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Submissões Recentes
MAS NÃO É IGUAL? UM PANORAMA SOBRE PROCESSOS DA PRODUÇÃO DA ANIMAÇÃO 2D NO BRASIL PARTINDO DO VIÉS DO LIVE ACTION
(2026-01-21) Bruna Luisa Souza Barros; Orientação
Este trabalho apresenta uma análise do panorama dos processos de produção de animação 2D cut out no Brasil, a partir de uma abordagem qualitativa baseada em entrevistas semiestruturadas não diretivas com 11 profissionais atuantes no setor. O estudo investiga a existência de estruturas de produção, os processos de organização e acompanhamento das equipes, as dificuldades enfrentadas pelo mercado nacional e as adaptações necessárias das influências internacionais, especialmente as referências às práticas estrangeiras, em particular as norte-americanas. As entrevistas revelam que, apesar da falta de uma sistematização formal e de uma convenção na organização estruturada, o setor possui práticas evolutivas oriundas da experiência prática dos profissionais, que têm incorporado ferramentas de gerenciamento modernas, especialmente após a pandemia, fomentando uma descentralização do trabalho e uma maior
flexibilidade. Além disso, destaca-se o desenvolvimento de uma tríade de canais para acompanhamento efetivo do projeto através de plataformas de troca de mensagens, como o Discord, e softwares gerenciadores de demandas, como o Shotgun, Monday e Click up no suporte às equipes remotas, e a necessidade de maior documentação e estudos específicos sobre o processo de produção da animação 2D brasileira. O trabalho busca oferecer uma janela das dinâmicas atuais da animação brasileira, contribuindo para o entendimento das possibilidades e desafios enfrentados pelo setor.
Influencia cultural de la yerba mate en la UNILA: mba’éicha ka’a omyaty arandu UNILA-PE
(2026-01-21) Martinez Iglesia, Bruno Adán
A erva-mate (Ilex paraguariensis), além de ser uma planta medicinal de grande importância e nativa do Paraguai, Argentina e Uruguai, foi reconhecida como Patrimônio Cultural do Mercosul. Seu uso na preparação de bebidas como o tereré no Paraguai foi declarado Patrimônio Cultural Imaterial pela UNESCO em 2020. No entanto, já em 2011 tanto o Paraguai quanto o estado de Mato Grosso do Sul, no Brasil, haviam reconhecido sua relevância cultural, declarando o tereré como patrimônio imaterial. A partir desses reconhecimentos, o presente Trabalho de Conclusão de Curso tem como objetivo analisar a influência cultural do consumo da erva-mate, com foco na Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA), instituição que reúne estudantes de diversos países da América Latina. Por meio de questionários aplicados aos alunos, busca-se compreender como essa prática ancestral permanece fortemente presente em suas experiências cotidianas, seus usos medicinais, seus significados simbólicos e seu valor como expressão identitária em um ambiente multicultural.
Resumen
La yerba mate (Ilex paraguariensis) además de ser una planta medicinal de gran importancia y nativa de Paraguay, Argentina y Uruguay, ha sido reconocida como Patrimonio Cultural del Mercosur, y su uso en la preparación de bebidas como el tereré de Paraguay fue declarado como Patrimonio Inmaterial por la UNESCO en el año de 2020. Sin embargo, en el año 2011 tanto en Paraguay y Mato Grosso do Sul de Brasil ya habían reconocido su importancia, razón por la cual habían otorgado un documento reconociendo su valor, declarando al tereré como patrimonio inmaterial. A partir de estos reconocimientos, el presente Trabajo de Conclusión de Curso tiene como objetivo analizar la influencia cultural del consumo de yerba mate, enfocándose particularmente dentro de la Universidad Federal de la Integración Latinoamericana (UNILA), institución que reúne estudiantes de diversos países de América Latina. A través de encuestas aplicadas a los alumnos, se busca comprender cómo el uso de la yerba mate proveniente de una práctica ancestral, ha prevalecido fuertemente en sus experiencias cotidianas, sus usos medicinales, su significado simbólico y su valor como expresión identitaria en un entorno multicultural.
Educar para desarmar: formação de servidores públicos e o desarmamento simbólico no atendimento à população LGBTQIA+
(2026-01-21) Sleiman, Zion Mohamad
Este trabalho de conclusão de curso analisa uma formação realizada com servidores públicos do município de Foz do Iguaçu sobre atendimento à população LGBTQIA+, tomando essa experiência como campo empírico para compreender como preconceitos se estruturam, se reproduzem e podem ser transformados no contexto institucional. A pesquisa evidencia que o desarmamento simbólico, entendido como o processo de desconstrução de percepções normativas e violências naturalizadas, ocorre tanto pela transmissão de conhecimento quanto pelo encontro com corpos dissidentes que tensionam regimes hegemônicos de inteligibilidade. A metodologia adotada é de abordagem qualitativa, com caráter descritivo e analítico, baseada em observação participante durante as formações, aplicação de questionários de feedback, além da análise de relatos espontâneos e narrativas produzidas pelos participantes. A presença do facilitador, homem trans árabe muçulmano, constituiu dispositivo pedagógico central e elemento metodológico relevante, produzindo deslocamentos afetivos e cognitivos que potencializaram o aprendizado. Os dados coletados por meio de observações, questionários e narrativas dos participantes revelam que a formação gerou abertura, empatia, desejo de continuidade e reconhecimento da necessidade de atualização institucional. Ao mesmo tempo, expôs limites estruturais como ausência de protocolos, falta de padronização administrativa, fragilidades no uso do nome social e inexistência de diretrizes claras para o acolhimento de pessoas LGBTQIA+. A partir desses achados, o trabalho propõe a institucionalização de um programa permanente de formação baseado em metodologias humanizadas, materiais de apoio, revisão de fluxos internos, implementação de protocolos e criação de mecanismos contínuos de avaliação. Conclui-se que a formação não apenas transformou percepções individuais, mas também revelou caminhos estratégicos para qualificação da gestão pública, evidenciando que políticas inclusivas dependem tanto de mudanças subjetivas quanto de intervenções estruturais. O estudo reforça a importância da educação em direitos humanos como instrumento de fortalecimento ético do Estado e apresenta um modelo replicável de capacitação para outras administrações públicas do país.
