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dc.contributor.advisorFreitas, Ramon Blanco de
dc.contributor.authorSartori, Gabriela Rosin
dc.date.accessioned2018-01-05T12:51:36Z
dc.date.available2018-01-05T12:51:36Z
dc.date.issued2018-01-05
dc.identifier.citationSARTORI, Gabriela Rosin. Perspectivas de gênero para a segurança humana: uma análise a partir de mulheres sul-americanas. 2017. 79 páginas. Trabalho de Conclusão de Curso Relações Internacionais e Integração - Universidade Federal da Integração Latino-Americana, Foz do Iguaçu, 2017
dc.identifier.urihttp://dspace.unila.edu.br/123456789/3139
dc.descriptionTrabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Instituto Latino-Americano de Economia, Sociedade e Política, como requisito parcial à obtenção do título de Bacharel em Relações Internacionais e Integração. Orientador: Prof. Dr. Ramon Blanco de Freitas
dc.description.abstractEste trabalho apresenta a Segurança Humana como viés de Segurança Internacional, com novas propostas sobre a quem ela deve servir de que forma, rompendo com vertentes tradicionais da área. Ressalta-se a importância de se desvincular o caráter universal dos indivíduos como categoria homogênea e romper com discursos de neutralidade, para poder pensar em grupos minoritários como sujeitos de segurança internacional, como é o caso das mulheres. Assim, este trabalho apresenta uma análise qualitativa de dados que é realizada à partir de três eixos - econômico, social e político - colocando em comparação o acesso a esses recursos por parte de homens e mulheres na América do Sul. Nesse sentido, entende-se o caráter internacional da opressão e desigualdade de gênero e a necessidade de se atentar, a partir da Segurança Humana, na necessidade de se inserir perspectivas femininas no debate sobre Segurança Internacional. Como considerações finais para este trabalho, entende-se que existe uma falha da Segurança Humana em cumprir demandas de gênero. Assim, entende-se gênero como uma categoria de análise que traz consigo uma relação de poder e dominação entre o masculino e o feminino. Dessa forma a análise revela a existência de um viés de gênero para a Segurança Humana, já que as mulheres têm menor acesso a recursos colocados como fundamentais para garantir uma vida digna, de acordo com a própria Segurança Humana.pt_BR
dc.description.abstractThe following paper presents Human Security as an side to International Security, with new proposals on who it should serve and how, breaking with traditional aspects of the area. It is important to detach the universal character of individuals as a homogeneous category and to break with discourses of neutrality, so that minority groups can be considered as subjects of international security, as it is the case with women. Thus, this work presents a qualitative data analysis that is carried out from three axes - economic, social and political - comparing the access to these resources by men and women in South America. In this sense, it is understood the international character of gender oppression and inequality and the need to take into account, the need to insert women's perspectives in the debate on International Security and based on Human Security. As final considerations for this work, it is understood that there is a failure of Human Security to comply with gender demands. Thus, gender is understood as a category of analysis that brings with it a relation of power and domination between the masculine and the feminine. In this way, the analysis reveals the existence of a gender bias for Human Security, since women have less access to resources placed as fundamental to guarantee a decent life, according to Human Security itself
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsopenAccess
dc.subjectAmérica do Sul
dc.subjectFeminismo
dc.titlePerspectivas de Gênero para a segurança humana: uma análise a partir de mulheres Sul-Americanaspt_BR
dc.typebachelorThesis


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