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Desenvolvimento e estagiamento embrionário do carrapato vermelho do cão, Rhipicephalus linnaei (Audouin, 1826)(Acari: Ixodidae), do sexto ao décimo dia
(2026-01-23) Nava Zambrano, Ilenia Beatriz
Estudos moleculares sobre a evolução dos carrapatos sugerem que esses ectoparasitas surgiram no período Carbonífero e, atualmente, encontram-se amplamente distribuídos em nível mundial, com maior diversidade de espécies nas regiões tropicais e subtropicais. Os carrapatos pertencem ao filo Arthropoda. A ordem Ixodida, distribuída em quatro famílias: três existentes, Ixodidae; Argasidae; e Nuttalliellidae, e uma extinta, Deinocrotonidae. No Brasil, eram conhecidas, em 2019, 70 espécies de carrapatos, sendo 47 pertencentes à família Ixodidae e 23 à família Argasidae. Os carrapatos de corpo duro recebem essa denominação devido à presença de uma placa dorsal esclerotizada. Possuem características que aumentam sua capacidade de transmitir patógenos e habitam diversos ambientes. O gênero Rhipicephalus compreende 79 espécies e é considerado tipicamente originário da África; por isso, a hipótese mais aceita é a de que R. sanguineus seja uma espécie africana disseminada mundialmente por meio de cães. Essa espécie foi descrita pela primeira vez em 1806 por Latreille. R. linnaei (Audouin, 1826), anteriormente incluída na sinonímia de R. sanguineus, foi proposta como substituição para denominar a “linhagem tropical” de R. sanguineus sensu lato. Com base nas informações disponíveis, adotou-se o uso do nome Rhipicephalus linnaei para essa linhagem. Os carrapatos do gênero Rhipicephalus são geralmente pequenos, de coloração amarelo-pálida a marrom-avermelhada, com corpo alongado e discreto dimorfismo sexual. Uma característica marcante do carrapato-marrom é a base hexagonal do capítulo. R. sanguineus sensu lato possui grande importância em saúde pública por sua capacidade de carregar, transmitir ou atuar como reservatório de diversos patógenos de relevância econômica, veterinária e humana, como Rickettsia conorii, agente da febre botonosa. Seu ciclo de vida envolve três hospedeiros, sendo o cão doméstico o preferencial em todas as fases. A embriogênese dos carrapatos envolve eventos morfogenéticos bem coordenados que determinam a posição, diferenciação e destino dos tecidos em formação. No entanto, existem poucos estudos sobre o desenvolvimento embrionário de carrapatos e, especificamente para R. linnaei, não há bibliografia descrevendo suas etapas, o que motiva a realização deste trabalho. Compreender esse processo pode ser essencial para estratégias de controle. Este estudo descreveu e mapeou morfologicamente as etapas do desenvolvimento embrionário de R. linnaei do 6º ao 10º dia, identificando estruturas e mudanças celulares-chave. Foram utilizadas dez fêmeas ingurgitadas adquiridas da empresa Ticks & Fleas, mantidas em incubadora BOD a 27 °C, umidade relativa de 61% e fotoperíodo de 12 horas. Os ovos foram coletados diariamente, em intervalos de 24 horas, mantidos nas mesmas condições e processados. Após a remoção do córion, a marcação com DAPI foi bem-sucedida. No 6º dia, os embriões apresentaram características do estágio 7, como a formação da banda germinativa e estabelecimento do eixo dorso-ventral. entre o 6° e o 7º dia, observou-se o estágio 8, com presença do sulco ventral e início da diferenciação dos primórdios dos apêndices. Entre o 7º e o 8º dia, as características se encaixam no estágio 9, com crescimento dos apêndices e segmentações mais evidentes, e o quarto par de pernas com tamanho reduzido. No 9º e 10º dia, é documentada a progressão para o estágio 10, com alongamento dos primeiros três pares de pernas, maior organização cefálica, evidência do hipostômio e início do fechamento do sulco ventral, além da diferenciação entre prossoma e