Gonçalves, Alexandre Antunes2026-10-172026-10-172026-10-17https://dspace.unila.edu.br/handle/123456789/10028Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Instituto Latino-Americano de Arte, Cultura e História da Universidade Federal da Integração Latino-Americana, como requisito parcial à obtenção do título de Bacharel em Antropologia – Diversidade Cultural Latino-Americana.Este trabalho busca somar-se às diversas iniciativas que promovem a visibilidade e a justa valorização dos povos indígenas que passaram por este território, que aqui vivem e daqueles que continuarão construindo suas histórias e culturas. Da mesma forma, busca desmistificar a imagem frequentemente apresentada pelo turismo quando este reduz as culturas indígenas a uma perspectiva centrada unicamente no entretenimento. Dessa maneira, foi desenvolvida uma pesquisa de caráter qualitativo, fundamentada em referências teóricas como Carlos Fausto (2020), Bartomeu Melià (1990) e outros autores que contribuíram para a compreensão da temática proposta. Também foi necessária a realização de visitas técnicas no espaço delimitado pela pesquisa, as quais constituíram uma parte essencial para a construção deste estudo, além de entrevistas que contribuíram significativamente para a análise desenvolvida. Os dados obtidos permitiram compreender a importância que os povos originários sempre tiveram por meio de suas organizações sociais, culturais e de suas próprias formas de existência, bem como suas contribuições para a formação de outras culturas ao longo da história. Acima de tudo, este estudo busca evidenciar o processo de “apagamento histórico” e os etnocídios que, ao longo da história da Tríplice Fronteira (Argentina, Brasil e Paraguai), às margens do rio Paraná, desenvolveram-se e perpetuaram-se de maneira contínua, afetando a memória, a visibilidade e o reconhecimento dos povos indígenas. Resumen Este trabajo busca sumarse a las diversas iniciativas que promueven la visibilidad y la justa valoración de los pueblos indígenas que pasaron por este territorio, que aquí viven y aquellos que continuarán construyendo sus historias y culturas. Asimismo, busca desmitificar la imagen frecuentemente presentada por el turismo cuando este reduce las culturas indígenas a una perspectiva centrada únicamente en el entretenimiento. De esta manera, se diseñó una investigación de carácter cualitativo, fundamentada en referencias teóricas como Carlos Fausto (2020), Bartomeu Melià (1990) y otros autores que contribuyeron a la comprensión de la temática propuesta. También fue necesaria la realización de visitas técnicas en el espacio delimitado por la investigación, las cuales constituyeron una parte esencial para la construcción de este estudio, además de entrevistas que contribuyeron significativamente al análisis desarrollado. Los datos obtenidos permitieron comprender la importancia que los pueblos originarios siempre han tenido mediante sus organizaciones sociales, culturales y sus propias formas de existencia, así como sus contribuciones a la formación de otras culturas a lo largo de la historia. Por encima de todo, este estudio busca evidenciar el proceso de “borrado histórico” y los etnocidios que, a lo largo de la historia de la Triple Frontera (Argentina, Brasil y Paraguay) en las márgenes del río Parana, se han desarrollado y perpetuado de manera continua, afectando la memoria, la visibilidad y el reconocimiento de los pueblos indígenas.viopenAccesspovos indígenasturismoetnocídioTríplice Fronteira (Argentina, Brasil e Paraguai)Ponto cego do turismo na tríplice fronteira: uma análise antropológica dos apagamentos culturais e territoriais