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dc.contributor.advisorMarinho, Marcelo
dc.contributor.authorVieira, Elizabete da Conceição
dc.date.accessioned2016-02-11T13:39:35Z
dc.date.available2016-02-11T13:39:35Z
dc.date.issued2014
dc.identifier.citationVIEIRA, Elizabete da C. Oratura e Transculturação em Los Ríos Profundos (1958), de José María Arguedas. 2014. 48p. Trabalho de Conclusão de Curso (Letras, Artes e Mediação Cultural) – Universidade Federal da Integração Latino-Americana, Foz do Iguaçu, 2014.pt_BR
dc.identifier.urihttp://dspace.unila.edu.br/123456789/457
dc.descriptionTrabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Instituto Latino-Americano de Arte, Cultura e História da Universidade Federal da Integração Latino-Americana, como requisito parcial à obtenção do título de Bacharel em Letras, Artes e Mediação Cultural. Orientador: Prof. Dr. Marcelo Marinho.pt_BR
dc.description.abstractO termo “oratura”, segundo Mendizábal (2012), corresponde a uma forma de comunicação de natureza oral e ritual. A oratura é característica de segmentos à margem da sociedade: comunidades tradicionais tais como as comunidades indígenas, as comunidades quilombolas, as populações de pescadores e ribeirinhos ou comunidades rurais. Os estudos literários permitem compreender de que forma a cultura erudita ou a cultura urbana percebem e representam essas culturas que estão à periferia. A presente pesquisa parte do pressuposto de que um dos objetivos do peruano José María Arguedas é o de refletir sobre a situação do povo quéchua e sua memória, por meio de uma obra romanesca em que o leitor entra em contato com as canções escritas na própria língua dos povos autóctones do Peru. O escritor serve-se de fontes orais autóctones para reconstruir uma memória coletiva em que se retrabalham traços culturais peruanos, especialmente os huaynos, expressivas canções tradicionais dos andinos que correspondem a uma manifestação da memória cultural dos povos originários. Observa-se uma releitura de uma literatura nacional peruana, com a inclusão da oratura quéchua. Para estruturar nossa análise, o presente trabalho está organizado em três partes: I. “Oratura e transculturação na América Latina”; II. “A obra de José María Arguedas (1911-1969): texto e contexto”; III. “Oratura e transculturação em Los Ríos Profundos (1958)”.pt_BR
dc.description.abstractThe term "orature" according Mendizábal (2012) corresponds to a form of communication and oral ritual nature. The orature is characteristic of segments on the edge of society: traditional communities such as indigenous communities, maroon communities, populations of fishermen and coastal or rural communities. Literary studies allow us to understand how the high culture or urban culture perceive and represent these cultures that are the periphery. This research assumes that one of the Peruvian José María Arguedas goals is to reflect on the situation of the Quechua people and their memory, by means of a Romanesque work in which the reader comes in contact with songs written in their own language the indigenous peoples of Peru. The writer makes use of indigenous oral sources to reconstruct a collective memory in which rework Peruvian cultural traits, especially huaynos, expressive traditional Andean songs that match a manifestation of the cultural memory of indigenous peoples. There has been a re-reading of a Peruvian national literature, with the inclusion of Quechua orature. To structure our analysis, this paper is organized in three parts: I. "orature and transculturation in Latin America"; II. "The work of José María Arguedas (1911-1969): text and context"; III."Orature and transculturation in Los Ríos Profundos (1958)".
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsopenAccess
dc.subjectJosé María Arguedas (1911-1969) - escritor e antropólogo peruanopt_BR
dc.subjectLiteratura latino-americanapt_BR
dc.titleOratura e Transculturação em Los Ríos Profundos (1958), de José María Arguedas.pt_BR
dc.typebachelorThesis


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