opistossoma. Resumen Estudios moleculares sobre la evolución de las garrapatas sugieren que estos ectoparásitos surgieron durante el período Carbonífero y, en la actualidad, se encuentran ampliamente distribuidos a nivel mundial, con mayor diversidad de especies en las regiones tropicales y subtropicales. Las garrapatas pertenecen al filo Arthropoda. El orden Ixodida está distribuido en cuatro familias: tres existentes, Ixodidae, Argasidae y Nuttalliellidae, y una extinta, Deinocrotonidae. En Brasil, hasta el año 2019, se conocían 70 especies de garrapatas, de las cuales 47 pertenecían a la familia Ixodidae y 23 a la familia Argasidae. Las garrapatas de cuerpo duro reciben esta denominación debido a la presencia de una placa dorsal esclerotizada. Presentan características que aumentan su capacidad de transmitir patógenos y habitan diversos ambientes. El género Rhipicephalus comprende 79 especies y se considera típicamente originario de África; por ello, la hipótesis más aceptada es que R. sanguineus sea una especie africana diseminada mundialmente a través de los perros. Esta especie fue descrita por primera vez en 1806 por Latreille. R. linnaei (Audouin, 1826), anteriormente incluida en la sinonimia de R. sanguineus, fue propuesta como sustitución para denominar la “línea tropical” de R. sanguineus sensu lato. Con base en la información disponible, se adoptó el uso del nombre Rhipicephalus linnaei para esta línea. Las garrapatas del género Rhipicephalus son generalmente pequeñas, de coloración amarillo pálida a marrón rojiza, con cuerpo alargado y discreto dimorfismo sexual. Una característica destacada de la garrapata marrón es la base hexagonal del capítulo. R. sanguineus sensu lato posee gran importancia en salud pública debido a su capacidad de portar, transmitir o actuar como reservorio de diversos patógenos de relevancia económica, veterinaria y humana, como Rickettsia conorii, agente de la fiebre botonosa. Su ciclo de vida involucra tres hospedadores, siendo el perro doméstico el hospedador preferencial en todas las fases. La embriogénesis de las garrapatas involucra eventos morfogenéticos bien coordinados que determinan la posición, diferenciación y destino de los tejidos en formación. Sin embargo, existen pocos estudios sobre el desarrollo embrionario de las garrapatas y, específicamente para R. linnaei, no existe bibliografía que describa sus etapas, lo que motiva la realización de este trabajo. Comprender este proceso puede ser esencial para el desarrollo de estrategias de control. Este estudio describió y mapeó morfológicamente las etapas del desarrollo embrionario de R. linnaei del sexto al décimo día, identificando estructuras y cambios celulares clave. Se utilizaron diez hembras ingurgitadas adquiridas de la empresa Ticks & Fleas, mantenidas en incubadora BOD a 27 °C, con una humedad relativa del 61 % y un fotoperíodo de 12 horas. Los huevos fueron recolectados diariamente, a intervalos de 24 horas, mantenidos en las mismas condiciones y procesados. Tras la remoción del corion, la marcación con DAPI fue exitosa. En el sexto día, los embriones presentaron características del estadio 7, como la formación de la banda germinativa y el establecimiento del eje dorsoventral. Entre el sexto y el séptimo día, se observó el estadio 8, con presencia del surco ventral e inicio de la diferenciación de los primordios de los apéndices. Entre el séptimo y el octavo día, las características se ajustaron al estadio 9, con crecimiento de los apéndices y segmentaciones más evidentes, y el cuarto par de patas con tamaño reducido. En el noveno y décimo día, se documentó la progresión al estadio 10, con el alargamiento de los tres primeros pares de patas, mayor organización cefálica, evidencia del hipostoma e inicio del cierre del surco ventral, además de la diferenciación entre prosoma y opistosoma.