Política do pranto: luto, dor, memória, justiça e insurgência feminina em La Llorona (2019), antígonas e mães de maio
(2026-01-21) Lima, Daiane Soares de
O presente artigo analisa as narrativas La Llorona (2019), de Jayro Bustamante, Antígona, de Sófocles, e Antígona González, de Sara Uribe, articulando-as às práticas de memória e resistência do Movimento Mães de Maio, liderado por Débora Maria da Silva. O objetivo é compreender como essas obras e experiências mobilizam relações entre gênero, poder, luto e justiça, evidenciando formas de enfrentamento à violência patriarcal, colonial e estatal. Embora situadas em contextos distintos, todas convergem pela centralidade da dor feminina e pela recusa em aceitar o apagamento dos mortos, insistindo na força ética de nomear, lembrar e reivindicar sua dignidade. Em La Llorona (2019), a figura de Alma reinterpreta o mito da mulher que chora para denunciar o genocídio maia-ixil; em Sófocles e em Sara Uribe, as Antígonas desafiam o poder soberano ao exigir que os mortos sejam reconhecidos e honrados. No Brasil, as Mães de Maio transformam o luto pelas mortes de jovens negros e periféricos, vítimas da violência policial, em mobilização política e construção de memória coletiva. Assim, essas narrativas e experiências revelam que a maternidade funcionam como forças de resistência que desestabilizam discursos oficiais e reconstroem sentidos de justiça diante da necropolítica estatal.
Resumen
El presente artículo analiza las narrativas La Llorona (2019), de Jayro Bustamante, Antígona, de Sófocles, y Antígona González, de Sara Uribe, articulándolas con las prácticas de memoria y resistencia del Movimiento Madres de Mayo, liderado por Débora Maria da Silva. El objetivo es comprender cómo estas obras y experiencias movilizan las relaciones entre género, poder, duelo y justicia, poniendo de manifiesto formas de hacer frente a la violencia patriarcal, colonial y estatal. Aunque situadas en contextos distintos, todas convergen en la centralidad del dolor femenino y en la negativa a aceptar el borrado de los muertos, insistiendo en la fuerza ética de nombrar, recordar y reivindicar su dignidad. En La Llorona (2019), la figura de Alma reinterpreta el mito de la mujer que llora para denunciar el genocidio maya-ixil; en Sófocles y en Sara Uribe, las Antígonas desafían el poder soberano al exigir que los muertos sean reconocidos y honrados. En Brasil, las Madres de Mayo transforman el duelo por la muerte de jóvenes negros y periféricos, víctimas de la violencia policial, en movilización política y construcción de memoria colectiva. Así, estas narrativas y experiencias revelan que la maternidad funciona como una fuerza de resistencia que desestabiliza los discursos oficiales y reconstruye los sentidos de la justicia frente a la necropolítica estatal.
Entre honra, castigo e reconstrução: vivências das mulheres paraguaias na Guerra Guasú e no pós-conflito
(2026-01-21) Lima, Daiane Soares de
O presente artigo analisa as experiências femininas durante e após a Guerra Guasú (1864–1870), compreendendo como os papéis de cuidado, maternidade, luto e resistência foram profundamente moldados pela violência estatal e pelas estruturas coloniais que atravessaram o conflito. A partir da distinção entre residentas e destinadas, discute-se como o Estado paraguaio produziu categorias de controle moral e político sobre os corpos das mulheres, exaltando umas como símbolos de patriotismo e relegando outras à condição de inimigas internas sujeitas a punição, exílio e apagamento social. Com base em documentos da época, testemunhos e revisão historiográfica, investigam-se as diversas formas de atuação feminina. Argumenta-se que, diante da ampla devastação demográfica e territorial, a maternidade adquiriu caráter político central, articulando práticas de luto, preservação da memória e resistência frente à violência patriarcal e estatal.
Resumen
El presente artículo analiza las experiencias femeninas durante y después de la Guerra del Paraguay (1864-1870), comprendiendo cómo los roles de cuidado, maternidad, duelo y resistencia fueron profundamente moldeados por la violencia estatal y las estructuras coloniales que atravesaron el conflicto. A partir de la distinción entre residentes y destinadas, se discute cómo el Estado paraguayo produjo categorías de control moral y político sobre los cuerpos de las mujeres, exaltando a unas como símbolos de patriotismo y relegando a otras a la condición de enemigas internas sujetas a castigo, exilio y borrado social. A partir de documentos de la época, testimonios y revisión historiográfica, se investigan las diversas formas de actuación femenina. Se argumenta que, ante la amplia devastación demográfica y territorial, la maternidad adquirió un carácter político central, articulando prácticas de duelo, preservación de la memoria y resistencia frente a la violencia patriarcal y estatal.