01-10https://dspace.unila.edu.br/handle/123456789/9574Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Instituto Latino-Americano de Economia Sociedade e Política da Universidade Federal da Integração Latino-Americana, como requisito parcial à obtenção do título de Bacharel em Serviço Social.O presente trabalho, desenvolvido sob a perspectiva do Serviço Social, tem como objetivo geral analisar como o fenômeno da exploração, objetificação e mercantilização do corpo feminino acontece na dinâmica rede social Instagram, contribuindo para a disseminação de padrões de beleza socialmente determinados. Para isso, o estudo segue três objetivos específicos: realiza um resgate histórico da representação do corpo feminino na sociedade e a definição de padrões de beleza; investiga como a rede social funciona enquanto espaço de reprodução e ampliação da mercantilização; e discute o movimento ciberfeminismo como um horizonte para o enfrentamento da reprodução e ampliação dessa mercantilização no ambiente virtual. A abordagem metodológica adotada para a pesquisa caracteriza-se como exploratória e qualitativa, bem como se utilizou a pesquisa bibliográfica e documental para o levantamento de dados e a fundamentação teórica. Além disso, o estudo se orienta pelo método do materialismo histórico-dialético, permitindo compreender o fenômeno em sua historicidade, totalidade e contradições, relacionando a mercantilização dos corpos às determinações estruturais do modo de produção capitalista. As investigações apontam que a dinâmica do Instagram não é feita de maneira neutra, sendo um espaço que reforça padrões estéticos, como a juventude e magreza, transformando o corpo feminino em um produto a ser consumido e gerando um ambiente de constante autoavaliação e comparação. Essa dinâmica acaba por capitalizar a insatisfação feminina, que serve aos interesses do mercado altamente lucrativo da beleza. Por fim, o trabalho aponta o ciberfeminismo como um movimento essencial para o enfrentamento das opressões de gênero no ciberespaço, oferecendo horizontes para a luta por um projeto social livre de explorações e desigualdades. Resumen El presente trabajo, desarrollado desde la perspectiva del Servicio Social, tiene como objetivo general analizar cómo se produce el fenómeno de la explotación, la cosificación y la mercantilización del cuerpo femenino en la dinámica red social Instagram, contribuyendo a la difusión de patrones de belleza socialmente determinados. Para ello, el estudio persigue tres objetivos específicos: realizar un repaso histórico de la representación del cuerpo femenino en la sociedad y la definición de los patrones de belleza; investigar cómo la red social funciona como espacio de reproducción y ampliación de la mercantilización; y discutir el movimiento ciberfeminista como un horizonte para hacer frente a la reproducción y ampliación de esta mercantilización en el entorno virtual. El enfoque metodológico adoptado para la investigación se caracteriza por ser exploratorio y cualitativo, y se utilizó la investigación bibliográfica y documental para la recopilación de datos y la fundamentación teórica. Además, el estudio se orienta por el método del materialismo histórico-dialéctico, lo que permite comprender el fenómeno en su historicidad, totalidad y contradicciones, relacionando la mercantilización de los cuerpos con las determinaciones estructurales del modo de producción capitalista. Las investigaciones apuntan a que la dinámica de Instagram no es neutra, sino que es un espacio que refuerza patrones estéticos, como la juventud y la delgadez, transformando el cuerpo femenino en un producto de consumo y generando un ambiente de constante autoevaluación y comparación. Esta dinámica acaba capitalizando la insatisfacción femenina, lo que beneficia a los intereses del altamente lucrativo mercado de la belleza. Finalmente, el trabajo señala el ciberfeminismo como un movimiento esencial para hacer frente a las opresiones de género en el ciberespacio, ofreciendo horizontes para la lucha por un proyecto social libre de explotaciones y desigualdades.openAccessInstagramcorpo femininomercantilizaçãociberfeminismoA mercantilização do corpo feminino no Instagram: explorando as conexões entre a construção de identidade, consumo e padrões de beleza