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Oñepyru Jey - centro educacional de alfabetização e profissionalização de jovens e adultos
(2026-01-24) Sidor, Alexandro Alberto Domaradzki
O presente Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) tem como finalidade desenvolver um anteprojeto arquitetônico para um Centro Educacional de Alfabetização e Profissionalização de Jovens e Adultos, idealizado como um equipamento público capaz de promover o pleno desenvolvimento humano e social dos seus usuários. A proposta parte do reconhecimento de que a alfabetização, aliada à formação profissional, constitui um instrumento fundamental para a autonomia, autoestima, emancipação e inserção cidadã, especialmente em um país onde o analfabetismo persiste como um desafio histórico há mais de dois séculos. Para fundamentar o projeto arquitetônico, foram estabelecidos objetivos específicos que incluem a construção de um referencial teórico sobre o histórico da educação de jovens e adultos, inclusão social e arquitetura escolar; a análise de estudos e projetos correlatos que possam orientar a organização espacial e funcional do centro; a seleção de um terreno que atenda às exigências programáticas; e a realização de um diagnóstico urbano, climático, social e cultural da área destinada à implantação. A metodologia adotada envolve pesquisa bibliográfica em trabalhos científicos, acadêmicos, livros e dissertações; estudo de dados públicos provenientes da Prefeitura de Foz do Iguaçu, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e Google Earth; além de levantamento in loco para compreensão das características topográficas, ambientais e urbanísticas do sítio. A pesquisa evidencia a relevância social e arquitetônica de um espaço educacional que reconheça o jovem e o adulto não alfabetizado como sujeito central do processo de aprendizagem, oferecendo ambientes inclusivos, acessíveis, acolhedores e planejados conforme suas especificidades cognitivas, sociais e culturais. O anteprojeto a ser elaborado, portanto, deve propor uma solução arquitetônica que não apenas atenda às demandas funcionais de ensino e qualificação profissional, mas que também contribua para a construção de um ambiente capaz de fortalecer vínculos comunitários e ampliar oportunidades de inserção social, reafirmando a educação como ferramenta primordial para o desenvolvimento humano e para a superação das desigualdades que permeiam o contexto brasileiro contemporâneo. Resumen Este Proyecto Final de Curso (TCC) tiene como objetivo desarrollar un diseño arquitectónico preliminar para un Centro de Alfabetización y Formación Profesional para Jóvenes y Adultos, idealizado como un equipamiento público orientado a promover el pleno desarrollo humano y social de sus usuarios. La propuesta surge del reconocimiento de que la alfabetización, combinada con la formación profesional, constituye un instrumento fundamental para la autonomía, la autoestima, la emancipación y la inclusión cívica, especialmente en un país donde el analfabetismo ha persistido como un desafío histórico durante más de dos siglos. Para sustentar el proyecto arquitectónico se establecieron objetivos específicos, entre ellos la construcción de un marco teórico sobre la historia de la educación de jóvenes y adultos, la inclusión social y la arquitectura escolar; el análisis de estudios y proyectos relacionados que puedan orientar la organización espacial y funcional del centro; la selección de un sitio que cumpla con los requisitos programáticos; y la realización de un diagnóstico urbano, climático, social y cultural del área destinada a su implementación. La metodología adoptada implica la investigación bibliográfica en trabajos científicos y académicos, libros y disertaciones. Este estudio utiliza datos públicos de la Municipalidad de Foz do Iguaçu, del Instituto Brasileño de Geografía y Estadística (IBGE) y de Google Earth, además de una investigación in situ para comprender las características topográficas, ambientales y urbanas del sitio. La investigación destaca la relevancia social y arquitectónica de un espacio educativo que reconoce a jóvenes y adultos analfabetos como sujetos centrales en el proceso de aprendizaje, ofreciendo entornos inclusivos, accesibles y acogedores, planificados según sus especificidades cognitivas, sociales y culturales. Por lo tanto, el anteproyecto a desarrollar debe proponer una solución arquitectónica que no solo satisfaga las demandas funcionales de la docencia y la cualificación profesional, sino que también contribuya a la construcción de un entorno capaz de fortalecer los vínculos comunitarios y ampliar las oportunidades de inclusión social, reafirmando la educación como una herramienta fundamental para el desarrollo humano y la superación de las desigualdades que caracterizan el contexto brasileño contemporâneo.
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Direito à saúde e diversidade: obstáculos e perspectivas sobre a garantia da efetivação de políticas públicas para a comunidade LGBTQIAPN+
(2026-01-23) Duarte, Jessica Leticia
Este artigo se debruçou sob a análise das barreiras enfrentadas pelas pessoas LGBTQIAPN+ no tocante ao direito ao acesso à saúde em nosso país. Por se tratar de um direito universal, pleno e igualitário, é pautado sob um arsenal legal de caráter nacional e internacional, todavia, ainda se constatam desafios estruturais resultantes do preconceito, despreparo profissional e institucional, desse modo, a dificuldade em efetivar esse direito resulta em violações rotineiras. Este estudo se comunica com leis, políticas públicas e dados nacionais, ressaltando o carecimento de uma atuação interseccional e modificações estruturais no Sistema Único de Saúde. Percebe-se que o cumprimento integral do direito à saúde necessita de um firmamento das políticas públicas de inclusão, formação contínua e adequada de profissionais da saúde, movimentos voltado ao combate ao preconceito e um lugar de fala no tocante as decisões para a comunidade LGBTQIAPN+. Resumen Este artículo se centró en el análisis de las barreras a las que se enfrentan las personas LGBTQIAPN+ en lo que respecta al derecho al acceso a la salud en nuestro país. Al tratarse de un derecho universal, pleno e igualitario, está respaldado por un arsenal legal de carácter nacional e internacional; sin embargo, aún se observan desafíos estructurales resultantes del prejuicio y la falta de preparación profesional e institucional, por lo que la dificultad para hacer efectivo este derecho da lugar a violaciones rutinarias. Este estudio se basa en leyes, políticas públicas y datos nacionales, y destaca la necesidad de una actuación interseccional y de modificaciones estructurales en el Sistema Único de Salud. Se observa que el cumplimiento integral del derecho a la salud requiere el fortalecimiento de las políticas públicas de inclusión, la formación continua y adecuada de los profesionales de la salud, movimientos orientados a combatir los prejuicios y un lugar de expresión en lo que respecta a las decisiones para la comunidad LGBTQIAPN+.
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A Práxis Insurgente de Porecatu (1940-1951): um estudo da questão agrária na formação do estado dependente brasileiro
(2026-01-23) Dias, Gabriella Souza
A presente dissertação teve por objetivo estudar a Guerrilha de Porecatu (1940-1951) a partir da contradição gerada pela interiorização de formas capitalistas dependentes no campo. A análise foi desenvolvida com base na recuperação do aporte conceitual dos/as teóricos/as marxistas da dependência, que repensam a reprodução ampliada do capital a partir de sua expressão fenomênica na periferia global da Divisão Internacional do Trabalho. A hipótese trabalhada é a de que a práxis da Guerrilha de Porecatu, organização política de resistência no campo, se constituiu como um movimento popular emergente da dialética entre a expansão do capitalismo dependente, a estrutura fundiária desigual e as contradições de classe no norte do Paraná. Para isso, conjecturou-se a célula mínima do movimento dos posseiros como uma práxis insurgente, conduzindo a abstrações que situam o objeto como historicamente determinado: acumulação originária, valor, desenvolvimento desigual e combinado, renda da terra, dependência e questão agrária. Com esses condicionantes, resgatam-se elementos mais concretos relacionados ao objeto, analisando-se as contradições do campo paranaense na reprodução ampliada do capital, sua formação social, a forma como se configurou a (re)ocupação e as relações jurídicas dependentes que asseguraram a propriedade privada da terra. Em oposição a essas formas cerceadoras e impositivas do capital, a Guerrilha de Porecatu é apresentada como uma práxis insurgente, uma organização popular de revanche. Resumen La presente disertación tuvo como objetivo estudiar la Guerrilla de Porecatu (1940-1951) a partir de la contradicción generada por la interiorización de formas capitalistas dependientes en el campo. El análisis se desarrolló con base en la recuperación del aporte conceptual de los/as teóricos/as marxistas de la dependencia, quienes replantean la reproducción ampliada del capital a partir de su expresión fenoménica en la periferia global de la División Internacional del Trabajo. La hipótesis trabajada es que la praxis de la Guerrilla de Porecatu, organización política de resistencia en el campo, se constituyó como un movimiento popular emergente de la dialéctica entre la expansión del capitalismo dependiente, la estructura agraria desigual y las contradicciones de clase en el norte de Paraná. Para ello, se conjeturó la célula mínima del movimiento de los/as ocupantes de tierras como una praxis insurgente, conduciendo a abstracciones que sitúan el objeto como históricamente determinado: acumulación originaria, valor, desarrollo desigual y combinado, renta de la tierra, dependencia y cuestión agraria. Con estos condicionantes, se rescatan elementos más concretos relacionados con el objeto, analizando las contradicciones del campo paranaense en la reproducción ampliada del capital, su formación social, la manera en que se configuró la (re)ocupación y las relaciones jurídicas dependientes que aseguraron la propiedad privada de la tierra. En oposición a estas formas restrictivas e impositivas del capital, la Guerrilla de Porecatu se presenta como una praxis insurgente, una organización popular de revancha.